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Mostrando postagens de Setembro, 2013

Sonho número 9

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Deitados na cama e olhando para o teto, cansados, ela puxa assunto...
 -Cê já pensou na morte?
-Não... Foi ruim assim? Para você emendar um assunto tão... Tão... Funesto?
-Não... É que eu quis fugir do: “foi bom pra você?”.
-Tá legal... Mas quando quiser fugir, fala de algo mais alegre.
-Como o que?
-Sei lá... Futebol... Mas: “cê já pensou na morte”? Ai não dá... Se fosse ter um segundo tempo, sinceramente já estaria comprometido o desempenho...
-Cê tem medo da morte?
-Não... Quer dizer, tenho... Ah sei lá... Devo ter. Muda de assunto.
-Tá... (silencio) Mas como você acha que é a morte? Tipo assim se fosse uma pessoa? Como cê acha?
-Ah quer saber?... Boa noite! – vira na cama e em poucos segundos já está dormindo. Tão pesado que ronca e pouco depois, já sonha.

-Boa noite!
-Boa noite? Mas você... Você é o...
-Meu “boa noite” não foi de início de conversa. Foi de fim.
-Cid Moreira! Você é o Cid Moreira! E me deu um "boa noite" igual àquele que você dá no fim do JN.
-Exatamente…

Satanista é o capeta...

Nos anos 70, Ozzy e sua trupe cantavam sobre bruxas negras, paranoias, cornucópias e sem a necessidade de máscaras ou roupas sinistras (apenas com a feiura) assustavam criancinhas e incautos com o seu “satanismo”.
Não sei se foram os pioneiros na temática, mas com certeza são emblemáticos quando se toca no tema.
Hoje são amados até por quem não gosta muito de rock.
Culpem o cinema por isto.

Nos anos 80 o Kiss e sua maquiagem “assustadora” de gatinhos, homens do espaço e afins pisoteavam pintinhos no palco (segundo os detratores) e eram os satânicos da vez.
Tudo isto enquanto o baterista Peter Chriss fazia beicinho para cantarolar Beth, ou então a banda, que realmente era pesada, mandava ver em Hard Luck Woman.



Assustador mesmo era o estrondo do canhão em God of Thunder ou o coro em I Love it loud. Também caiam na mesma panela Iron Maiden e outras menos cotadas.
Hoje tocam até em rádio católica.

Nos 90 a vez foi cedida a Glen Danzig ou Marilyn Manson.
Tudo satanista...
Marylin ainda fa…

Concorrência desleal 2

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E continua difícil para sacanear alguma coisa relativa a F1.
Como concorrer?
Veja só...

Diretor executivo da Mercedes, Toto Wolff,  diz que espera confirmar título até 2016.
Não tem aquela cara de ultimato?
-Ou ganha, ou vendo minhas ações e o time que se f...
Sorte ou azar de Ross Brawn que ao que dizem, está balançando no cargo que tem na equipe.
Sorte porque recebe carta branca pra burlar o regulamento. Por outro lado deve ser horrível procurar brecha em regulamento sendo pressionado.

Bernie disse que o domínio de Vettel acaba ano que vem.
Discordo.
O domínio acaba no fim deste campeonato.
Mas no que depender da competência das outras equipes, recomeça no inicio do campeonato do ano que vem...

Hamilton mandou na lata: Mercedes tem potencial para acabar com o domínio do Vettel e eu posso ser o campeão deste ano ainda.
Pode! Claro! Numa situação de total tragédia como a queda do avião do Vettel no oceano, incêndio na fábrica da Red Bull com perda total.
Mas de boa? Alguém verifica o …

Faça a coisa certa

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Curioso...
Fernando Alonso é um piloto acima da média e não só na pista.
Não foi uma e nem duas vezes que os rádios das transmissões flagraram o asturiano arguindo sua equipe sobre trechos do regulamento que – provavelmente – seus adversários estavam infringindo.

Uma das vezes que mais me surpreendeu foi quando o espanhol marrento reclamou no rádio da equipe que a distância de Vettel para o safety car em uma relargada do GP da Hungria de 2010 era superior a dez carros.
Se foi responsabilidade ou não dele o drive throug do piloto da Red Bull é discutível, mas que ele citou uma parte do regulamento que – aposto – pouca gente sabia, citou.

No mesmo ano só que em Valência dedurou Lewis Hamilton por ter ultrapassado o safety car sem ter sido autorizado.
Novamente, citou o regulamento.

Ainda no mesmo ano, o espanhol xiliquento e dedo duro tomou um passão humilhante de Michael Schumacher na ultima curva da ultima volta do GP de Mônaco que se encaminhava para a bandeirada.
Como a regra não pe…

Lado B do GP: Os rádios na noite da cidade estado

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Os grandes lados B desta corrida foram sem dúvida os rádios das equipes durante a prova.
Claro, mudados ao bel prazer da cabeça do escriba.
Nico Hulkenberg foi avisado que deveria devolver a posição para Perez.
“-What?” – mandou o piloto.
Endenda-se: -Por quê? Pqp! VTNC. VSF... FIA do car#@!

O engenheiro do Hamilton perguntou umas três vezes se ele tinha bebido água.
Engenheiro: -Tá com sede?
Lewis: -Tô.
Engenheiro: -Bebeu água?
Lewis: -Não.
Engenheiro: -Água, água, água mineral... Água mineral...

Kimi também foi um show a parte.
Correu com dores nas costas, o que explica o baixo rendimento.
Ai parou nos boxes para trocar o emplastro sabiá.
Se caísse uma chuva forte, ao invés de pegar um magnun e uma coca cola, deitaria na maca e pediria uma massagista escandinava peituda.
Engenheiro do Kimi: Cara, você tomou o dorflex?
Kimi: Sim, tomei... Com vodca.

Daniel Ricciardo mostrou que é da escola australiana de pilotagem.
Nem bem assinou com a Red Bull e já pegou a mania do Webber de tentar…

F1 2013 - Singapura: O mundo é teu Sebastião

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O espetáculo do GP de Singapura geralmente não está na pista, fato.
Mas nas luzes da cidade, no espetáculo noturno.
As corridas geralmente monótonas.
Monotonia quebrada vez por outra por acidentes – forjados ou não – que trazem os carros de segurança à pista e embolam tudo, já que na maioria das corridas lá, o melhor carro sai na frente e – se não disparam – nunca são incomodados.

E não foi muito diferente este ano.
Vettel fez a pole, a melhor volta, liderou todas as sessenta e uma voltas da prova e (claro) venceu.

Então a corrida foi uma procissão?
Não.
Teve boas brigas, grandes ultrapassagens, uma largada fantástica do Alonso.
Também teve um Kimi Raikkonen com dores nas costas e tudo, largando de décimo terceiro para chegar ao pódio no final.
Acidentes - ainda que com dois pilotos meia boca - e pela primeira vez no ano, um ato de coragem dos comissários da FIA que, ainda bem, não atrapalharam o belo fim de prova mandando o safety car à pista após a Force Índia do Paul Di Resta passa…

Claramente mal intencionado...

O repórter da Rolling Stone perguntou a James Hetfield sobre como tinha sido tocar com a orquestra sinfônica de San Francisco.
-Foi tranquilo... Eles são grandes músicos.
Então insistiu: “-Mas vocês fizeram os caras tocar rock...”.
-Não, não... Nós tocamos rock, eles tocaram partes sinfônicas.
-Vocês não ficaram impressionados com a qualidade, a técnica, o virtuosismo dos caras? – provocou o escriba.
-Não, mas eles ficaram com a gente, disseram que nunca conseguiriam tocar músicas com tantas partes sem ler a partitura...
-Então foi tenso? – quis saber.
-Mais tenso foi tocar em alguns países da Ásia... Vinham listas com coisas que não podíamos fazer tipo: não falar palavrão, tocar sem camisa e nem cuspir...
-E acataram?
-Claro... Tocamos sem camisa, falamos um monte de palavrões e cuspimos feito doidos.

Palavreado

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Ando com problemas com a língua portuguesa.
Não toda, mas algumas palavras.
Nada que tire o sono, mas aparece toda vez que me sento para começar a compor um texto.
A ideia vem e geralmente formato o texto na cabeça antes de passar para o computador, só que algumas palavras travam e começo a rir.
Geralmente jogo o texto fora.

Outro dia estava de boa escrevendo e me deparei na frase com a palavra: “afrodisíaco”.
Ok, eu sei que é substância capaz de despertar ou estimular apetite sexual e tal, mas... Porra!
Afrodisíaco tá uma bruta impressão de querer dizer: cidadão africano excitado.
Não me julgue e não me chame de burro, mas observe a palavra.
Afro Disíaco...  Sei lá.
Agora, de boa... Sendo um cidadão usando substância que estimula ou desperta o apetite sexual, e sendo afro...
É bom não ficar de costas.

Outra que me fez parar a frase e repensar o texto foi: “enfezado”.
Caraca! Um cara enfezado?
Jogaram fezes no cara? Por quê?

“Coitado”, esta foi de doer...
Chamaram um sujeito de coitad…

Concorrência desleal

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Estava procurando alguma noticia, alguma nota ou boato da F1 para fazer uma crônica nova.
Pensava em escrever algo com um tom irônico, engraçado.
Dar uma sacaneada em algo...  Em vão.
Não porque não houvesse material, era até abundante, mas... Já vinham ironizados e sacaneados.
Concorrência desleal, eu diria.

O que se pode escrever, por exemplo, uma chamada assim: Vettel elogia Webber e diz que: “sentirá falta disso”.
Poxa... O Vettel já sacaneou.
Vai sentir falta do Webber ou de sacanear o Webber?

E esta?
Button diz que renovação é questão de tempo e que McLaren sentiria falta dele.
Pausa para grandes risadas.
Ok... A renovação pode até estar próxima, ou nem sair. Tanto faz...
Mas a McLaren sentir falta? Tá de brincadeira ele né?
Se não sentiu falta nem do Senna quando este foi para a Williams, vai sentir falta do piloto pisca-pisca?
E na boa? Se ninguém liga para o Button, que dirá sentir sua falta.
Aliás... Só por curiosidade: ele esta no campeonato este ano?

Duas do Luca Di Monte…

Desculpas? Quem?

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O ar pesado na sala era quase palpável.
O mobiliário lúgubre fazia do ambiente, embora amplo, claustrofóbico.
A presença daqueles homens vestidos de terno preto e óculos escuros atrás da caldeira com espaldar alto, provavelmente do século XIX, cumpria fielmente seu papel: amedrontar.
Os quadros eram o que menos metiam medo, porem, havia um só rosto retratado em meio a centenas de pinturas com carros vermelhos.
Mas aquele único quadro tinha olhos penetrantes, como se vivos fossem: Il Comendatore.

Mas ele viera até ali com o firme propósito de exigir que lhe pedissem desculpas.
Sentado em um banco de simplicidade espartana (nem apoio para os braços tinha), já estava ali há boas duas horas desconfortavelmente observado pelos homens de terno.
Vez por outra procurava – discretamente – com os olhos algum volume suspeito sob os paletós.

Então, as portas da sala se abrem e um sujeito bem vestido, perfumado e com ar levemente aparvalhado entra por ela.
Ele senta-se à cadeira guardada pelos hom…

Dois assuntos legais do fim de semana (que começar só com lixo não dá)

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Em entrevista dada à Galvão Bueno, Felipe Massa disse estar confiante em encontrar um lugar em uma equipe competitiva.
Falou em Lotus e suas conversas adiantadas, mas o falastrão mor entregou que também há conversas com a McLata.
Ok...  Até ai tudo bem.
Na Lotus, claro, na vaga deixada por Kimi Raikkonen, nenhuma surpresa, mas e no time de Woking?
No Lugar de Perez, que ainda não teve o contrato renovado e vem sido criticado?
Por que não?
Ou no lugar de Button que anda reclamão, rabugento e apagado?

Se sair Sérgio Perez a Maclata perde por um lado e ganha por outro.
Massa não tem o histórico de burradas do mexicano, mas também não tem a juventude.
Perez ainda pode – embora seja difícil – evoluir.

Já no caso da saída de Button não haveria desvantagem nenhuma.
Afinal, chove em poucas corridas durante o ano.

Perguntado se vai ou não ajudar Alonso nas últimas corridas do ano, Felipe foi categórico em dizer não.
Tá certo.
No momento tem mais é que SE ajudar.
Mas para minha decepção, também…

Rock in Rio, eu gosto (não de tudo, claro...)

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Hoje começa o Rock In Rio e muita gente vai falar: “E daí?”.
Eu curto.
Sem ressalvas.
Ainda que as últimas edições tenham sido muito criticadas principalmente pelas escalações, que no fundo é o que interessa.
Sempre no sentido que não são bem de rock.
Também adoraria um festival só com bandas de metal, indie, punk... Mas festivais da magnitude destes não podem se dar ao luxo de segmentar em um estilo único.
Ruim?
Para quem é radical sim, claro, mas para quem curte uma festa – das boas – não.

As criticas geralmente são baseadas na primeira edição e vem quase sempre acompanhada da frase (com voz esganiçada): “Aquele foi com rock mesmo!”.
Será?
Claro, teve Queen, Iron, Yes, Ac/Dc, Scorpions e outros nomes.
O rock era a música da moda na época.
Mas nem tudo tinha qualidade...  Go go´s, Nina Hagen, B52´s além de serem ruins para caramba ao vivo, tinham um repertório totalmente pop. Ainda que o pop dá época fosse algo bem parecido com o rock. Coisas do mercado musical.

Também criticam a gra…

Que Kimi é teu?

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A volta de Kimi Raikkonen para o time que o mandou embora em 2009 pode ter várias leituras:
Uma forma de pressionar Alonso a trabalhar sem abrir a boca desastradamente.
A vontade de ter dois pilotos de primeira linha.
O marketing (desnecessário para o time) de ter dois campeões mundiais juntos.
A reparação de uma cagada histórica ao dispensar Kimi em 2009.
A parte financeira extremamente vantajosa.
Claro, em todas elas a parte financeira pesou, porém – particularmente – não creio que tenha sido o fator preponderante.

De todas as leituras a que menos parece ter algum fundo é a da reparação da Ferrari.
O mafioso mor Luca di Montezemolo já declarou para quem quisesse ler, mas principalmente para Fernando Alonso, que o que importa é a Ferrari, logo...

Mas qual vai ser o Kimi que vai guiar pela casa mafiosa ano que vem?
Aquele arrojado, veloz e ambicioso que pilotou para a Mclata?
O Kimi que pilotou pela própria Ferrari e em seus últimos dois anos era apático e burocrático.
Ou ainda este f…

Seconds out! Felipe Massa fora da Ferrari (e por enquanto o Brasil fora da F1)

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Então Felipe Massa anunciou que está fora da Ferrari para 2014.
Da Ferrari e – por enquanto – da própria F1.
Disse em seu twiter que vai com tudo para as ultimas corridas e que vai buscar até o fim um carro competitivo para (palavras dele): “-Brigar por mais vitórias e um título que é meu sonho.”.
Detectou?
Não?
Algo que pode comparado ao umbenismo?
Eu diria que não... Não prometeu nada em sua fala.
1B só tem um e uma cópia daquilo lá seria muito, mas muito cruel com a gente.
Para onde poderia ir Felipe Massa?
Para Lotus? Talvez...
Para brigar por vitórias como disse, seria a única chance e ainda assim, não seria nada fácil.

Cenário ideal?
Ross Brawn toma um pé na bunda da Mercedes.
Compra um time que esteja caindo pelas tabelas, na falta de um para fazer o tal management buyout.
Descola uns motores top de linha, e já que não pode ser Mercedes, que sejam uns Renault, Audi, VW sei lá... Qualquer um.
Então atrasa um tempo considerável para apresentar o carro e faz chover piadas na comun…

Lado B do GP: Monza para calar maledicentes

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Monza não deu muitos lados B, mas deu ao menos um grande lado L.
L de lixo.
Mark Webber está indo embora da F1 e já vai tarde.
Não ofereceu resistência a Alonso quando este veio para ultrapassar e sonhar em pressionar Vettel.
Depois não pressionou em nada para tirar a posição do asturiano.
E não importa se estava ou não com problemas no câmbio.
Com kers e DRS na reta de Monza, ultrapassar era mais fácil do que segurar o carro para não encostar no da frente.
E ainda há quem diga que ele foi sacaneado na equipe durante muito tempo. Vai vendo.
Helmut Marko sempre esteve coberto de razão enquanto quis limar este tipo da equipe.
Como disse: já vai tarde.


Agora sério.
A birra de muita gente com Vettel já é o lado B do ano.
Argumentos do tipo: (com voz esganiçada) “Só ganha porque o carro é do Newey” – ou – “A Red Bull comprou o campeonato, a prova é que ganhou uma corrida na Áustria ano que vem”.
Ou ainda: “-Mudaram as regras no meio do campeonato pra favorecer a Red Bull” são ridículas, es…

F1 2013 - Itália: Monza é para quem corre. Quer poupar? Procure um banco

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Todos sabem, porém nunca é demais lembrar: o DNA da F1 – talvez de todo o automobilismo – está contido em uma corrida em Monza.
Pé no fundo em setenta por cento da volta, o que demanda técnica ousadia, ousadia e coragem. E tudo isto disputando posição, tentando ultrapassar andando em média a 234 km/h.

Tento tudo isto em vista, nada mais normal, lógico e justo que vença o melhor piloto a bordo do melhor carro.
E que ninguém venha dizer que foi só o carro. Este argumento já está devidamente sepultado. Creditar as performances de Vettel apenas ao fato dele guiar um carro de Adrian Newey é assinar atestado de caturrice, de ranhetice e – por que não dizer – de burrice.
Simples assim.

Vettel largou na frente, foi na frente até a primeira – e única – parada, deixou Alonso ter o gostinho de liderar por algum tempo e retomou a ponta enfiando dez segundos no espanhol.

Atrás do chato ferrarista veio o Canguru que deve ter um pôster do Alonso pelado no quarto. Nunca vi abrir passagem tão fácil se…

Contos do Le Sanatéur - A valise suspeita

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Na Rua 45 a excitação era palpável.
Nenhuma outra vez na história do periódico foram chamados até a sede da prefeitura.
Corria a boca pequena que o jornal era de oposição. Não interessava a quem.
Marcel L´Onça era adepto do dístico espanhol: “-Hay gobierno? Soy contra!”.
Talvez por isto nunca tenha lucrado vendendo espaço para campanhas políticas.

-Ron, Coyote, vocês dois vão até o palácio La Moeda e vão cobrir as agitações lá, diz que o prefeito recebeu uma ameaça. – conta o chefe.
-E só a melhor dupla que tem é capaz de cobrir né? – vangloria-se Coyote.
-Não...
-Não? – espantam-se os dois.
-Claro que não... Vão vocês porque é tudo que tenho aqui.

Os dois saem da redação no velho Studebacker em direção ao palácio de La Moeda.
Coyote limpa as lentes de sua Leica enquanto Ron dirige o carro de forma tensa.
-Você precisa superar isto.
-Tá falando do que?
-Deste trauma de dirigir. Não vai acontecer de novo.
-Pode acontecer sim. Atropelar uma pessoa é sempre possível.
-Quando digo que não…

A banda do meio do mato

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Critica musical é uma coisa bacana.
Geralmente os críticos são um grupo bem intencionado e nenhum pouco frustrado com suas carreiras.
Sobre o Led Zeppellin e seu primeiro disco, o New Musical Express mandou na lata: “bombástico, vazio, pretensioso e arrogante. Nunca emplacará.”.
Não é necessário dizer quem sifú neste caso.

O Queen foi eternamente perseguido pelos especializados tanto do NME, quanto dos outros tabloides.
“Bravata do Led Zeppelin, que já era ruim” - sobre o primeiro disco.
“De imitadores de Led Zeppelin a imitadores de opera.” – sobre o quarto disco.
 “Eram pretensiosos e arrogantes, agora tocam música de baile” - sobre o sexto disco.
“Ouvir este disco é como receber um balde de urina” – sobre o nono disco.
Só foram receber criticas mais “simpáticas” após a morte de Mercury.
A atitude da banda em razão das criticas foram anos de silêncio com a imprensa britânica especializada e – também – algum bom humor como reproduzir na contracapa de A Day At the Races uma frase do T…

Nada de novo debaixo do sol

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A arrumação dos armários vai começando a se estabelecer.
Cuecas na gaveta de cuecas, meias na de meias e por ai vai.
Sem alarde e – pelo menos para mim – sem surpresa nenhuma a Red Bull anunciou que Daniel Ricciardo vai pilotar pelo time A da empresa.

Sai fortalecido disto tudo - além do próprio Ricciardo - Helmut Marko, que sempre quis que o piloto que substituísse o Canguru Que Dirige viesse do programa de jovens talentos.
Uma vitória sobre Christian Horner que adoraria colocar no outro carro da Red Bull um piloto de renome.
Sem acusar o golpe, Horner disse que este era o caminho mais lógico.
Sifu.

Restou apenas uma dúvida: teria a Red Bull desistido de encontrar entre os pilotos que passam pelo time B um novo Vettel?
Na boa? Promover Ricciardo é o mesmo que dizer: já que não aparece nada que preste, vai este ai mesmo.
Se bem que o outro nome era o Vergne e ai, bom...
Dos males, o australiano.

Agora falta a definição da cadeira hoje ocupada por Felipe Massa.
Claro, ninguém pode dize…

Estudos apontam que: pesquisadores apontam o que lhes convém

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Estudos feitos por pesquisadoras gordinhas apontam que: gordinhas são o ideal secreto de todos os homens.

Estudos feitos por pesquisadores gordos apontam que: gordos são melhores na cama, são mais felizes e nunca criam problemas sociais.
Um parêntese: verdade. Você nunca viu um gordo serial killer. O gordo só fica lá da dele. Comendo sem encher o saco de ninguém.

Estudos feitos por pesquisadores que são irmãos mais velhos apontam que: irmãos mais velhos são mais bonitos.
Tendo a concordar. Não tenho irmãos.

Estudos feitos por pesquisadores que são irmãos mais novos dizem que estes são mais inteligentes.
Concordaria pelo mesmo motivo explicado acima, porém fico pensando o quanto de inteligência e o quanto de velocidade é necessário dosar para se ganhar a corrida em direção ao óvulo.
Se o outro chegou à frente... Deixa para lá.

Estudos feitos por pesquisadores diabéticos apontam o açúcar como veneno letal.
Já nos estudos feitos por pesquisadores hipertensos o veneno é o sal.

Pesquisas e…