Para quem já estava sentindo falta de Istambul Park, ai está a sucessora: Buddh.
Seus sobes e desces, curvas de alta são desafiadores para uma volta lançada em busca do menor tempo, mas para disputa de posições em uma corrida ficou devendo. Assim como era na pista turca.
Mas longe de decepcionar, afinal é um legitimo Tilke, e nas pistas desenhadas por ele a tônica é esta.Ao menos, para nós brasileiros, o horário da corrida é algo de bom. Muito melhor que acordar às três e meia da madrugada para ver a mesma coisa na Coréia, por exemplo.
E se as características das pistas tilkeanas não mudaram, também não mudou o vencedor.
Sem oposição, sem ser atacado, sem se esforçar e com a volta mais rápida da corrida no ultimo giro, Vettel fez um grand chelem.
Ficou tão a vontade que transformou o circuito em Red Buddh.
Se não mudaram as características e nem o vencedor, também não mudaram os trapalhões.Mais uma vez Massa e Hamilton se enroscaram.
Só mudou o punido, desta vez foi Felipe quem tomou um “dirija dentro”.
Se foi justo ou não, merecido ou não, fica na interpretação de cada um.
O fato é que toda vez que se encontram pelas pistas do mundo, a tensão sobe e as atenções se voltam para os dois imediatamente.
É pouco para um campeão e um vice, mas é o que eles têm agora.
Para nós: diversão.
Outra coisa que não mudou foi a apatia ou a inoperância de Webber. Ou seria incompetência?Mesmo com o melhor carro da temporada o cara não consegue sequer ser o segundo colocado.
Assim o vice-campeonato do Button vai ser muito mais que merecido.
Também não mudou a má fase da Williams, e nem a ruindade dos carros de fim de grid.Não mudou nada além dos capacetes homenagem que alguns pilotos usaram, todos lindos.
E sabe... Isto até é muito bom!
Em um mês que em duas semanas perderam a vida dois pilotos, uma corrida mediana – chata até – mas que termina com todo mundo bem é muito bem vinda.
Salve a não mudança!


-James, vá fazer o que mandei...
-Claro...
Mais uma corrida em um local que nada tem com o automobilismo de competição.
Quanto ao circuito em si, pouco se pode dizer.
E Rubens, bom... Rubens não espera, ele vai atrás... Nos dois sentidos.
Na Líbia passaram o ditador para os domínios do cramulhão. Lá, provavelmente, vai encontrar o pessoal com o qual se parecia.
Ainda no Oriente Médio agora é só esperar quem vai ser o próximo ditador a cair e ser substituído.
Aqui em terra brasílis comemora-se que o estádio do curintia vai abrir a copa do mundo.
A presidenta “segurou” o ministro dos Esportes no cargo.
E por fim, o marido da tal Wanessa-sei-lá-o-que disse que está processando o humorista Rafinha Bastos por este ter dito que comeria sua mulher... Comeria.
-Tubaína? Ué, Celão? Tá doente?





Button: -Hei, Truli! Por que você não imita o Alonso?
Não pode comprar os controles Sony dualshock de PlayStation e apela para os da Sqmy duroshock.
Quem não pode assistir um GP do Japão, assiste um da Coréia...
Levou vantagem e ficou em segundo, coreanamente já que a Coreia consegue ficar atrás da China como grandes falsificadores da Ásia.
Bruno Senna conseguiu se coreanizar ficando atrás do 1B, que poupou pneus ainda no Q1 (WTF?) para tentar, como um bom comerciante coreano da 25 de Março, vende-los aos outros competidores durante a prova: “-Compla né? Pouco uso... Elam de um blasileilozinho contla este mundão todo...” – Sem sucesso.
Como se viu: ruim não foi, mas também não foi aquela maravilha: bom para um GP da Coréia, ruim para um GP de F1.
-Vijay Malya? Dono da Force Índia?
-Frank Williams, meu ídolo... Eu quero falar sobre pilotos.






Pouco importa de levou a corrida nas paradas de boxes, olhando as voltas de cada um, num comparativo pobre, é possível projetar uma ultrapassagem. Talvez não simples e nem fácil, ou talvez de bandeja, já que apenas um ponto já bastava para Vettel, mas que Button ultrapassaria, me parece fato.
Button, de fato.




Quem lava a sério uma rivalidade inventada entre dois caras que estão seguramente tendo o pior ano de suas carreiras?