-Olá, aqui quem fala é o cara que cria os tablets New Year... E antes que alguém possa levantar a hipótese, eu não sou o Steve Jobs.
Sei que não deveria estar me pronunciando ainda, afinal o novo lançamento só chega até vocês no dia 31, mas poxa...
As linhas telefônicas daqui de onde estou estão congestionadas, não consigo falar com nenhum dos meus colaboradores. Nem a internet aqui ta funcionando direito. Não dá para acessar a plataforma do modelo anterior ou ver nos fóruns especializados o que funcionou direito e o que não.
É nego fazendo pedido de aplicativo, que todo ano nesta época eles baixam e nunca usam. Exemplos? Veja só... Da linha: “No in the next year” tem alguns que sempre pedem pra atualizar a interface, mas pouquíssimos usam: No Smoke e No Drink principalmente. Tem gente que enquanto está carregando o aplicativo já acende um ou dá um gole em alguma coisa...
E a série: “Yes in the next year” também. Tem o “I will pay my dues” que sinceramente, nem sei pra que existe. Nego baixa e nem acessa depois.
Os aplicativos de perda de peso; melhora de forma física ou fim do sedentarismo ninguém aqui nem se dá ao trabalho de atualizar... Pra que? Nego acessa estes toda segunda, mas quando chega à quarta feira já não estão nem ai pra ele... Imagina então os que se põe para trabalhar apenas no inicio de cada ano?
E as reclamações sobre o modelo anterior que já está saindo de linha?
Os caras usam o negócio errado, deixa dar pau, faz downloads de sites pouco confiáveis e querem reclamar?
A empresa aqui vende os New Year, mas não faz troca e nem conserta. Usou errado, azar!
São criados e entregues novinhos, limpos, apenas com o sistema operacional e dividido em doze pastas para melhor organizar os conteúdos de vocês.
Ah sim... O sistema tem uns bugs, claro.
Algumas vezes o New Year vai tremer, vai soltar fumaça, vai fazer – muita – água. Alguns proprietários ficarão sem poder pegar o aparelho novo no próximo dezembro, mas ninguém disse - pode procurar no manual - que era 100 por cento seguro o uso do New Year. Entre nele por sua própria conta e risco.
Uma dica? Verifique bem o que vai por no seu New Year.
Veja a qualidade e a segurança da conexão antes de baixar alguma coisa.
Não desligue as atualizações automáticas, afinal, quem é que quer um New Year desatualizado?
E mesmo para os que acharam que o modelo que está saindo de circulação foi bom, fica a dica: tudo tem que evoluir, tudo tem que se atualizar. Até o que já era bom.
Verifique e proteja sua rede de amizades, seus contatos.
Fortaleça aqueles que acrescentam algo à sua vida e exclua aqueles que estão lá só fazendo número.
Desinstale tudo que for sem função e esvazie periodicamente a lixeira.
Compartilhe os bons programas, os apps de gargalhadas e os de tristezas também!
Afinal, tem coisas que ficam mais leves se você por em dois HD´s.
Não dá pra garantir que o New Year vá funcionar perfeitamente até a chegada do novo aparelho, mas que há boas chances não tem duvida.
Agora é só esperar o lançamento e curtir.
Vejo vocês em breve.
Coyotus
CEO da New Years technology ltd.
Sei que não deveria estar me pronunciando ainda, afinal o novo lançamento só chega até vocês no dia 31, mas poxa...
As linhas telefônicas daqui de onde estou estão congestionadas, não consigo falar com nenhum dos meus colaboradores. Nem a internet aqui ta funcionando direito. Não dá para acessar a plataforma do modelo anterior ou ver nos fóruns especializados o que funcionou direito e o que não.
É nego fazendo pedido de aplicativo, que todo ano nesta época eles baixam e nunca usam. Exemplos? Veja só... Da linha: “No in the next year” tem alguns que sempre pedem pra atualizar a interface, mas pouquíssimos usam: No Smoke e No Drink principalmente. Tem gente que enquanto está carregando o aplicativo já acende um ou dá um gole em alguma coisa...
E a série: “Yes in the next year” também. Tem o “I will pay my dues” que sinceramente, nem sei pra que existe. Nego baixa e nem acessa depois.
Os aplicativos de perda de peso; melhora de forma física ou fim do sedentarismo ninguém aqui nem se dá ao trabalho de atualizar... Pra que? Nego acessa estes toda segunda, mas quando chega à quarta feira já não estão nem ai pra ele... Imagina então os que se põe para trabalhar apenas no inicio de cada ano?
E as reclamações sobre o modelo anterior que já está saindo de linha?
Os caras usam o negócio errado, deixa dar pau, faz downloads de sites pouco confiáveis e querem reclamar?
A empresa aqui vende os New Year, mas não faz troca e nem conserta. Usou errado, azar!
São criados e entregues novinhos, limpos, apenas com o sistema operacional e dividido em doze pastas para melhor organizar os conteúdos de vocês.
Ah sim... O sistema tem uns bugs, claro.
Algumas vezes o New Year vai tremer, vai soltar fumaça, vai fazer – muita – água. Alguns proprietários ficarão sem poder pegar o aparelho novo no próximo dezembro, mas ninguém disse - pode procurar no manual - que era 100 por cento seguro o uso do New Year. Entre nele por sua própria conta e risco.
Uma dica? Verifique bem o que vai por no seu New Year.
Veja a qualidade e a segurança da conexão antes de baixar alguma coisa.
Não desligue as atualizações automáticas, afinal, quem é que quer um New Year desatualizado?
E mesmo para os que acharam que o modelo que está saindo de circulação foi bom, fica a dica: tudo tem que evoluir, tudo tem que se atualizar. Até o que já era bom.
Verifique e proteja sua rede de amizades, seus contatos.
Fortaleça aqueles que acrescentam algo à sua vida e exclua aqueles que estão lá só fazendo número.
Desinstale tudo que for sem função e esvazie periodicamente a lixeira.
Compartilhe os bons programas, os apps de gargalhadas e os de tristezas também!
Afinal, tem coisas que ficam mais leves se você por em dois HD´s.
Não dá pra garantir que o New Year vá funcionar perfeitamente até a chegada do novo aparelho, mas que há boas chances não tem duvida.
Agora é só esperar o lançamento e curtir.
Vejo vocês em breve.
Coyotus
CEO da New Years technology ltd.
Enquanto o chefe respondia, o fotografo entrava na sala.
E assim se dá.



A limada que a Toro deu em seus dois pilotos de uma só vez até surpreendeu, mas e daí?

A história de sua vida poderia facilmente contada com um blues, desde a procura pelo pai que o abandonara ainda criança, as perdas pessoais – como a esposa que morreu no parto – até o lendário envolvimento com o lado negro, tendo vendido a alma ao Capiroto em troca de uma habilidade incrível ao violão.



Espantalho em plantação de milho, por exemplo. 
Sempre fora assim, um homem de poucas palavras.


From: Ron Groo (
Esta é só uma das histórias do doutor Sócrates que um dia disse: “-Quero morrer em um domingo e com o Corinthians campeão.”
-Hei rapaz, vem cá.