E que venham também os problemas, por que não? O que seria da vida sem os desafios? São eles que nos movem.
É utopia pensar que em um ano inteiro não iremos ter nenhum percalço, mas que também venha junto sabedoria para sobrepujá-los e, novamente - no fim do ano - rir deles como se nada fossem.
Agora tiro uns dias de sossego, até o dia 3, pelo menos... Mas deixo aqui – como atestado da preguiça que o fim de ano sempre nos dá (hehehe) um conto publicado originalmente em 2008 e que fala das promessas de fim de ano que algumas pessoas sempre fazem, mas cumprir que é bom... Volto em 2011 e prometo que não mudo muita coisa por aqui. Se isto é bom ou ruim, vocês decidem.
Um FELIZ ANO NOVO a todos os meus amigos e leitores e como presente, ao fim do texto (e fora do contexto) o melhor clipe brasileiro do ano de 2010.
Saúde!
Sentados a uma mesa em um clube de jazz enfumaçado como se deve e com uma garrafa de uísque já pela metade um grupo conversava animadamente.
-Foi um ano bom!
-Sim foi. Não há duvidas.
-Mas e as promessas de fim de ano? As que fizemos no fim do ano passado? Alguém cumpriu?
-Eu cumpri em grande parte. Mas no fundo não me lembro da metade. Estava bêbado.
-Todos nós estávamos! Você até prometeu emagrecer...
-Prometi é?
-Hu-hum – fazem todos à mesa.
-Bem esta então eu não consegui... Mas também não fiquei careca, e isto eu me lembro que prometi.
-É prometer, prometeu, mas a gente sabe que não foi por vontade sua...
-Como não? E a quantidade enorme de xampus, cremes e coisas que fiz no cabelo este ano?
-É verdade. A gente até já estava te chamando de metro sexual...
-Metro sexual?
-É. Os mais bonzinhos... Os maldosos estavam te chamando de viado mesmo...
-Alguns até apontaram semelhanças entre você e o Nico Rosberg...
-Nico Rosberg? Pqp!
-Disseram também que você desenhava as sobrancelhas iguais ao Alonso.
-Ai não, olha o respeito... Mas e vocês? Cumpriram?
-Eu não... Não parei de fumar.
-E eu não parei de beber...
-E eu não deixei de ser um romântico incorrigível.
-Mas nunca coisa a gente concorda, foi ótimo acabarem com o trema!
-ÉÉÉÉÉÉÉÉ, se ferraram os dois pontinhos em cima do 'u'. - grita alguém.
-Eles eram iguais ao Button! - grita outro.
-Como assim? - alguém quis saber.
-Ninguém ligava pra eles mesmo!
-ÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ - voltaram a gritar e então o relógio marcou meia noite...
Pois é... Cada um com seus defeitos e virtudes, cada qual do jeito que a vida fez. Que no ano que vêm estejamos todos juntos de novo. Para o bem, já que o mal a gente espera que não dê o ar da graça. E que além do fio condutor que nos liga a F1, mais afinidades surjam, sempre.
Com os que já tenho estes outros laços de amizade, que se prolonguem e se fortaleçam.
E como termina a história acima? Ora, por mais que eu goste de jazz e de clubes de jazz eles não são um bom lugar para romper o ano novo.
Todos eles: o gordinho; o fumante; o bebedor; o romântico e o viad... Digo... Metro sexual foram apreciar a queima de fogos e os shows na Avenida Paulista.
Abraçando a todos os conhecidos e desconhecidos que passavam em seu caminho. Como tem de ser nesta noite!
-Te ajudo sim... Mas, quer que eu escreva o e-mail pra você?
-Caro Luan Santana, ao ver seu vídeo – aquele em que você sobrevoa a platéia – fiquei impressionadíssimo. Nunca tinha visto nada parecido e o que mais me impressionou foi a quebra de paradigmas inserida na cena, afinal foi a primeira vez que vi um viado voar...
Porém o sentimento que tinha não era de medo. Não temia que uma das peças despencasse lá de cima e acertasse sua cabeça, mas um troço confuso. Queria agarrar uma das peças e arrancá-la. Sair correndo do armazém com a mortadela nas costas.
O funcionário do armazém faz a operação e com um sorriso lhe aponta a peça de mortadela que agora pertence ao freguês.
Sua linha editorial era pautada no trinômio: sexo, violência e crime.
Durante o período em que a história ganhou a capa do diário o médico que fez o parto foi passando de – não me lembro o nome correto – Dr. Jorge, depois Jorge; Dr. Jorjão e por último Jorge do Capeta...
“Di Grassi não é mais virgin”.
Luca Di Montezemolo: -Você é il Fabio Campos?
LDM: -Mas il terceiro carro não vai só gerar custo... As equipes podem alugar a vaga.
LDM: -Bom blog...
LDM: -Bom era quando vocês tinham piloto na F1...
Dele pode se contar varias histórias.
Não só invadiram a Academia como também divulgaram todas as nossas premiações com comentários jocosos... Abaixo o que foi divulgado.
Sobre o melhor curta metragem de animação:
Sobre o melhor figurino.
Sobre o melhor diretor.
Feita para Patti Boyd que à época era esposa de George Harrison - um dos melhore amigos de Eric - que parecia preferir “Something” ao trabalho de Clapton, a canção passa longe de ser melosa.
-Alguém atende esta porra ai... Tem ninguém para atender ao telefone não? – resmunga – É por isto que eu gosto de ficar em Maranello e nem vir pra casa... Lá, se toca o telefone e eu vou atender, logo vem um e pede pra eu deixar o Fernando atender, aqui ninguém nem vai... – e quando finalmente atende, ouve.
"-A gente fica parado aqui e o cavalo vai comendo tudo que tem no embornal, o capim é difícil de achar e a aveia tá muito cara. Sem contar que quando fermenta dentro do embornal e o cavalo come, fica doidão..."
-Agora há um congestionamento monstro na avenida principal, bem como nas marginais esquerda e direita do Ribeirão Tiburcio. No momento há uma carroça na curva do bar do Pinduca com um eixo avariado e os três ônibus da cidade estão impedidos de passar. Um dos donos da cidade com seu Honda Civic buzina loucamente tentando fazer com que o cavalo remova a carroça. Infelizmente o burro não percebeu que o problema é mais grave e não é culpa do cavalo. E nem da anta que pilotava a carroça. Mais detalhes assim que conseguir atravessar o furdunço.
De nada adiantou a revelação de que o guarda Jobson é freqüentador do boiolódromo, a multa foi lavrada assim mesmo.
Até amanha.
-Garçom!
-Champagne, pra brinda uno encontro...
-Me vê três quilos de picanha pra churrasco, por favor!
-Eu não deveria estar aqui... Só porque não gosto de musica?
No começo se achou que ele demoraria uma, duas ou três corridas para voltar a pegar a mão de pilotagem.
De um tempo onde ainda era possível ver as famílias dos pilotos nos pits.