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Mostrando postagens de Setembro, 2009

Para se proteger - Alonso na Ferrari

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Eem uma agência do Banco Santander... -Bom dia no que posso ajudá-lo?
-Io quero fazer uno... Má come chama quele negócio que se a vaca for pro brejo a gente ganha uns troco?
-Seguro?
-Si, si... Seguro... Como é que faz uno?
-Simples... A gente preenche uma proposta, submete a aprovação da companhia e se tudo correr bem a fazemos um contrato. O senhor recebe uma apólice como comprovante do seguro.
-Bom! Enton vamos fazer logo questa tal de proposta.
-Eu vou fazer umas perguntas simples para o senhor, vou preenchendo aqui a ficha com o perfil do segurado, ok?
-Si.

-Nome.
-Mio nome?
-O seguro é pessoal?
-Non, non... É para o negócio da famiglia que io represento.
-Ah! Um seguro empresarial?
-Pode ser...
-Bem e qual o nome da empresa?
-Ferrari.
-Como? – engasga o atendente.
-Má che? Ferrari cáspita! Non pode?
-Pode, pode... Só me assustei... O seguro é para a empresa toda?
-Non... Só para a scuderia de formula uno.
-E o senhor veio procurar logo o banco Santander? Quanta honra!
-Na verdade io vim procurar que…

I puchuclio!

Mark Young é grande fá de certo piloto brasileiro e foi ao circuito de Cingapura assistir a corrida que segundo ele, marcaria a virada deste piloto para cima de um inglês meia boca...
-É agora! Meu preferido vai pontuar e o inglês não! A diferença vai cair a um nível que pode ser completamente anulado na próxima corrida...
Disse ele ainda no Q2 do treino de classificação quando o inglês nem sequer se classificou para a superpole.

Era todo sorriso e nem sequer esquentou quando o brasileiro acertou o muro tentando tirar o melhor de seu equipamento. Coisa de quem não desiste nunca.

Então Mark passa o domingo ansioso para ir ver a corrida mesmo contra a opinião de todos seus amigos de que esta recuperação de fim de campeonato era fogo de palha...
-Não vai dar em nada, é muito ponto e pouco tempo...
-Mas o Raikkonen fez!
-Mas o Raikkonen tinha ajuda do Massa contra os dois Mclaren e neste caso é pau a pau... Com mesmo equipamento e pilotos que se equivalem...
Mark ia reclamar quando um amigo compl…

Ava(ca)liações noturnas (não sei o que usar...)

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-Aí o picareta! Cê vai pro inferno de tanto passar artista para trás...
-Yes... I can!

Lewis foi muito bem todo o fim de semana e mereceu vencer.
-Como foi vencer a noite. Lewis?
-Foi legal... E o Kova nem precisou bater!

Glock foi a melhor surpresa do fim de semana.
-Eu gostei muito, foi um segundo lugar mais foi honesto... Aqui é Toyota rapaz!

Alonso...
-Que papo e este eu não sabia de nada... E desta vez? O Romain nem me ajudou!
-E ano passado?
-O que aconteceu ano passado?-Senhores... E quanto ao aquecimento global, ou o pré sal brasileiro?
Silencio Constrangedor...

Lewis: -Glock, cê é novo aqui, deixa eu te ensinar o que fazer com a champagne...
Glock: -Não precisa! Já aprendi com o Kimi.

-Vjay, eu sou que nem seus carros, de dia sou maravilhosa mas a noite...
-Hare baba! Então é um travesti?
Reporter alí atrás: -E mais um caso de falsidade na F1...

Cingapura: Because the night belongs to us

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Because the night belongs to lovers. Because the night belongs to us...
Por que a noite pertence a nós... Amantes da velocidade e da beleza.
Esta era a sensação vendo a corrida, que foi monótona é verdade, mas como espetáculo foi sensacional...

Louvamos algumas pistas por sua tradição, por sua história.
Lembramos dos grandes pegas entre feras do passado, alguns distantes outros nem tanto e por isto as adoramos.
Outras - como Mônaco – têm seu glamour e sua importância inconteste, apesar de muitas de suas corridas serem apenas uma grande fila indiana sem maiores emoções.
Mas quem pensaria em tirar a pista do principado do campeonato?

Com isto em vista começo a enxergar a corrida de Cingapura desta forma.
O espetáculo plástico proporcionado por esta pista é algo de tirar o fôlego. A beleza de algumas tomadas de câmera, o trabalho de iluminação e até os bumpers que espalham faíscas nas retas impressionam.
Arrisco-me a dizer – não sem uma boa chance de errar - pois tudo na F1 é volúvel – Cingapura …

Um trabalho bonito e bem feito

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-Anselmo... Pega o Ron e vai cobrir um homícidio na Rua 45, coisa simples... Um cidadão não pagou divida de jogo e a máfia cobrou "daquele jeito"... Anselmo, Ron e Mar Céu L´Onça.

O editor – Mar Céu L´Onça - confiava muito no trabalho da dupla, que já havia sido indicada ao premio Pullitzer por duas vezes.
Só não ganharam por que uma outra dupla de fotógrafos do concorrente jogou sujo. Enquanto um fazia o trabalho pesado e se estourava todo para conseguir resultados o outro ficava com os louros da vitória, e o pior: depois dizia não saber de nada... E assim paparam os dois prêmios a que nossos heróis foram indicados, até que um dia se desentenderam e foram descobertos... Mas esta é uma outra história.

Rumaram então para a Rua 45 não sem antes passar pelos cinemas da boca do lixo colher informações sobre o morto.
Entraram sem pagar pelo bilhete no cine Cahiers du Cinema, que antes fora um luxuoso palácio. Suas cortinas de tafetá grená, hoje carcomidas de traças, testemunharam exi…

The Royal Chronicle I e II

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Quando Elvis entrou nos estúdios da Sun Records e gravou um disco para sua mãe ele não estava inventando o gênero rock´n´roll. Este já tinha sido inventado por cantores e músicos que aceleraram o blues para além do rhythm and blues.
Little Richard e Chuck Barry já faziam estragos na cabeça da molecada com ele, porém eram negros e isto ainda era um empecilho para que fossem aceitos no grande mercado branco – e racista - americano.
O que Elvis acabou criando foi o produto rock and roll.
Pela primeira vez o gênero foi embalado e devidamente vendido a toda a população – branca - dos EUA e um pouco depois para o mundo.
Então já não era apenas a musica que sustentava as vendas dos artistas de rock, que agora já não atendia apenas por rock´n´roll, mas sim cultura pop.
Além da musica e da imagem, claro, havia a necessidade de gerar mais subprodutos para manter o interesse sobre os artistas.

Assim foi com Elvis; Beatles; Stones; James Brown; Led Zeppelin e até com Michael Jackson.
E o que fazer para …

Dois takes nada educados

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Take one... Três estudantes de enfermagem estavam conversando dentro de um trem.
Uma delas era um pouco fortinha... Mais... Mais... Tá certo! Dane-se o politicamente correto! Era gorda pra ca**io e falava pelos cotovelos.
Com uma voz irritante não parava de tagarelar e dar palpite sobre o que quer que fosse posto à baila nas conversas que a circundava.
E creiam era circundar mesmo, nada de figura de linguagem aqui.Ao chegar a determinada estação as três levantam-se e uma delas, a mais magrinha, repara que a calça da gorda está suja à altura da coxa. Respingada de água provavelmente de uma poça atropelada por um carro.
-Pqp, tá tudo sujo! – gritou a magrinha.
-Ai que ódio! A calça branquinha.... E vocês? Também se sujaram? – pergunta a rolicinha
-Nós não...
-Por que só eu?

A frente das três um cidadão de meia idade, cara de enfado e aparentemente muito cansado observava a cena. Parecia trabalhar em construção civil.
Provavelmente não iria dizer nada, mas quando terminou sua ultima frase, a balo…

Pior é ser burro

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[mode cinismo on] Então ele foi banido... Ora, ora quem diria...
Ninguém no sistema solar poderia adivinhar este desfecho – tão rápido - para caso da “batida pero no mucho” nas ruas escuras – embora ultra bem iluminadas – de Cingapura.

Um cidadão tão honesto, tão brioso e tão inteligente... Imagina!
Onde é que alguém poderia supor que ele usasse componentes eletrônicos ilegais em seus carros?
Intriga...

Só porque as Benetton conseguiam largadas noventa por cento mais eficientes com um controle de largada qualquer e uma aderência para lá de eficiente com um tal de amortecedor de massa.
Vai culpar o cara disto?

E aquela história de ter tirado filtros do equipamento de reabastecimento?
Aquilo é um absurdo sem tamanho!
-Ah! Mas pegou fogo no carro do Jos Verstapen!
Mas poxa, com um piloto destes que carro não pegaria fogo?
De vergonha mesmo...
O carro lá, todo bem construído e vem um Verstapen da vida para pilotar... Tem que pegar fogo mesmo.
Até caminhão pipa, cheio de água pegaria fogo. Não se pode c…

Notinha do busão (inédita, elas voltaram!)

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Mal embarco e sou saudado pelo Amaral com entusiasmo.
Voltei trabalhar, e por coincidência pego o mesmo horário de ônibus do antigo emprego e como esperava, lá estava o Amaral com sua indefectível cara de Zé Pequeno ao volante do coletivo.
Segundo ele eu estava fazendo falta entre seus passageiros, neste momento claro, os outros reclamaram.
Muitos já eram velhos conhecidos, outros começaram a embarcar no ônibus depois que eu parei, mas Zé se encarregou de falar de mim para todos.
Com uma boa dose de exagero, claro!

Disse que eu retratava situações do dia a dia com um humor acido.
Uma senhora – das novas passageiras – ergueu a voz e perguntou se a história do Amaral correndo com o ônibus e parando de repente em um boteco para comer uma linguiça frita e assim poder tomar um remédio para gastrite era verdade.
-É sim, mas ele não correu não... E se me lembro bem ele comeu um pão com manteiga. Não foi Amaral?
-Foi, mas você escreveu que era lingüiça... Ai ficou assim mesmo, ninguém acredita que fo…

Neblina, urina, senhoras... (Conto)

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A neblina – densa - dava uma sensação esquisita de proteção.
Os três estavam envoltos no nevoeiro conversando desde a meia noite e agora já passava das duas e meia da madrugada..

Estavam nas ruas da cidade desde o inicio da noite, passando de bar em bar e conferindo o que rolava em cada um deles.
Passaram por rodas de samba muito meia boca; apresentação de uma big band de jazz e um monte de bandinhas de covers rock´n´roll.

Tudo era festa naqueles tempos, eles eram jovens, o mais velho – Rodrigo - estava com 21 anos, embora o tamanho do corpo apontasse uma falsa impressão de muito mais.
E os outros dois não ficavam atrás...
Silvio, o mais novo - tinha dezenove - era o maior deles todos.
Alto, corpulento, mas muito gentil nos modos e nas palavras, sempre.
Bruno, o do meio com vinte anos, dificilmente saia de casa, era muito tímido.
Rodrigo ao saber que desta vez o amigo também iria com eles para a noitada, comentou com Silvio que era capaz de acontecer alguma coisa diferente: “-Ele vai? Vixe! Va…

De pedras, resultados, fins e meios

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Era uma vez uma empreiteira chamada Horrivelnault que ganhou uma concessão para construir uma auto estrada: a Don Fernando I em Cingapura. Para isto chamaram seu mestre de obras Joaquim Safatore e o chefe de engenharia Patrício Simão que fizeram os planos e todas as plantas, croquis e maquetes da obra.

Imaginaram auto estrada de sete ou oito vias, que era para ficar igual ou maior que a Schumacher Autobahn, da Alemanha.
Todas bem pavimentadas, bem sinalizadas e quem sabe, com bom retorno vindo dos pedágios.

Então foram a campo junto com toda sua equipe para começar a construção e acabaram por se deparar com uma enorme pedra - considerada histórica - conhecida como “Pedra da ética”, bem por onde passariam com as maquinas, paralisando todo o serviço.

Preparavam-se para explodir a pedra e continuar com os trabalhos quando receberam a visita de um representante do ministério do meio ambiente com documentos onde se podia ler a lei que proibia que se explodissem pedras daquele tamanho e importâ…

Mafiosos, gangster e caricaturas

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Que Briatore era gangster todos sabiam, só o que ninguém nunca atentou é que ele era um gangster de filme de comédia, sátira, caricatura.
Tudo que ele fez foi descoberto, ou quase... Vai saber no que mais ele poderia estar envolvido, não é?
Basta lembrar que ele era o chefe de Michael Schumacher no titulo que ganhou em 94 com um acidente suspeitíssimo envolvendo Damon Hill, não por acaso rival direto na luta pelo caneco.

Desde usar testa de ferro para conseguir motores Renault para a Benetton, que se não é errado ao menos é pouco ético; colocar equipamentos eletrônicos proibidos nos carros e até burlar sistemas de segurança para reabastecimento. O que causou um incêndio enorme no padock tendo como ponto de partida o carro de Jos Verstapen.
Tudo foi descoberto, tudo foi esclarecido.
Algumas falcatruas foram punidas brandamente outras nem isto.

Agora este caso com o Twitinho também descoberto.
É ou não um gangster trapalhão...
Ou muito burro!
Por outro lado há gangsteres mais bem sucedidos na F1…

A volta e o alvo

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A VOLTA
Houve uma época em que se tornou imagem comum ver um genial maluco jogando seu chapéu para o céu quando um de seus pilotos cruzava a linha de chegada vencendo uma corrida, claro pilotando uma de suas criações revolucionarias.
De tão genial este maluco acabou por se tornar lenda e legenda no automobilismo.

Seu nome e o da sua equipe – a Lótus - se tornaram sinônimos de vitórias, aliado a outros nomes do porte de Jochen Rindt, Grahan Hill, Emerson Fittipaldi, Mario Andretti e principalmente: Jim Clark. Que para muitos é o maior piloto que já se sentou em um carro de corrida e pode ser considerado o maior parceiro de Collin Chapman, o gênio em questão. A equipe sobreviveu com alguma dignidade após a morte de seu dono por um tempo.
Ainda passaram por suas fileiras gente do calibre de Nigel Mansell, Mika Hakkinen, Nelson Piquet em fim de carreira e outro tido como melhor do mundo: Ayrton Senna. Em minha opinião, modesta... As carreiras de Jim Clark e de Ayrton Senna se equivalem, apesa…

Notinha do busão...

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Há alguns meses não via o Amaral, vulgo Zé Pequeno.

Para quem não se lembra ele é o motorista da linha de ônibus que eu usava todos os dias para ir trabalhar.
Nos encontramos no supermercado e ficamos rindo das coisas que aconteciam no interior daquele ônibus.


Fiquei com saudades e resolvi rpublicar novamente uma das mais surreais que presenciei.
Aos que leram, matem a saudade junto comigo e aos que não leram vai servir para ter uma idéia do que acontecia...
Boa leitura!
"-O cachorro não pode embarcar não!" – disse Zé Pequeno ao ver aquele homem de óculos escuros e um cachorro parado em frente à porta dianteira de seu ônibus.


O homem sequer esboçou protesto, ficou impassível e calado diante da porta.
O cachorro idem.
Alguém lá do fundo do ônibus - uma mulher provavelmente - observava a situação pela janela e levantou a voz em auxilio ao homem:
"-Não tá vendo que é cego? Olha o cachorro!".

Zé então olhou para seu cobrador, um moleque novo e com cara de estúpido, como quem pro…

Ava(ca)liações Italianas - Quem perde sai

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Este Tchauzinho é para Webber e Vettel, que sairam da briga pelo título: Quem perde sai.

Quem perde sai/Fica só quem sabe jogar/Cada um que saiba de si/Pague e desocupe o lugar
Não quero aqui te chamar de otário/Mas você já tá fora desse páreo/E o que é hilário,você já perdeu sua mansão.

-Como está se sentindo?
-Estranho... Nunca aconteceu tantas vezes num ano só... Não que eu me lembre.

-Como se sente?
-O Barrichello....

-Como se sente?
-Não sei... Tem mais champagne?

-Como se sente?
-Um estupido...

Uma visão do inferno...

-Você sabia que o 1B ainda pode ser campeão?
-Hahahahaha, fla sério... É verdade isto? Gente....

Tradução da faixa: Kubica, mas de novo?

-Você acha que o Rubinho ainda pode ser campeão?
-Claro, também acho o mesmo do Badoer, hahahaha. Por que cê não tá rindo?


-Eu dedico esta vitória a estas meninas que são caixas do Santander lá em Franco da Rocha.

Vitórias as vezes fazem mal... Olha ai o ataque epléptico.


-Vjay, se o Rubinho for campeão ele pode se jogar no Ganges pra agrade…