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Mostrando postagens de Outubro, 2010

Uma questão delicada?

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Na região da Praça Princesa Isabel, no centro velho de São Paulo há uma estatua eqüestre de Duque de Caxias.
Garboso, o herói da guerra do Paraguai está montado em seu vistoso cavalo em pose de vitória: o cavalo trota enquanto o cavaleiro brande ao ar a espada.A obra é do nobre artista italiano Victor Brecheret e foi inaugurada em Vinte e Cinco de Agosto de Mil Novecentos e Sessenta. Tem a altura de um prédio de dez andares, contando claro, com o pedestal feito em granito.

Como todo monumento em toda metrópole, após um tempo ninguém dá a mínima importância. Passa-se por ele e nem se da conta de que está lá.
Se não estiver, muita gente nem vai notar.

Porém há um detalhe na estátua, que diga-se, sempre esteve lá, mas que nestes tempos de “politicamente correto” começou a incomodar um tipo de gente muito especial que, só com muito tempo ocioso - e pago com dinheiro público – se incomodaria: os nobres vereadores.

-O nobre colega há de convir que é uma indecência! – diz um situacionista.
-Até é,…

Ary Barroso, apenas porque eu quero

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Para estar no panteão das grandes personalidades deste país não precisava mais nada além de ter escrito “Aquarela do Brasil”, que inaugurou o gênero samba exaltação.Durante muito tempo houve uma corrente que gostaria de colocar esta composição como Hino Nacional não oficial, posição que deveria ocupar mesmo devido à beleza de seus versos:
Abre a cortina do passado/Tira a mãe preta do cerrado/Bota o rei congo no congado/Canta de novo o trovador/A merencória à luz da lua/Toda canção do seu amor/Quero ver essa dona caminhando/Pelos salões arrastando/O seu vestido rendado...

Há quem implique com o verso que diz: “este coqueiro que dá cocos”, dizendo que não poderia dar outra coisa, pura maledicência de quem não entende licença poética.
Porém fez mais, deixou frases e atitudes das mais marcantes e folclóricas. Para não dizer: engraçadas.
Grande compositor, grande comunicador, apresentava programas de rádio e narrava futebol.
Algumas de suas histórias:

Quando perguntava a seus calouros o que iria…

Os pesadelos de Alonso

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Alonso, mesmo líder do campeonato não esta bem, anda tendo pesadelos e resolve procurar um psicólogo para se tratar. Não quer ter nenhum motivo para perder a concentração nas últimas provas. -Muito bem Fernando, deite-se ai no divã e pode me contar o que anda acontecendo.
-Bueno doutor... Tenho dormido mal, muito mal.
-Mesmo? O que lhe preocupa? Não está na liderança do campeonato agora?
-Sim, sim... Mas não é isto...
-São os motores? A Ferrari anda tendo que fazer rodízio de motor usado para que você não seja punido e nem fique a pé.
-Sim tem feito, mas não é isto que me preocupa também...
-Então são os carros da Red Bull, porque não vai ser sempre que os dois zeram em uma corrida e até podem voltar a vencer nas duas ultimas do ano, certo?
-Claro! Corridas de carro são assim mesmo, eles podem voltar a vencer as duas ultimas e eu ficar sem pontos em alguma, mas também não é isto que esta me tirando o sono.
-Então diga... O que é que vem te tirando o sono...
-São uns pesadelos... Basta dormir p…

GP da Coréia, the good, the bad and the ugly.

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Parafraseando aquele personagem de um humorístico televisivo: “-Tanta producion para absolutamiente nada!”.
Foi assim que me senti ao acordar às 3h45 da matina e me postar à frente da TV para assistir a corrida coreana.
A pista é ruim? A corrida tem tudo para ser eternamente uma procissão? Não sabíamos e não saberemos até a corrida do ano que vem. A chuva não deixou que tirássemos nossas conclusões sobre a pista em ritmo de corrida. Uma pena.

As primeiras três voltas sob domínio do safety e a interrupção foi providencial para que eu cochilasse e perdesse toda a matéria de como Jenson Button é gente boa, bacana, educado e recebeu uma condecoração da rainha da Inglaterra. Puro recheio de lingüiça temporal. Tanto que vi apenas as ultimas cenas e soube no ato do que se tratava. Se houve outras coisas neste tempo eu não tenho a mínima idéia.

Então a chuva arrefece e novamente a corrida se inicia, novamente com o safety na frente.
Ouvimos vários pilotos pelo rádio e de todos apenas Lewis Hamilto…

Na Williams, agora vai!

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Frank Williams, dono, mentor, idealizador e razão de (ainda) existir a equipe Williams reúne seu staff para boas novas. Estão presentes então os mecânicos, os engenheiros incluindo Sam Micheal, o sem noção, os pilotos Rubens Barrichello e Nico Hulkemberg, os sócios Patrick Head e Toto Wolff.
-Eu chamei todo mundo aqui porque quero dizer que já tenho a solução para alguns problemas da equipe para o ano que vem
-Mas de todos os problemas, chefe? – pergunta um Barrichelo desconfiado de que possa estar com o emprego ameaçado.
-Não sei se todos, meu caro Rubens, mas ao menos alguns e em parte... – responde o chefe.
-E o que seria? Adianta para a gente ai... – Sam Michel também preocupado.
-Bem, ele vem para ajudar na parte financeira e creia, tem resolvido este tipo e coisa por onde passa.
-Seria um economista, Frank?
-Não Patrick, não é um economista.
-Então é o FHC? Diz lá no Brasil que ele é o pai do Real...
-Nunca... Desta raça ai eu quero distância! – reponde Frank sem elucidar se é de polític…

Oye como vá, Coréia?

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E a F1 segue seu caminho rumo ao Oriente a passos vigorosos. Para ser mais coeso, segue em ritmo de volta de classificação...
Malásia, Abumdabe, China, Cingapura, Bahrein e agora Coréia. Sem contar o Japão, que está no calendário há bastante tempo, mas é no oriente.... Nada contra e nem a favor. Corridas chatas tanto podem ser no Oriente, no Ocidente ou em Marte, fazer o que? Hockenhein não é agora uma pista igualzinha as orientais mais bobas?
Talvez fique aquele ranço de que pistas melhores – ou mais tradicionais – pudessem ocupar um lugar no calendário: Áustria, Imola, Zolder, qualquer coisa na França, México, Laguna Seca, Indianápolis... A lista é grande.

Mas não é assim, as pistas são estas orientais mesmo e é com elas que a gente vai tentando se divertir.
Algumas até conseguem nos divertir: Malásia é legal, Japão, claro...
Cingapura trás um visual alucinante. E só.
A pista chinesa até tem umas curvas legais, apesar de parecer – e ser – pasteurizada demais.
Abumdabe vai para sua segunda …

Contos do Le Sanatéur - O restaurante coreano - epílogo

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Lá encontram Le Felipon que já não estranha a presença dos dois em canto algum.
-Mas Ron, o Coyote disse que o telefonema foi anônimo, como você diz que foi o Iriarte que ligou?
-Comissário, me diz com sinceridade... Quem mais em toda Nova York liga para uma redação de jornal e diz: “-Yo tengo una noticia muy buena para ustedes!”?
-Tem razão...
-O que temos aqui? – pergunta o repórter.
-Um sujeito morto no salão, perto do balcão de saladas... O Coyote já está fotografando.
-Eu vou ver o que ele tem lá e o que posso apurar... Aliás, o que foi que o senhor apurou?
-Nada... Tudo muito insólito, dizem os presentes que ele de repente caiu morto. Ouviram um estampido, mas não há buraco de bala no corpo do homem e nem achamos qualquer sinal de tiro nas paredes ou nos móveis do restaurante...
-Ele estava comendo o que?
-Não perguntei... Não me pareceu importante... Mas pelo que disseram é a primeira vez que aparece aqui.
Nisto chega Coyote com a maquina em punho fotografando tudo que via.
-Comissário...…

Contos do Le Sanatéur - O restaurante coreano - pt 1

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Passava pouco do meio dia quando o telefone da redação tocou.
De Rã, agora secretário do jornal atende e faz anotações em um bloco de papel e aguarda a chegada de um dos dois principais repórteres do periódico. Ron é o primeiro a chegar.
-Ô Ron, egou um elefonema aqui... Eu anotei udo...
Ron balança a cabeça afirmativamente para dizer que entendeu, embora não tivesse entendido nada.
-Tá bom... O Coyote tá chegando.
Coyote nem bem passa o umbral da porta e já é assediado por De Rã.
-Ô Coyote, u Ron disse pr´eu entregar isto aqui pr´ocê...
Coyote também sorri sem entender nada, mas sorri e apanha o papel das mãos do cearense fanho.
-Ron, por favor, decifra aqui o que este cara escreveu...
-Puxa... Difícil! Ele escreve exatamente como fala...
-Pois é... De quem foi a idéia de contratar este cara para secretário?
-Mar Céu L´onça, seu chefe...
-Foi minha a idéia mesmo! – diz o chefe entrando na redação – É mais barato tê-lo como funcionário do que pagar as gorjetas para cada vez que ele ligava para a …

Glauber Rocha

João Ubaldo Ribeiro, um dos maiores escritores de nosso idioma, conheceu Glauber Rocha nas locações para filmagem do clássico “Terra em Transe”.
Tornou-se amigo do cineasta de imediato, afinal duas cabeças tão brilhantes tinham mesmo que se afinar.
Em várias entrevistas Ubaldo tece grandes elogios ao amigo, tanto na parte profissional quanto na pessoal.
-Apenas uma mania sua me era muito desagradável... – dizia o escritor – -É a maldita mania dele de coçar os quibas (saco) e limpar a mão batendo em nossas costas...

Outra história curiosa e engraçada sobre Glauber dá conta do dia em que foi apresentado à maconha. Vale lembrar que nos anos sessenta as descobertas da juventude em relação às drogas eram vista de forma diferente.
Acreditava-se que alguns tipos de entorpecentes ajudavam no processo criativo e a maconha em especial alterava a percepção fazendo com que as cabeças mais iluminadas, se expostas a seus efeitos, criassem coisas fantásticas.
Assim, segundo a lenda, Dylan teria apresentad…

Diabo na Sé

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Se para alguém que vem de outro município a cidade de São Paulo já assusta imagine então...
Natan então perdeu-se com a altura dos prédios, que de tão altos arranhavam o céu fazendo-o pensar que Deus era ali bastante adorado com todas aquelas construções tentando chegar perto de sua morada.

E mais, ele não vira nem um que crescesse para dentro da terra e que pudesse se chamado de "arranha-inferno". Constatou que aqui tudo é muito rápido. As pessoas nas ruas, os carros e até as informações parecem conter uma pressa infinita. Ele passa despercebido de todos que correm sem prestar atenção em nada.
O que há para se ver? Por onde começar? Andando em passos lentos pela Rua Quinze de Novembro, Natan vê uma aglomeração em forma de roda que tem em seu centro uma dupla de artistas. A platéia recém formada ria com as brincadeiras dos "cantadores de coco".
Chega então mais perto e põe-se a prestar atenção.

Os dois artistas/cantadores são nordestinos que apoiados em seus pandeiros c…

Teu passado te condena...

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Após o ultimo fiasco na corrida japonesa, o piloto brasileiro Felipe Massa retorna ao Brasil com a recomendação de Luca di Montezemolo para que procure ajuda.
-Que tipo de ajuda, signore? – quer saber.
-Qualquer uma cáspita! Procure um padre, um pastore, um guru, um pai de santo... Isto! Procure Pai Tião, tenho boas lembranças dele...
-Não... Da última vez que um piloto o procurou os resultados não foram muito bons...
-Deixa ver se adivinho... Era piloto brasileiro com carreira depois de Senna, certo?
-Sim... Mas...
-Nada de “mas”, nem Jesus daria jeito na carreira dos que vieram depois do Senna, capiche? Se non quer procurar il padre de santo, non procura, ma se vira. E acabe com questa má fase.

Atordoado e confuso Massa vem no avião pensando no que fazer. Não irá procurar pai de santo nem padre, porque como se sabe o Papa é alemão e a igreja deve estar do lado do Schumacher, se bem que o velho alemão não tem dado sorte. Ou então está do lado dos Nicos, ou do Sutil...
Até diz isto a Luca Dig…

Ava(ca)liações japonesas ma non tropo...

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Agora era a hora... Se os jornais japoneses fossem tão marketeiros e marrons quanto os espanhóis não demoraria muito para Kamui Kobayashi estar pilotando uma Ferrari.
Com o espanhol deu certo.
Tanto o Ás quando o Marca tanto insistiram em que o príncipe das astúcias já era piloto rosso que nem até a equipe mafiosa acreditou. E por um caminhão de dinheiro do Santander contratou o sobrancelha bochechudo.
Não que ele não tenha méritos, e no fundo, no fundo... Ele tem a cara da equipe mesmo.
Talvez por isto eu torça tanto contra os rossos...

Agora é à hora. Felipe Massa deu um show de como ajudar a equipe nesta corrida.
Nem se lamentou do fato de sair da prova na primeira curva.
A impressão que tive foi que ao sair do carro ele procurou o pit da Ferrari e mandou uma senhora banana.
“-Ajudar o Alonso e a equipe? Tirando pontos dos adversários? Tá bom eu faço.”
E começou tirando os dele próprio.

Foi de novo a hora. O que acontece na Renault afinal de contas?
Tem sempre um piloto soltando a roda durant…

Gp do Japão e os monstros da previsibilidade

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Agora o Japão anda em paz, mas algum tempo atrás era um tal de aparecer monstros alienígenas por lá que não era mole.
Foram: Os Incas Venuzianos (?) que tanto atazanavam a vida do National Kid. Passando pelos monstros do Ultramen e Ultraseven. Goldar, um impressionante robô cabeludo que virava foguete e tinha família com filho e tudo.Os monstros de poluição criados pelo maléfico Doutor Gori e seu ajudante Karas que faziam Spectreman tremer na fantasia.Sem contar os vilões que tiravam o sono do Jaspion mais recentemente.
Eles apareciam, quebravam a cidade toda, derrubam prédios, estouravam represas, sujavam tudo e apavoravam a população, que esperava resignada a aparição dos heróis para dar uma lição nos monstros.
Legal que as lutas eram sempre divididas em duas partes distintas: Na primeira o monstro dava um coro no herói até este parecer que ia perder a parada, mas... Na segunda o herói renascia e devolvia a surra com juros e ainda por cima matava o monstro. A duvida era, com qual golpe o…

Para começar a falar de Japão

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A banda já estava estabelecida como um dos grandes nomes do hard rock/heavy metal na Inglaterra, com boas doses de reconhecimento também nos EUA, mas ainda faltava algo: a terra do sol nascente. Não se pode afirmar, mas parece que toda banda de rock só se sente realmente grande após tocar - e enlouquecer – os fãs do outro lado do planeta.
E assim, naquele longínquo 1972, mais precisamente no mês de agosto, o Deep Purple desembarcava pela primeira vez por lá, para uma série de quatro apresentaçoes em Tókio e Osaka. Duas em cada cidade.

Pela manhã do dia quinze a banda recebe no hotel alguns executivos da filial japonesa de sua gravadora que fazem um pedido até certo ponto simples: gravar as apresentações e lança-las em disco para os fãs locais.

Porém quando se tratava de Deep Purple e principalmente de sua prima dona guitarrista Ricthie Blackmore, nada era tão simples.
Em entrevista para o documentário Come Hell or High Water, Ian Gillan chega a dizer que Blackmore é tão insuportável que n…

Estilo Tiririca de ser

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Ao obter o expressivo numero de um milhão, oitocentos e trinta mil votos, o palhaço – no bom sentido – Tiririca ganhou não apenas a vaga no Congresso Nacional ao lado de outros palhaços – no mau sentido. Ganhou também o status de segundo deputado mais bem votado da história, atrás apenas do finado Enéas “ejaculação precoce” Carneiro e, mais importante, o posto de palhaço mais amado do país. Tirando o trono de Bozo, Carequinha, Atchin, Espirro e do Mural de Brusque...
Não tente ver no fato um voto de protesto, que de protesto não tem nada. O brasileiro, com sua verve gaiata, metido a chipertu, adora um xiste, ainda que a vítima no final seja ele próprio. Assim já votou em Clodovil, Aguinaldo Timóteo, Macaco Tião e em um tempo mais remoto o rinoceronte Cacareco...
Com estes tipos geralmente quem perde é o país, que tem em suas casas legislativas gente capaz de fazer o que delas se espera, porém no caso do simpático cearense circense acabou ganhando algo. Não que seja bom isto, mas ganhou:

Carta aberta ao povo paulista

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São Paulo é um estado surpreendente, tanto nos números quanto em sua incoerência.
Ambos são gigantes, abissais, colossais.
Caminhe pelas ruas da capital paulistana e pergunte:
-Você esta contente com a saúde no estado?
A resposta será um redondo não...
-Moço... Não tem médico, não tem leito... A gente fica nas filas, os doentes no corredor...
Caminhe mais um pouco, pelo ABCD, pelo interior ou até mesmo pelo litoral e inquira os passantes:
-E a segurança?
O povo dirá que não tem nenhuma...
Os especialistas dirão que a policia - tanto civil -quanto militar é mal aparelhada, mal treinada, mal paga (e muito mal paga) e por isto mesmo é das mais corruptas e violentas do país.
Continue caminhando... E a educação?
-Ai moço... Conheço gente que saiu do colégio publico no terceiro ano do colegial e não sabe nem interpretar um texto! O senhor acredita?
O pior que eu acredito... Conheço o sistema por dentro. Não se pode reprovar aluno para não cair o índice de aproveitamento escolar e assim não ter diminuiç…
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-Não... Não dá... Eu não posso mais. Não dá!
-Mas amor... Só por este detalhe? Que besteira... E o que sentíamos um pelo outro?
-Infelizmente... Acaba. Afinal tudo vem do respeito. E deste jeito não posso respeitar você!
-Por um detalhe tão pequeno?
-Todo detalhe é pequeno, se não fosse não seria detalhe...
-Tá... Tá... Mas até agora cê não sabia dele, e me amava... Em cinco minutos... Não pode.
-Pode. Claro que pode... Cê sabe bem... Odeio latinidade...
-Mas eu não sou assim... E se minha mãe não tivesse te contado, até agora cê não saberia...
-Mas contou... Aliás, você devia saber que eu agiria assim, já que me escondeu.
-Olha... Assim não dá... Eu sou o mesmo Henrique de sempre...
-Não é não.
-Sou sim...
-Não é não... Agora você é o Wilson Henrique... E isto faz diferença.
-Eu ainda troco este nome...
-Agora é tarde... Toda vez que eu ouvir seu nome eu vou lembrar: “-Quizás, quizás, quizás...”.
-Então... Não posso editar teu livro...
-Mas por quê? Tá mal escrito?
-Não, não... Longe disto... Tá muit…