29 de abr de 2011

E se os pilotos de F1 guiassem a carruagem da princesa?


E se a carruagem que leva Kate Middleton até a igreja fosse guiada por pilotos da F1?
David Coulthard:
Bateria a carruagem na primeira curva.

Rubens Barrichello: A carruagem chegaria em segundo, atrás do carro do primeiro ministro alemão.

Nico Rosberg:
A carruagem atrasaria porque o cocheiro iria querer dicas de beleza da princesa.

Sebastian Vettel:
Chegaria na hora, mas o Jos Verstapen diria que ele é arrogante.

Kobayashi:
Chegaria antes do horário, ultrapassando até a carruagem do bispo.


Maldonado:
Não levaria, afinal seu chefe -Hugo Chávez - não gosta mais de reis depois do "-Porque non te calas!"


Jenson Button:
Só chegaria no horário se os outros não poupassem o cavalo, como ele faz.

Lewis Hamilton:
Ficaria esperando até o Alonso passar, afinal, é com o espanhol que ele quer brigar...
Fernando Alonso:
Ficaria preso atrás do carro do presidente russo, acharia ridículo e desceria do carro fazendo gestos feios...

Sebastian Buemi:
A princesa fugiria com ele e deixaria o príncipe esperando.

Adrian Sutil:
Chegaria até a igreja, mas roubaria o príncipe para si...

Mark Webber. Entregaria a princesa na hora marcada e no local certo, mas levaria a Rainha Elizabeth embora...

Vitantonio Liuzzi:
Não chegariam, ou chegariam com três horas de atraso...

Narain Indiano:
Chegariam a tempo... Para o divórcio.

Felipe Massa:
Até chegaria, mas quem iria entrar na igreja com a princesa seria o Alonso.


As charges que ilustram o post são do grande Marcos Antonio, do Blog Gp Séries e do Pódium GP

28 de abr de 2011

A do Led...

-Precisamos compor uma canção nova, no sentido de ser inédita, entendem?
Todos balançaram a cabeça afirmativamente.
E por todos entendam-se o baixista Sandro; o guitarrista Ricardo.
Cada qual em seu posto e com seu instrumento afinado.
Não eram conhecidos e nem famosos, aliás, eram desconhecidos e infames mesmo. Tanto pela falta da fama quanto pela qualidade de sua música.

-E já pensou em alguma coisa?
A pergunta era direcionada ao baterista Doni.
- Não, mas estava contando com vocês, afinal vocês são ótimos.
Não eram.
-Tá certo, você também é.
Mentira.
-Então vocês começam e eu vou atrás... Faça ai alguma coisa...
-Tudo bem, começo eu. – Ricardo empunha a guitarra e manda um riff que lembra muito “Start me up” dos Stones.
- Isto me parece algo que conheço, só não sei dizer o que é.
Desanimo.

-Porra, vocês não tem nem idéia de como fazer uma musica original, né?
- Nem você, pelo que vimos até agora...
-Eu digo algo original mesmo... Tudo que a gente consegue fazer soa como algo já feito.
-Tá bom, tá bom... Agora então faz você ai...
-Fazer o que?
-Sei lá, eu não toco bateria. Toco Baixo.
-E eu guitarra... Mas você é baterista se vira ai... A gente segue.
-Faz ai... “Praco praco pum piss”!
-Mas eu não sei fazer “praco praco pum piss”!
-Então faz qualquer merda ai...
-Melhor! Vamos todos juntos, quando eu contar até três a gente toca junto!

Doni então segura as baquetas, fecha os olhos e emenda uma batida genial.
-Ficou bom?
-Ficou! Faz de novo e a gente vai junto...
Então Doni conta até três com as baquetas acima da cabeça e manda a mesma virada, e logo os outros dois estão tocando junto com ele. Perfeitamente sincronizados.
-Maravilhoso! Vai de novo!
Só que ninguém, jamais, disse a eles que naquela hora tocavam “The ocean” do Led Zeppelin.


27 de abr de 2011

Antes era pior... 8

Para quem hoje reclama das coisinhas artificiais da F1 como: kers, asa móvel e os pneus que se desfazem, é melhor rever alguns conceitos.
Antes era bem pior!

As asas eram fixas, não havia kers. No máximo, turbo e os pneus duravam - se fosse necessário - uma corrida inteira.
Mas o que faziam então os mais antigos para dar "emoção" as corridas? Simples... Como mostra a foto ai em baixo, o que se desfazia era o asfalto...




E está no ar mais uma edição da Rádio Onboard com os comentários sobre a ótima corrida de Xangai.Fábio Campos, Felipe Maciel e eu com o bom humor de sempre comandamos a parada.
Clique neste link Podium GP/Rádio Onboard e ouça o programa.
Aproveite e de uma navegada pelo site...

26 de abr de 2011

O casamento real, vamos incrementar?

Vem ai o espetáculo do ano!
Ao menos para quem tem o hábito de ler revistas de celebridades, gosta de uma fofoca ou tem uma queda pela realeza britânica. Mas quem não gosta também vai ficar sabendo e ver algumas coisas, afinal o evento vai ter cobertura maciça e exaustiva por parte de tudo que é órgão de imprensa. Oficial e oficioso.
É capaz de sabermos até a cor da calcinha da noiva. E antes do príncipe, que ao que parece, gosta mesmo é de cueca...

E nós vamos ficar de fora?
Nem ferrando! Somos brasileiros, considerados o povo mais gente boa da face do planeta...
Então vamos dar pitacos para ajudar a fazer da festa de casamento do Príncipe Sei lá o que com a plebéia Não Sei Quem um sucesso ainda maior...
Vamos remodelar o protocolo...

Não vou entrar em detalhes, mas até o horário de saída dos principais personagens do casório é extremamente controlado. Coisa de minutos e segundos...
Com as ruas todas interditadas para a passagem da carruagem real, vai ser fácil, mas... A gente poderia mandar para lá uns motoristas de táxi do Rio de Janeiro, que não abrem passagem nem para ambulância ou carro do corpo de bombeiro... Só para apimentar a coisa... Por falar em apimentar, que tal um upgrade no cardápio da festa?
É sabido que a culinária inglesa não é unanimidade. Os ingleses adoram, o resto do mundo odeia...
Tem o Fish and Chips é o que o nome diz: peixe e batatas fritas. É ruim? Até que não... Mas servir isto em casamento da nobreza é pedir demais...
É capaz de servirem Kidney Pies, que não passa de torta de carne bovina e rins suinos (eeeeeccccaaaaaa!) ou Cucumber Sandwiches, que não passam de sanduíches de pepino.Que tal se mandássemos iguarias da nossa culinária?
Imaginou aquele povo fresco lá comendo um belo Baião de Dois?
E uma saudável Feijoada? Acarajés? Bobó de camarão? Caruru baiano, a comida dos Encantados?
Buchada não, que é capaz deles gostarem...

O som da festa deve ficar por conta do Elton John, chegado da casa real, ou do U2, que de tão coxinha (apesar de bom) é capaz de dar as caras por lá...Que tal enviarmos Reginaldo Rossi? Falcão? Aguinaldo Timóteo? Funk Carioca? Só não digo coisas do tal sertanejo universitário porque é tão brega quando toda a festa e situação.

E presentes? Não vamos mandar presentes?
Já foi pensado em mandar umas lingeries instigantes para a noite de núpcias da futura princesa, mas corre o risco do noivo querer usar.
Basta lembrar que o pai dele disse um tempo atrás que queria ser o “tampax” de sua atual – e feia – mulher...
Melhor seria se mandássemos um homem para a futura princesa se divertir....

25 de abr de 2011

F1 news (e nego acha que é importante...)

(Musica de abertura: Burn, do Deep Purple, enquanto as câmeras se aproximam da bancada).





Narrador: -Seja bem-vindo! Começa aqui seu informativo sobre F1, o Groonews F1 primeira edição. Em um oferecimento das Quitandas Sutil: “Legumes que o fruta vende!” Para apresentar e comentar as noticias: Ron Groo!
(Câmera fecha no apresentador)

RG: -Ola! Este é seu resumo de noticias da categoria mais veloz do automobilismo mundial. Os tópicos serão divididos por equipe. Vamos à primeira...

Narrador: -Hispânia!
RG: -Como é que é? É brincadeira? Eu digo que é a categoria mais veloz e vocês me vem com Hispânia? Vá lá que seja... Narain Indiano defende a Hispânia dizendo que a F1 precisa de equipes novatas que prestigiem jovens pilotos.
Não sabemos se ele falou em causa própria, mas parece que a defesa vem do fato de a Hispânia não andar lá muito rápido e como ele também não é, a coisa fica equilibrada. E vale lembrar que o outro motorista lá é o Liuzzi, ou seja: vocação para andar devagar e no fim do grid é coisa própria da equipe.

Narrador: -David Couthard! RG: -Ai já é palhaçada… A gente querendo falar de F1 e os dois primeiro tópicos são uma equipe de chevettes e um aposentado? Quem escolhe os temas? O Fabio Campos? Bom... David Couthard faz exibição com carro da Red Bull em Cingapura: Surpreendentemente, ele não bateu o carro.

Narrador: -Jos Verstapen! RG: -Ah não... Ai não... É F1 mesmo o foco do programa? Jos Verstapen? Pqp! Bem... Jos Verstapen disse que está irritado com Sebastian Vettel... Incomodado, diz que detectou arrogância em sua maneira de comemorar. Pena não podermos comparar, afinal o Verstapen nunca ganhou uma corridinha sequer... Até o Kovalainen ganhou e ele não... Hahahahaha.

Narrador: -Ferrari! RG: -Ai sim... Eu não gosto da equipe, mas pelo menos é algo relevante relativo à F1... Vamos ver. Alonso diz que confia na recuperação da Ferrari... Ah não... Ai não... Quem foi que fez a pauta deste programa? Porra! Se o Alonso não confiar quem vai? O Schumacher? O Jos Verstapen? O Coulthard? O Narain Indiano? Ah vá se f...

Narrador: -Mônaco! RG: -Lá vem... FIA deve proibir o uso do DRS em Mônaco... Chega... Para... Pqp, eu me recuso a continuar com o programa... E se liberassem a tal asa e a zona de ultrapassagem? Ia ser onde? Não tem uma reta que preste em Mônaco... Ou vão construir uma avenida nova até o GP? Para... Pra mim chega... (levantando e tirando o microfone da lapela)

(Musica de fechamento: Bittersweet simphony, do Verve, enquanto sobem os créditos com os nomes dos redatores de sites brasileiros que na falta do que escrever, soltam estas perolas em seus sites...).


21 de abr de 2011

Conto de páscoa.

Fiquei sem tempo de criar um novo, então vai este que tinha feito. Afinal, infelizmente, páscoa é igual todo ano...
Provocavam-se o tempo todo.
Os amigos estranhavam e achavam que um dia aquelas peças que pregavam um no outro acabaria em uma briga mais séria.

Sempre se aborreciam um pouco, ficavam alguns dias sem se falar, mas nem assim deixavam de comemorar as datas festivas como o natal; dia dos pais; das mães e até o dia dos namorados. Sempre se provocando mutuamente.
Na páscoa não poderia ser diferente, ela queria uma forma de provocá-lo e ele idem...
Na manhã de Páscoa ele acordou, foi escovar os dentes e lembrou que a viu com dois ovos de páscoa pequenos.

Achou que desta vez não seria sacaneado.
Talvez tendesse a pensar que foi sacaneado no tamanho dos ovos, que ele achou realmente pequenos. Quase duas balas de chocolate.
Logo ele que tinha comprado um enorme, quase dois quilos de chocolate.
Saiu pela casa a procurar os seus dois minúsculos presentes.
Não achou nada... Voltou para cama de onde ela não tinha saído.
Ele deitou resmungou e logo dormiu de novo.
Ela aproveitou e se levantou para procurar aquele enorme ovo de chocolate que ele fez tanta força – em vão – para que ela não visse.

Pé ante pé e vasculhou a casa toda.
Nada.
Voltou para a cama e dormiu também.
Mais tarde ao acordarem quase simultaneamente sorriam um para o outro se perguntando:

-Cadê?
-Cadê o que? – continuaram em uníssono.
-Os chocolates! – disse ele.
-E o meu? – cobrou ela.
-Coloquei no local onde você não pensaria em procurar. Em um local que no fundo até parece com certa parte de sua anatomia...
-Que curioso, fiz à mesma coisa com o seu...

A ira era visível nos olhares de ambos.
Ele foi até sua gaveta e achou os dois chocolates dentro de uma cueca sua. Ele odiava quando ela o chamava de “bolinhas”.
Ela foi até seu closet e descobriu o gigante ovo de páscoa, já aberto, separado e com suas duas metades devidamente instaladas uma em cada bojo de um sutiã seu. Odiava quando ele gracejava com o tamanho de seus seios.
Provavelmente não vão se falar até o natal...


20 de abr de 2011

Mais um comercial para a Mercedes

A Mercedes Benz – montadora de carros e não equipe de F1 – fez alguns comerciais para promover os carros de sua marca e trouxe, convenientemente, os dois pilotos de seu braço armado (mas nem tanto assim) da Formula Um: Nico Rosberg e Michael Schumacher.
Na primeira peça publicitária Nico e Michael ficam trocando gentilezas em um restaurante, enviando um ao outro garrafas de vinho e trocando olhares para lá de suspeitos.
O clímax ou anticlímax é quando são oferecidos aos dois por Mika Hakkinen latinhas de Red Bull, o energético que dá nome a equipe mais forte da F1 no momento.

No segundo comercial, uma mulher está em trabalho de parto enquanto seu marido tenta em vão arrumar o carro no qual iam para a maternidade.
Então aparecem - cada qual dirigindo seu Mercedes - os dois bravos dublês de piloto e ator para prestar ajuda.
O casal então passa a discutir qual dos dois seria melhor e mais rápido para levá-los ao hospital e vão listando conquistas e recordes de cada um e não conseguem se decidir até o fim do filme. Mesmo um sendo sete vezes campeão do mundo, tendo quebrado e estabelecido recordes durante toda sua carreira e o outro sendo apenas Nico Rosberg, que não ganhou nada...

Então pensei num terceiro episódio, também com o casal do segundo filme.
Seria assim:
Sem conseguirem se decidir quem os levaria ao hospital surge Mika Hakkinen e os coloca dentro de seu carro, curiosamente azul... E acelera por uma estrada sinuosa até chegarem ao destino.

Lá eles levam a mulher para a sala de parto onde aguardam a chegada dos médicos.
Novamente aparecem - devidamente trajados de branco e paramentados para o parto - Michael Schumacher e Nico Rosberg.
Ao vê-los os dois já temem pela volta da indecisão sobre quem fará o parto e procuram com os olhos o bom e velho Mika pelo quarto.
E eis que surge o finlandês – sorridente – e resolve a situação.
“-Não temam!” – diz ele – “-Aqui as coisas são diferentes... Enquanto Michael é o cirurgião, Nico é apenas a enfermeira...”.

E o bebê nasce com a cara de Sesbastian Vettel.

19 de abr de 2011

Ava(ca)liações chinesas: não é só Red Bull que dá asas... A FIA também

Em tempo... Nunca vi o autódromo da China tão cheio! Serão nouveau riche ou entrada gratuíta?

Hamilton homenageando quem verdadeiramente lhe deu a vitória: as asas abertas.

A cara de felicidade do Vettel diz tudo: malditas asas que a Red Bull NÃO deu...


Eis o cara! De décimo oitavao para terceiro. Ele queria impressionar a empresária do Petrov... Só pode ser.

Diretor da Maclata dando um salve para o cara que inventou a zona de ultrapassagem... Assim até eu, quanto mais o Hamilton...

E a F1 segue lançando tendências para os carros de rua... Lamentável...

Mecânico: -Então ela não é sua mãe?
Petrov: -Não... Minha mamushka é mais bonita...
Mecânico: -Sério... Então trás ela nas próximas corridas...

Não disse que estes pneus da Pirelli eram uma porcaria? Este ai se deteriorou tanto que até sumiu!

Ele deveria estar feliz de ter chegado na frente do Alonso, mas sabe os problemas que isto trazem... Lá vamos nós de novo ouvir que espanhol está mais rápido?

17 de abr de 2011

GP da China: We can be heroes just for one day

Tá bom! Vamos nós de novo sair do cordão dos contentes e principalmente: dos puxa-sacos.
A despeito da prova ter sido a melhor já disputada em tempo seco no autódromo chinês – e foi mesmo – ficou um gosto de chocolate hidrogenado na boca...

Um parêntese para explicar.
Chocolate não hidrogenado é mais puro, tem mais cacau e menos gordura, enquanto o hidrogenado – com muito mais gordura vegetal em sua composição – tem forte gosto de margarina.

Claro, é bonito ver uma corrida em que as ultrapassagens estão espalhadas por toda a pista e por toda a prova. Inclusive na ponta, mas...
Fica fake, muito fake.
Agora é fácil encontrar, principalmente pelo lado dos torcedores de Hamilton e da Mclata, defensores da falcatrua da asa móvel, mas comparemos:

É igual a vendar o goleiro em uma cobrança de pênalti.
É igual a deixar que o jogador de basquete use escada para chegar à cesta.
É igual ao boxeador acertar o oponente com a guarda baixa.
É igual a tentar defender um saque do Pete Sampras com uma raquete furada.
É igual pegar moeda da caneca do cego cantador na porta de igreja.
Em suma: é uma covardia.

Duvide-ó-dó que sem o artifício da asa somado ao kers, o carro prata passava o azul de forma tão fácil.E muitos dirão, e eu não lhes tiro a razão, de que no momento da ultrapassagem em si não havia asa aberta.Ok!
Mas havia no conjunto da obra.
No aprouch final para que tivesse a condição ideal de tentar, se não no exato fim da reta onde ela era usada, nas curvas seguintes já se valendo de tê-la usado e encostado definitivamente.
E assim foi com Alonso e Schumacher e em quase todas as outras.“-Ah. Vá!” – vão dizer – “-Se não tem ultrapassagem, reclama e se tem reclama também?”.
É verdade... É uma contradição que passa também pela cabeça deste que escreve...
Ao mesmo tempo em que gosto de ver a ação que toma conta das corridas fico triste pela situação de não se poder se defender mais a posição. Não há mais brigas...

Mas há de se admitir ao menos que uma corrida em que um cidadão – ainda que com um canhão nas mãos – sai de décimo oitavo para a terceira posição tem que ser reconhecida como boa: Weber deu show.No fim a “vitória” de Hamilton dá a falsa sensação de que a Mclata realmente chegou ao nível da Red Bull, porém, basta uma olhada no segundo e terceiro lugar da prova para ter-se a certeza de que a coisa foi pontual e não uma verdade absoluta.
Bom para o campeonato, claro, mas péssimo para a categoria...

Musica da corrida: Heroes, de David Bowie, porque Hamilton pôde ser herói, nem que seja apenas por um dia...

15 de abr de 2011

What´s up, Petrov? What´s up F1?

Ouvido no rádio da Renault...
Equipe: -Petrov, o que você está fazendo?
Petrov: -Vendo se estas asas funcionam mesmo...

Agradecimento ao blog: José Inácio falou.

Tem coisas que a gente não consegue engolir.
Corridas de automóveis são coisas muito simples, eu canso de dizer isto.
Dois ou mais desocupados constroem seus carros e levam para as pistas para ver qual é o mais rápido ou mais confiável.

O mais rápido ou o que mais aguenta o tranco sempre vence.
Quando os carros são iguais, os pilotos fazem a diferença.
Quanto os pilotos se equivalem, a sorte ou outro detalhe qualquer se encarrega de achar um vencedor.
Empate, certamente não há e nem nunca houve em automobilismo....

O ponto alto de qualquer corrida é, sem duvida, a ultrapassagem.
Seja pela perícia, arrojo, risco ou coragem que é implicado na manobra.
Porém, querer a qualquer custo que elas aconteçam é um tanto forçado demais.
Botão para aumentar cavalagem de motor com recuperação de energia... E agora: asas móveis...
Sinto muito, mas ver uma Renault (Lotus é o ca**lho) ultrapassar uma Mclaren como se esta fosse uma Hispânia, ou pior...
Tão sem defesa que parecia uma ultrapassagem de rodovia , daquelas em que o carro mais lento se recolhe para a direita para que o mais rápido possa passar sem problemas...

Gosto de corrida de carros, se fosse para ver asas se movendo, iria observar pássaros.

14 de abr de 2011

Erotic F1


Vettel: -Foi bom pra você?
Kinky Killie: -Of course, my horse...

13 de abr de 2011

O que você não queria saber mesmo tendo a quem perguntar

A Tailândia é um país sensacional.
A começar pela língua nacional: o tailandês.Como quase toda língua oriental, parece uma bela discussão quando falada em diálogos públicos.O que não deve ser muito longe da verdade já que naquele país tudo parece ser “de briga”.
Até o dinheiro corrente tem nome que remete a luta: Bath
A corrente elétrica usada é a de 220 v, que convenhamos, faz do choque uma “porrada”

Na Tailândia o esporte nacional é o Muai Thai ou Boxe tailandês, que nada mais é que o velho “chute boxe”.
Nego dá porrada em cima, chuta em baixo e se sangrar o adversário, melhor ainda.

Lá se aposta em brigas de todos os tipos.De cachorro, de galos, de gente, de gatos, e até de peixes.Você não entendeu errado, está escrito isto mesmo: peixes.
O peixe Beta, um belíssimo exemplar da classe de peixes ornamentais é oriunda da Tailândia.
O bicho é tão feroz que se posto diante de um espelho, ataca até se machucar.
Nos aquários, chamados de “beteiras” só se põe um macho e no máximo uma fêmea, que é muito diferente no formato. Mais que isto e o pau quebra generalizadamente.
No quesito comida a coisa não foge muito: frango, macarrão, porco, bovinos, peixe, legumes, frutas e pimenta, muita pimenta, pimenta para caramba!“-Ah Groo! Onde está a “briga” nisto?”.
É... Olhando assim parece que não tem mesmo, mas experimente por tudo isto no mesmo prato? Se não brigar na boca com certeza vai por estômagos mais sensíveis a knock out.E para ficar no campo do exótico, brigando com o “bom senso” ocidental tem os espetinhos de escorpião, carne de cavalo, churrasco de rato, cérebro de macaco e outras coisinhas...

Tem também uma quantidade enorme de travestis e transexuais que fica até difícil grafar em números...

A única coisa realmente de paz lá é a religião: o Budismo, porém não deixa de ser uma contradição que um povo que pratica filosofia tão zen goste tanto de lutas...

Mas por que catzo está aqui este texto sobre a Tailândia se o GP foi na Malásia?
Simples...Tudo isto que citei sobre a Tailândia é proibido ou desaconselhado na Malásia que é um país muçulmano.

A Malásia até é um país muito bonito, mas é tão chata que nem para ter curiosidades além das torres Petronas para serem citadas.
Talvez por isto que, apesar de ter um autódromo com pista larga e um traçado dos mais interessantes costuma não ter corridas muito boas.Seria uma boa ter uma corrida de F1 na Tailândia... Ao menos brigas na pista seriam garantidas...
Ou sei lá... Instalar Kers, Asa Móvel na Malásia também pode dar jeito.
Deu na corrida deste ano...

12 de abr de 2011

Ava(ca)liações malaias

Ganhou sem fazer esforço, correu tranquilo e ainda contou um Button satisfeito no fim da prova. Sem falar no Alonso em dia de Satoru.... Tá bom o Alonso não chegava, mas é bom sacanear.

Button é aquele cara vai poupando, poupando... Ataca de leve e quando vemos. Tá no pódio. E ainda contou com o Alonso em dia de Couthard...

Grande Nick Heidfeld! Grande largada, bela corrida. É bom vê-lo de volta. E ainda mais na frente do Alonso, que hoje estava em dia de Eliseo Salazar...


Button: -Ai ele veio tentando passar por dentro, por fora... Tava danado o cara...
Vettel: -E quando viu que não ia conseguir, fez o que?
Button: -Bateu... Achei até que era o Coulthard...
Vettel: -Maldade com o escocês... Maldade.

Finalmente uma foto do Alonso em que ele aparece simpático... Mesmo tendo pilotado na Malásia como um De Césaris da vida...

-O que aconteceu, Petrov?
-O segundo estágio do foguete falhou, por isto não consegui decolar direito...
-Tá certo.... E o que você aprendeu com isto?
-Que não devo soltar o volante com o carro em movimento.

Grid girls (ou boys, vai saber) do carro do Nico Rosberg.

-Por esta tua corrida, Alonso, você merecia o que tem na foto ai de baixo...
-Ui...

Aborigenes matando as saudades da F1 e fazendo uma visita à Malasia...
Se bem que a legenda correta para isto seria: What a fuck is this?

10 de abr de 2011

GP da Malásia: Gotta fell for my automobile

Pois é... Tem certos preceitos que existem para ser quebrados.
Tilkódromo só dá corrida ruim é um deles.
Malásia é chata – eu mesmo disse um monte de vezes – é outro.
A pista de Sepang é um tilkódromo e a corrida foi muito boa.

A corrida malaia de 2011 foi movimentada e garantiu boas doses de emoção no fim de madrugada, começo de manhã, pode até ter sido emocionante pelos motivos equivocados, mas não há como negar que foi.

Vamos lá...
É chato para caramba depender de dispositivos A, B ou C para que se tenha emoção onde ela deveria existir de forma natural.
Carros a trezentos quilômetros por hora vencendo curvas, atrasando freadas estando a centímetros de proximidade uns dos outros deveriam carregar a cota de emoção sem que kers, asa móvel e outras mumunhas tivessem de auxiliar, porém, elas existem. Aproveitemos.

E foi um festival de abertura de asas e aperto de kers que garantiu – quase sempre – na reta de largada as ultrapassagens que são o supra sumo deste esporte.
Chega a ser uma covardia.
O piloto da frente, mesmo fazendo uso do kers fica muito vulnerável e quase sem defesa contra o ataque.Tanto que a impressão que se tinha era que sempre o carro de trás era muito superior ao dá frente o que nem sempre era fato.
Mas são filigranas, o fato é que a corrida foi legal e teve algumas verdades sacramentadas. E pequenas mentiras derrubadas sem dó nem piedade.

Algumas mentirinhas que ficaram por terra.

  • A Mclaren não chegou coisa nenhuma. Está no mesmo lugar onde terminaram a prova australiana. Só mudou o piloto, assim como a Renault (Lotus é a pqp).
  • A Ferrari também não evoluiu nada.
  • Felipe Massa não tem o mesmo tratamento. Seu primeiro pit stop prova isto.
  • A Red Bull não piorou, só sentiu os efeitos do tempo quente.
  • E não choveu durante a prova. Os xamãs e oráculos do tempo da FIA erraram feio. E como lá não tem represa para que o Galvão veja de onde vêm as nuvens negrasas verdades:

Agora as verdades.
  • Vettel pilota demais e apesar do carro ser realmente bom, mostrou que um bom par de braços só eleva o conjunto.
  • Sim, a Red Bull ainda é dominante. Mesmo não sendo um massacre como na Austrália, ainda assim foi um passeio.Desconte-se a má performance do australiano ainda assim o carro rendeu bem e o quarto lugar - depois de uma largada desastrosa - acabou sendo uma vitória para Weber.
  • Schumacher envelheceu mal. Mesmo tendo terminado a frente do companheiro de equipe, fez uma prova sofrível e só aparecia quando tomava uns passa moleque do japonês Kobayashi.
  • A Renault (Lotus é o cacete) tem um carro realmente bom. O pódio de Obi-wan Kenobi, vulgo Nick Heidfeld, prova isto.
  • É o segundo em duas provas.
  • Uma pena o russo ter ficado com complexo de Laika, a primeira cadelinha a ir para o espaço, e ter tentado decolar seu carro. Na volta ao solo ainda quebrou a barra de direção, trazendo a cena mais bizarra do fim de semana: o volante solto em suas mãos.
  • O carro da Williams é ruim. Ou melhor, está ruim. O fato é que nem o 1B merecia o que aconteceu este fim de semana.
  • O Pastor merecia, mas isto não vem ao caso.
  • E por ultimo, descobrimos – depois de séculos – que o Barbeiro de Sevilha da ópera na verdade é asturiano.
Largou feito um retardado e ainda fez uma barbeiragem identificada até por Bruno Senna.

A musica deste GP diz respeito à declaração de Vettel logo após cruzar a linha de chegada: I´m in love with my car, do Queen.