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Mostrando postagens de Abril, 2013

Motivos

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Kubica é um bom piloto, ponto.
Não é genial, não é genioso e nem era ou é fora de série.
Nem é besta e nem bestial.
Porém, tem muita gente que o idolatra, sabe-se lá por que...
O fato é que existe sempre um rumor aqui ou acolá dando conta de que há um time da F1 interessado em seus serviços.

Ferrari: diziam que era porque era amigo de Alonso.
Como se Alonso tivesse amigos...
Lotus: lá era adorado desde os tempos em que a equipe se chamava Renault.
Vá lá que seja... Prestou realmente bons serviços lá e na BMW.
Agora a Mercedes que até o autorizou a utilizar seu simulador...
Mas o time alemão não está bem de motoristas? Tem dois muito rápidos e porque não dizer: bons.
Vai entender.

Qual o real motivo de tanto interesse?
Amizade!
Não acha que seja isto?
Pense bem...
É melhor trazer logo o polonês para a F1, até porque, se continuar no rallie, vai se matando.
Afinal, quando não vence, bate...


Kimi Raikkonen está sendo disputado veladamente (ou seria apenas outro rumor?) por duas equipes: L…

Onde Hermann Tilke se inspira

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Não há entre os fãs de F1 quem não tenha – ao menos uma vez – reclamado, odiado ou mesmo apenas xingado uma pista que tenha a chancela de Hermann Tilke.
O mais comum é dizer que são enormes kartódromos que não levam em conta a competição, mas apenas a grandiloquência da obra em si.
Pistas com entorno sensacionais como o de Abu Dhabi onde tem até um hotel que muda de cor ou então as instalações suntuosas – e gigantescas – do autódromo da China são muito mais comuns em sua obra que as curvas bacanas do – também seu – circuito da Turquia.

Também é comum dizer que o homem faz suas pistas no paintbrush, que abusa do copy and paste, copiando curvas de circuitos já existentes e consagrados (Spa, Suzuka, etc.) quando não, copiar a própria obra.
Por vezes a sensação, principalmente de quem se utiliza de jogos e simuladores de corrida, é de que é muito mais divertido pilotar nas pistas Tilke do que assistir corridas nelas. E deve ser realmente verdade.

Aqui também, com honrosas exceções (Malási…

Chico Buarque, o troll

Chico Buarque é malandro.
E malandro tirador de sarro, diga-se.
Aqui três trollagens de sua lavra.

Quando interrogado pelo DOPS.
-O senhor sabe por que está sendo interrogado?
-Não sei não... Sou apenas um compositor.
-Nós sabemos, só queríamos que o senhor parasse de escrever sobre generais.
-Mas eu não escrevo sobre generais.
-Não? E escreve sobre o que?
-Generalidades...

Se o interrogador tivesse o mínimo de conhecimento da obra do homem, saberia que o “generalidades” não era literal e sim um neologismo criado por Chico para dizer que não fala sobre os homens que mandavam, e sim do que eles faziam quando mandavam.•.

Ao mostrar sua canção Bastidores (“Cantei, cantei... Como é cruel cantar assim.”) para Cauby Peixoto, o compositor ouviu.
-Mas Chico, esta canção é mais apropriada para uma mulher!
-Quem disse isto Cauby? A canção é a tua cara.
-Nem precisa, olha este verso: “... e os homens lá pedindo bis, bêbados e febris a se rasgar por mim...”.
-Besteira Cauby.
-Mas, Chico!
-Nada de…

E para finalizar o assunto Bahrein

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E durante a coletiva após a corrida barenita...

-Alonso! O que aconteceu com a Ferrari?
-Foi um dia de azar. – e sorri.
-Mas o que aconteceu de verdade com a asa traseira do seu carro?
-Travou. – ainda sorrindo.
-Só?
-Só... Como disse, foi um dia de azar...
-Não voltou nem na porrada, né?
-Voltou, mas eu fui abrir e travou de novo. – com sorriso insistente.
-Mas se tava quebrada, porque abrir de novo, não foi burrice?
-Não... Tinha que testar né?  Foi só azar mesmo. – continua sorrindo.
-Disseram que você tentou abrir de novo, mesmo quebrado, para mostrar para o Massa que até burro você é mais que ele.
-Não entendi... – mas ainda sorrindo.
-Para fazer uma piada.
-Que piada? – já não sorri tanto assim.
-Você insistindo em usar uma peça quebrada e o rádio avisando ao Felipe: “Fernando é mais burro que você!”.
(Alonso muda radicalmente a expressão).
-Mas foi um dia atípico para a equipe toda, né? – continua o repórter - O Massa furou o pneu traseiro duas vezes!
-Como eu disse... – agora …

Três toques: Baherein

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#1

Agora é para acabar de vez com a pachecada de dizer que a Ferrari não dá as mesmas condições para o Massa e o Alonso.
Esta teoria conspiratória já deu nos nervos e nesta prova barenita se mostrou completamente infundada.
Tanto um quanto outro tiveram o mesmo tratamento nos pitstops desta vez, inclusive na quantidade de vezes que foram aos boxes: quatro vezes cada um.
Alonso teve de voltar duas vezes aos boxes só por conta do defeito em sua asa traseira que abria, mas não fechava.
Massa por sua vez voltou às mesmas duas vezes por conta do pneu traseiro que abria e, claro, não fechava.

#2

Se Martin Withmarsh queria ver Sérgio Perez um pouco menos educado na pista, desta vez conseguiu.
E cara foi para cima, disputou posição, foi arrojado, irresponsável quando necessário...
O problema – para o pessoal da McLata é que ele foi tudo isto com o Button, que é seu companheiro de equipe.
Foi com outros também, mas com o Button ele pegou pesado, tocou duas vezes.
Ah... Ele tocou com o Alonso ta…

F1 2013 Bahrein: não foi xadrez, mas foi ludo

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E mais uma vez a corrida no Bahrein se passou sem nenhum problema extra pista.
Como previsto, logo esquecerão que o país e seus problemas existem.
Mas dentro da pista a prova conseguiu - pelo segundo ano consecutivo - ser boa.
Não ótima nem extraordinária, mas boa.
A dinâmica da prova foi mais convencional graças aos pneus macios que ao invés de durar apenas seis voltas, duraram dez.
Assim, a prova deixou de ter aquele aspecto de jogo de xadrez e passou a se parecer mais com o jogo de ludo.

Ainda assim foram várias as ultrapassagens e desta vez tivemos algumas disputas.
Ok que algumas foram sem defesa, mas as que deram vez a alguma briga foram muito divertidas.
Neste quesito, ponto para Sérgio Perez que fez até aqui sua melhor corrida.
Combativo, arrojado e por vezes irresponsável e inconsequente.
Mas não é assim que esperamos que todos sejam?
Já a boa posição de chegada dos carros de sua equipe é facilmente explicável por dois pontos básicos.
Ferrari em dia péssimo.
Note bem: Ferrari…

Alonso pode ter blefado?

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Que Alonso é um dos melhores pilotos do atual grid ninguém nega.
Que está incluído entre os melhores pilotos que a F1 já viu, também não.
Que é um dos poucos que enxerga – de dentro do carro – a dinâmica das corridas e consegue (ao mesmo tempo) pilotar e citar regulamento para pedir punição aos adversários como já vimos em mais de uma oportunidade, idem.

Mas agora o asturiano mostrou uma nova faceta que provavelmente muitos desconheciam e que acabaram por comprar: jogador de poker.
O espanhol safado (no bom e no mau sentido) ao ganhar o GP da China de forma brilhante e – aparentemente – com facilidade criou uma peça de marketing quase perfeita para vender a imagem de carro superior de sua Ferrari.
Vamos relembrar.

Em certa altura o sem vergonha vinha baixando a bota e o tempo de volta quando se ouviu pelo rádio: “-Não force”.
A resposta foi categórica: “-Não estou forçando.”. - e fez a melhor volta.
Alonso estava forçando sim e não era pouco!
Ou então não haveria motivo para se ouvir …

Beleza, beleza, beleza...

A origem da história é um tanto confusa. Jorge Bem diz ter acontecido durante o Festival de Montreux.
Já Nereu Gargalo diz que foi no Japão, durante a turnê que deu origem ao disco On Stage, de 1971.

Durante uma festa oferecida aos artistas brasileiros, o Trio Mocotó - então formado por João Parahyba, Fritz Escovão e, claro, Nereu Gargalo – entornava todas em sua mesa.
Reconhecidos por um executivo da gravadora Philips, onde estavam contratados à época.
Nereu, que já é de natural simpatia e desembaraço sóbrio, fica ainda mais solto quando levemente alto.
No caso, estava pesadamente alto.

-Mas olha quem está aqui! O Trio Mocotó! Os escudeiros de Jorge! – diz o fã executivo para alguns de seus pares e logo traduzindo para a língua local.
Sorrisos, apertos de mão abraços e confirmação de que todos eram seus fãs. Na língua local, claro... E o brasileiro deixa os amigos na mesa do Trio e some.
-Beleza, beleza, beleza! – respondia Nereu, também sorrindo.
-Vocês são muito bons, nunca vimos n…

E para finalizar o assunto China

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-Mas, doutor!
-Não tem mais e nem meio mais, senhor Webber, acho vai precisar usar óculos.
-Não é justo...
-Não é justo? Não é justo? Vá falar de justiça pro coitado do Vergne.
-Eu não quis acertar ele...
-Não?
-Não...
-Não mesmo?
-Já disse que não...
-Seja sincero. Ao menos uma vez.
-Tá bom... Eu quis dar um susto.
-No Vergne?
-Não... No Vettel.
-Só que não era o Vettel!
-Doutor... Os carros são parecidos e naquela velocidade, eu...
-Sem chance Webber, eu acho que vai precisar usar óculos. Ponto.
-Qualquer um pode se confundir.
-A este ponto? Acho que não.
-Eu já disse: os carros são parecidos.
-Não estou dizendo confundir a Red Bull com a Toro Rosso.
-Então tá falando de confundir o Vettel com o Vergne?
-Não... Estou falando de vir aqui em um consultório de proctologia e pedir para fazer um exame de vista...

Três toques: China

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#1
Que a China falsifica roupas, tênis, telefones, brinquedos e outras coisas todos nós já sabíamos.
São os grandes campeões da falsificação no mundo, certo?

Errado.
Tudo bem que foi na China, mas quem ganhou a briga dos falsificadores foi a FIA que conseguiu criar de uma só tacada ultrapassagens e emoções falsificadas.
E muita gente comprou como original...

#2
Sérgio Perez e Esteban Gutierrez...
Há muito tempo o México não tinha tantos representantes ao mesmo tempo no grid da F1 e se depender dos dois como cartão de visita do país na F1, quando saírem o México ficará muito tempo mais sem representante.
Olhando bem, agora dá para entender direitinho porque Carlos Slim foi atrás do neto do Emerson Fittipaldi para seu programa de jovens pilotos...

#3
Massa tinha dito que chegar na frente do Alonso não é importante. Que o que ele quer é vencer corridas ainda este ano.
Pois é... Só que o Alonso foi o primeiro colocado, se Massa quiser vencer corridas vai ter que primeiro vencer o Alonso.
Ai…

Lado B do GP: China - Ecos da pergunta

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-What a hell he´s doing? – perguntou um irado Kimi Raikkonen no radio da equipe após se enroscar com Sergio Perez a dada altura da prova chinesa.

Provavelmente também fizeram a mesma pergunta quase que instantaneamente toda a torcida do Kimi, os que por amor ou profissão assistiam a prova naquele momento, os que zapeavam a TV e se depararam com a cena, os fãs (se é que existem) do mexicano...

Mais?
Também o dono da Telmex que o patrocina perguntou algo semelhante, mas trocando o tempo do verbo e a ação praticada: "-What the hell did I sponsoring this guy?".

Juntando-se ao coro, mas de forma ainda mais enfática, Ron Dennis, dono da equipe pelo qual o mexicano corre perguntou: “-What the hell we did when we hired this asshole?”.

Para todos estes a resposta foi um pesado e muito indicativo silêncio...

Mas num momento de lucidez, Perez também deve ter-se perguntado algo parecido mudando o pronome: “-What the hell I´m doing?”.
Só que para ele a resposta foi imediata e vinda de to…

F1 2013 China: F1 agora é xadrez em velocidade.

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Há um consenso que os pneus foram no ano passado as grandes estrelas da temporada. O motivo maior para o tão celebrado equilíbrio do campeonato.
Só que parece que este ano a coisa toda foi elevada a décima potência e as coisas ficaram muito estranhas.
Largar na pole e ficar nela por apenas seis, sete ou oito voltas vale a pena?

Por conta dos pneus que se desgastam muito rápido o equilíbrio se tornou algo tão falso quanto aquele obtido nas categorias americanas por conta de bandeiras amarelas mostradas a cada “cagada de pássaro” como disse Nelson Piquet.
Ok, os pneus são os mesmos para todo mundo e quem quiser que faça uma estratégia melhor para o uso deles, porém... Eis ai o problema.
Estratégia demais e pé embaixo de menos e nunca é mais lembrar que o nome da coisa é corrida e não poupança.
Teoricamente deveria ganhar quem fosse mais rápido e não quem fizesse a melhor estratégia.
Se for para ver um esporte fundamentado na estratégia talvez fosse melhor assistir xadrez e ficar esperan…

Stop breaking down

Dizem que ele fez pacto com o coisa ruim numa encruzilhada e que antes disto era apenas um músico comum...
-O que você mais quer? – perguntou o cramulhão.
-Tocar direito...
-Da cá... Deixa eu afinar.
E quando recebeu de volta o instrumento teria se transformado em um músico extraordinário e exímio violonista.
A ponto de intrigar um certo Keith Richards em conversa com o amigo Brian Jones.
-O cara é realmente muito bom, mas... Quem é que tá tocando com ele?
-Com ele? Ninguém... Ai tem apenas um violão.
-Um só? Jura?

Mas a teoria fica um pouco sem nexo se pensar que o capeta é o pai das coisas ruins.
Afinal, a música do cara é atemporal e maravilhosa.
Se for pra dizer que algum tipo de música é coisa do pé de bode que fede a enxofre, com certeza não será dos blues de Robert Johnson.
Pode perguntar aos Rolling Stones...

O fim dar ordens de equipe na Red Bull

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Helmut Marko se reúne com Sebastian Vettel e Mark Webber para fazer um importante comunicado.
-Rapazes... Diante da repercussão do último episódio envolvendo nossos carros, nós tomamos uma importante decisão.
Tanto Seb quanto o canguru que dirige ouvem atentamente.
-Conversei com o Horner e com o Didi...
-Didi? – interrompe Webber
-O chefão... – explica Vettel.
-E desde quando vocês o chamam assim? – quis saber o canguru.
-Todos os que contribuem pra grandeza da equipe o chamam assim. Mas vamos em frente. – corta Helmut – Nos reunimos e decidimos em conjunto que não mais nos utilizaremos do expediente das ordens de equipe.
Silêncio...
-Aqui nesta equipe daqui para frente vai vencer quem estiver melhor, quem for melhor e quem puder mais... De acordo?
-Isto vale para os dois não é? – quis saber Webber.
-Exato... – responde Helmut.
-Em qualquer situação? – continuou Webber.
-Em toda e qualquer situação.
-E vale tanto para atacar como para defender posição? – insistiu o canguru.
-Tanto fa…

Caligrafia ruim é uma m...

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O cara chega em casa exatamente as 5 e 30hs da tarde. Tomou um banho e foi para frente da TV jogar vídeo game. O dia tinha sido horrível, muitos ‘pepinos’ no trabalho, problemas com o transporte público que usa. Estava mais que justo que pudesse ter algumas horas de diversão até que chegasse sua esposa, vinda do trabalho, e ele deixasse o joystick que usava para dirigir carros de F1 por pistas do mundo todo. Esta era sua maior diversão.
Toca o telefone:
- Alô?
- Alô! Amor? Já em casa que bom... Pode me fazer um favor?
- Claro amor... Tudo!
Disse ele sem muita convicção, queria jogar.
Sua esposa era revendedora de uma marca de cosméticos. Tinha um monte de clientes fixas e fiéis e às vezes pedia para ele ir buscar os pedidos e passa-los a empresa pelo endereço da internet. Era simples e este era o caso agora.
- Ce pode, por favor, pegar o pedido da nossa cliente do Centro e juntar com os outros e fazer o pedido? Só falta o dela e a data limite é hoje...
- Claro... E onde está o pedido…

Dois minutos para a meia noite?

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O pessoal do fim dos anos 70 e até meados dos anos 80 deve se lembrar do relógio que indicava o nível da tensão existente entre EUA e a extinta União Soviética, então no auge da “guerra fria”.
Temia-se que a qualquer momento um ataque nuclear – vindo de qualquer um dos lados – colocasse fim a humanidade.
E quando isto acontecesse o relógio então estaria marcando meia noite.
Há uma boa representação dele na história em quadrinhos Watchmen escrita por Alan More e ilustrada por Dave Gibbons.

Com o tempo e o fim da União Soviética (colocando assim também um fim à guerra fria) a representação com o relógio foi esquecida.

Agora aparece um maluco na Coréia do Norte, clone do Psy - aquele da éguinha pocotó -, e reativa a contagem regressiva ameaçando os americanos de jogar umas bombas nucleares neles.
Provavelmente é blefe, já que um ataque norte coreano faria um considerável estrago, mas um revide americano provavelmente aniquilaria o país do gordinho.

Mas o real propósito do texto é ver se …

Vettel x Webber: cada um fala o que quer...

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Muito se tem escrito e se falado em relação à Sebastian Vettel e sua atitude no GP da Malásia.
Houve reação por parte de:
Gente que tinha muito talento pilotando.
Gente que tinha talento pilotando.
Gente que tinha pouco talento pilotando.
Gente que não tinha nenhum talento pilotando.
Gente que nunca pilotou.
E até do Jacques Villeneuve...

Opinião é livre, claro. Cada qual pode e tem que ter a sua.
Algumas vão encontrar respaldo e simpatia de muitos, outras não. Natural.
Mas algumas chamam mais a atenção, seja pela violência da declaração ou pelo inusitado.

Jacques, o motorista canadense filho de pai doido e que tem ejaculação precoce é das que impressiona pela violência: “homem sem honra” ele disse.
Honra? Beleza...
Curiosamente diz em que se honra o adversário vencendo-o sem dó, sem menosprezo, não?
E o que é o outro piloto de uma equipe se não o primeiro adversário a ser batido?
Mas de boa? Quem liga para o que diz um cara que foi mandado embora do projeto que ele próprio estava cri…

Direção ofensiva

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-Bom dia... O que deseja. – sorri solícito o gerente da auto escola.
-Como assim o que desejo? Aqui não é uma escola de direção defensiva? Quero aprender as técnicas para perder o medo de dirigir. Aqui tem psicólogo? – questiona o possível aluno.
-Ter, tem! Mas acho que o senhor leu errado ai no toldo...
-Como assim? Não é escola de direção defensiva?
-É escola de direção, mas não defensiva.
-Ah não? É o que então?
-Ofensiva... A gente faz o senhor a perder o medo de dirigir, mas de modo ofensivo.
-Não estou entendendo...
-Bem, o que o senhor entende por defensivo quando se fala de direção?
-Dirigir com cuidado, com atenção, mas de maneira firme. Com o foco mais centrado no motorista do outro carro.
-Isto...
-E o modo de vocês? Como é?
-Bom... Que tal uma aula demonstrativa?
-Claro... Marcamos para quando?
-Pode ser já?
-Pode... Eu acho que pode...
-Então vamos lá... Rogério! Vem aqui e dá uma força com este cliente. Ele quer fazer uma aula demonstrativa.. – deixa os dois conversando …

A "craquenetização" da F1? Tomara que não

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Mas agora é sério...
A chegada de Rubens Barrichello ao grupo de transmissão da F1 ao lado de Luciano Burti, Reginaldo Leme e - vá lá que seja - Galvão Bueno tem dois aspectos distintos.

Rubens tem experiência.
Aliás, ninguém tem mais experiência que ele.
Passou por fases diversas: cambio na alavanca, na borboleta, diversos tipos de motores, domínio do Alemão, campeonatos do espanhol, idas e vindas de times e motores e uma penca de regulamentos diferentes.
Sem contar os pneus.
Andou com lisos, sulcados, pneus que durava uma corrida toda, pneus de farinha que não duravam dez voltas...
Correu com reabastecimento e sem.
Pode se dizer que na F1 moderna, foi o que mais viu e participou de mudanças.
Com esta turma que está hoje disputando o campeonato, andou com a maioria deles.
Pode – se quiser, claro – falar com propriedade sobre as corridas e os desdobramentos dos acontecimentos.
Não muito, óbvio, já que a transmissão global é limitada e totalmente focada na corrida em pista, pouco traze…

Fenômeno cuidando da carreira do 1B

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E na sede da 9nine...

Na recepção.
-Bom dia.
-Bom dia... Posso ajudar?
-Eu vim para uma reunião. A empresa vai cuidar da minha carreira.
-Ah, sim... A quem devo anunciar?
-Como assim? Está de brincadeira? Não sabe quem eu sou?
-Desculpe senhor...
-Eu era piloto da F1!
-Ah sim! – e pegando o interfone – Senhor Fenômeno, está aqui o Pedro Paulo Diniz...

Na sala de reuniões.
-Oi Rubens, desculpe a secretária, mas ela não conhece todos os nossos clientes.
-Normal.
-Só os importantes.
(silêncio)
-Mas então, Ronaldo, o que tem para mim.
-Bom Rubens, vamos cuidar da sua carreira de uma forma mais ampla, infelizmente você já não está mais no auge e isto é um diferencial não tão bom.
-Sei, reduz o mercado, né?
-É, mas no seu caso temos algumas perspectivas.
-Além da Stock e de ser comentarista na TV?
-Sim, tem rachas no RJ, rolimã na estrada Turística do Jaraguá em SP.
-Só isto?
-E sempre tem os carrinhos de cachorro quente e pipoca na porta dos autódromos...
-Como?
-Nada... Vamos almoçar que …

Desabafo: o que está por trás da discussão?

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Este texto contém linguagem chula, agressiva e desagradável.

Pouco me importa se o cidadão/cidadã prefere dar a bunda ou não.
Não é da minha conta opção/orientação sexual de ninguém, o que não implica em que eu deva achar normal ou gostar.
Quanto a ser normal: de perto ninguém é, disse outro.
Já gostar, são outros quinhentos.
E tenho – como todos têm - o direito de expressar? Ou não? É um país livre, creio eu.
Particularmente, se a pessoa for boa, honesta (consigo e com os outros) é o que importa.

Só não me peça para achar bonito, nem simpatizar ou compactuar para que o Estado tente impor o tema, seja às crianças em formação de caráter e opinião nas escolas ou ao cidadão já esclarecido.
O ensino do respeito às diferenças – de credo, cor, raça, sexo etc. – deve partir de dentro dos lares e não de instituições oficiais.
Estas devem zelar apenas pelo direito a liberdade e dignidade de todo e qualquer ser humano independente de qualquer outra coisa.

Por este motivo também pouco me importa…