Como todos sabem, literatura é uma de minhas paixões e considero – estando eu certo ou não - que letra de música também é literatura.Afinal literatura é: A arte de compor escritos artísticos; o exercício da eloqüência e da poesia; conjunto de produções literárias de um país ou de uma época. Logo...
Mas nem todo letrista pode ser considerado um literato, a senteça contrária também é verdadeira, mas tem quem se sinta.
Tem quem pense que é poeta e que é maior que Drumonnd, Vinícius, Quintana...
Encontrei algumas letras e fui me espantando com a coleção de passagens estranhas e divertidas. Tanto pelas construções e erros quanto pela sonoridade que ganham na melodia e o inusitado do que querem dizer.
Capa do disco da plebe.

Usando expressões aprendidas num curso com período de “três mês” dá exemplos mostrando como se faz uma declaração de amor na língua de Bob Dylan: ‘ Primeiro chega à mocinha/Pergunta as horas ao caubói/Ele diz: “são five o'clock”/E com pose de herói/Diz: “my girl, my chesterfield/Luck strike e life boy’.
Com a ajuda de Tarcisio Matos ele conta como fez para esquecer a amada que tanta dor de cabeça lhe dera: “Mas eu vim embora, e você/Não passa de um ponto preto/Posto por uma mosca/No meu pensamento/E eu vim contando jumento na estrada/Pra lhe esquecer ‘.

A canção fala de um cidadão que foi deixado pela cara metade, mas se conforma: “Não tem jeito que dê jeito/Pra você viver comigo/De hoje em diante/Nós vamos ser/Um simples amigo.”.
Profundo... E o plural que se exploda...
Convido todos a deixarem aqui suas contribuições, com versos engraçados, mal construídos e/ou curiosos. Só peço que não sejam versos de funk-baixaria carioca, pagode “mauriçola” e estes forrós de duplo sentido que fazem de nossos ouvidos verdadeiros penicos.
Que aí não é engraçado. É indigência mental mesmo.





Muito provavelmente também seria torcedor do Corinthians ou do Palmeiras. Então nas tardes de Domingo iria se divertir assistindo ao futebol. No simpático Pacaembu, templo do futebol paulista por onde desfilaram sua arte, glória e elegância nomes como o "tigre" Friedenreich; Baltazar, o "cabecinha de ouro"; o "divino" Ademir da Guia; o "príncipe" Enéas e o "rei" Pelé. Só para colocar um de cada grande time.
Se não gostasse de futebol ainda teria um monte de outros esportes para ir ver.
Lao poderia ficar sabendo, por exemplo, da prisão de um conterrâneo quase homônimo seu, acusado de contrabando e suborno em qualquer dos jornais diários centenários encontráveis em qualquer banca ou revistaria da enorme cidade. E são muitas, são milhares quiçá milhões! Que a gente desta megalópole necessita de informação. Como se sabe, informação é poder.
Quer procurar paz para o espírito? Não interessa a religião, aqui tem ao menos um templo dela. E sabe o melhor? Convivem todos na mais perfeita harmonia e paz, como se tivessem descoberto aqui que o nome pelo qual se invoca Deus pouco importa. Ele é o mesmo para todos.




-Americanos, fui eleito por esta nação para dizer sempre a verdade. A verdade vai nos libertar. A liberdade vai nos manter unidos. A união nos fortalecerá. E fortes continuaremos ditando os rumos do mundo.
Que linhas! Que soluções aerodinâmicas. E o kers da Williams? Que maravilha! É o único totalmente mecânico.
Há de se louvar a coerência destes espanhóis malucos... O carro é coerentemente feio.


Duas grandes forças e uma coadjuvante que promete – faz tempo! – incomodar os lideres.

Para quem não sabe, ou não conhece, a numeração de chassi neste modelo de caminhão fica na longarina, mas na ponta dela quase na junção com o para choque dianteiro. Embaixo do feixe de molas, com o acesso um tanto difícil.
Agora o Dakar fica bem pertinho do deserto do Atacama.
O jornal espanhol “AS” já colocou Fernando Alonso ao menos vinte vezes no cockpit da Ferrari.