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Mostrando postagens de Setembro, 2014

Alvará para ser idiota

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Então não se trata de generalização.
A pequena parte (ainda que grande numericamente) que xingou, vaiou e ofendeu o goleiro santista na arena do Grêmio, não representa nem por amostragem a população do Rio Grande do Sul.
Infelizmente, idiotas existem em todos os lugares do mundo, olhe a sua volta esteja você onde estiver...
E até porque, este texto não trata diretamente dos imbecis preconceituosos daquela ocasião.
Vai além um pouco: os que tinham o poder de julgar o caso.

Depois de levado a julgamento (em duas instancias) e o veredicto (na primeira) foi de exclusão do clube e afastamento dos maus torcedores dos estádios (não se disse como). E aquilo pareceu ser grande coisa.
Ou melhor: a coisa certa.

Muita choradeira, muita idiotice por parte de muitos idiotas (famosos e anônimos) e uma parcela da mídia (mais notadamente da televisiva) tentando, involuntariamente ou não, transformar a agressora símbolo (porque ela não foi a única, mas foi a que foi mais visível) em agredida.
Não dá pa…

A gente tenta não ser mau...

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Constatações:

Apagar a luz do banheiro durante o banho faz crer que a água também vá esfriar.
Fato.

Tomar água em copo verde dá uma estranha sensação de refrescância.
Experimente.

Fotos nuas de celebridades que vazam na internet nunca apresentam a “vítima” com calçolão bege da vovó.
Porque deve ser muito comum se produzir, se maquiar só para tirar fotos que ninguém vai ver...
Pense nisto.



Maldades.

Uri Geller, aquele, andou criticando duramente o Iphone 6.
-Estão querendo me tirar o emprego. – disse e completou – “-Não precisa nem da força da mente pra entortar.”.
Também foi alvo de críticas o segundo melhor grupo irlandês do mundo (atrás do Thin Lizzy) o U2.
Curiosamente a frase foi quase a mesma da critica ao telefone da maça: “-Estão querendo nos tirar o mercado.”
Quem disse a frase foi o CEO do HAO123, Sr. Jack Sparrow.

Ainda na linha das críticas, o médium Paulo Baixada psicografou uma mensagem de Joey Ramone para Baidu Vox.
A mensagem tinha como mote principal falar sobre a “home…

Velocidade em letras

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Tendo a literatura como a sua paixão e o automobilismo como esporte preferido, o BligGroo resolveu juntar a fome com a vontade de ler e elaborou essa lista com alguns imperdíveis sobre o automobilismo.

“A Arte de Pilotar”, de Ayrton Senna
Que tal um guia sobre pilotagem escrito por aquele que é enaltecido como o maior piloto de Fórmula 1 de todos os tempos?
“A Arte de Pilotar” é um guia escrito por ninguém mais ninguém menos do que Ayrton Senna, tricampeão mundial de Fórmula 1. Em 1991, o piloto foi convidado para escrever, basicamente, sobre todas as coisas que compunham um grande piloto. O resultado foi “Guidare in Pista”, que só veio a ser traduzido para o português anos depois, como “A Arte de Pilotar”.
Trata-se de um completo e detalhado guia sobre todas as nuances e segredos da pilotagem, com direito a ilustrações e gráficos.

"História do Automobilismo Brasileiro”, de Reginaldo Leme
Nem todos que veem Reginaldo Leme nas coberturas automobilísticas da Rede Globo sabem que o jo…

Crônica do GP: O problema do volante do Rosberg

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No sábado à noite, quando descansava para a prova do dia seguinte, Nico Rosberg resolveu ficar um pouco navegando pela internet antes de dormir.
Como sempre faz, pegou seu Mcbook air e conectou a grande rede.

Primeiro passeou por sites de noticias que davam conta da possível grande disputa entre ele e seu companheiro de equipe na largada do grande prêmio.
Riu e pensou que não seria nem fácil e nem tão emocionante assim.
”-Ah se fossemos realmente liberados pra brigar...” – riu maquiavelicamente.

Depois foi verificar seu perfil dentro do site privado da Mercedes, por onde acessa as informações a respeito do setup de seu carro e pode – com uma senha de administrador – fazer ajustes no display de seu volante e com a ajuda de um engenheiro do seu time, afinar a eletrônica embarcada e também o câmbio.
Achou tudo muito bom, afinal a diferença entre ele e seu companheiro de equipe era de apenas sete décimos, uma ninharia.
Sinal de que nada precisava ser mexido.

Então abriu outra aba do naveg…

Lado B do GP: Singapura feelings

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Corrida longa... Muito longa e desgastante.
Pior para quem larga de último.
Pior para quem larga dos boxes.
Pior para o Rosberg que estava na primeira fila e acabou largando dos boxes.
O que não tinha de azar até aqui, começou a cair sobre ele.
Não é pra ser chato, mas na hora em que todos largaram para a volta de instalação e o alemãozinho ficou parado, ouvi ao longe: “-Nossa, como o Hamilton é bom, a pressão que ele faz já tá surtindo efeito antes da largada!”.
Claro, claro...

Curiosamente, após o incidente em Spa, nada mais deu muito certo para Nico Rosberg.
É freio que falha em Monza, volante e cambio dando tilt em Singapura...
Está custando caro aquele pneu furado na Bélgica, muito caro.

Mas a culpa é da fabricante do volante, a Apple.
O dispositivo já veio com o disco do U2 instalado em forma de vírus que atacou o cambio.
Nem o Baidu ou o Hao123 é tão nocivo.

E com três volantes trocados no domingo Rosberg já pode pedir música no Fantástico.

Constatação: Alonso tem fãs xiitas. H…

F1 2014 - Singapura: Na noite, todo jegue é gênio

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É o outro extremo da corda.
Se em Monza temos a corrida mais rápida do ano (em termos de duração) Singapura tem a mais longa.
Não raras às vezes em que terminou quase no limite de tempo e já chegando a terminar com duas horas e uma volta.
O traçado não é dos mais simpáticos. É difícil pacas.
Não é das provas mais emocionantes, mas em compensação é bonito.
Talvez pelas luzes que dão aos carros outras cores.
As Mclatas, por exemplo, parecem pintadas de negro em alguns enquadramentos.
Pena que para quem ama corridas, é muito pouco.

Rosberg começou a ter o azar que não havia lhe acometido durante o ano.
Trocou três vezes de volante e nada das informações aparecerem em sua tela.
Tanto que não conseguiu se quer partir para a volta de instalação e acabou largando dos boxes.
O mesmo azar teve Kobayashi, mas de boa? Quem liga para a Caterham?

Efetivamente, uma largada limpa apenas com uma travada de rodas de Alonso que o obrigou a furar duas curvas e depois devolver uma posição para Sebastian …

Sentado (eternamente) nas docas da baía

Brian Jones, guitarrista e um dos fundadores dos Rolling Stones, declarou que nem por um milhão de libras aceitaria subir ao palco após uma apresentação de Ottis Redding.
Brian sabia o que estava dizendo.
De trás do palco viu Ottis abrir seu show no festival Pop de Monterrey com “Shake” de outro monstro sagrado do soul: Sam Cooke. Emendar a sua “Respect” que Aretha Franklin elevou ao status de clássico, “Satisfaction” original da banda de Brian entre outras e finalizar com “Try a little tenderness” que levou a platéia às lagrimas.
Entre as canções que apresentou naquele show estava a primeira versão de um soul sensacional no qual Ottis vinha trabalhando já há alguns anos: (Sittin´ on the) Dock of the bay.
A introdução com o baixo parecia vir em ondas, como as águas do mar batendo na praia. A batida do violão - nada simples - era sinuosa, sensual... E a letra autobiográfica.
O Stone, que não chorou, ficou bastante impressionado e ainda viu e ouviu Ottis dizer – emocionado - que não que…

Comédias da vida real na F1 #14: A primeira vez em Cingapura

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Aquela era a primeira corrida noturna na história da categoria.
Se o traçado não era lá grande coisa (traçados de rua raramente são) a novidade de um circuito iluminado artificialmente já garantia a curiosidade suficiente para que a prova fosse um sucesso.
Todos queriam ver os carros correndo no escuro, o que convenhamos, era uma besteira já que não havia pontos escuros na pista.
A largada limpa e a monotonia de trenzinho começaram a dar o ar da graça cedo e tudo caminhava para ser uma prova mais do mesmo no ano de 2008, só que a noite.
Mas na volta número treze da corrida o panorama começou a mudar.
Nelson Piquet Jr., também conhecido como Piquetzinho, bateu na entrada da curva 17, que é até simples.
Ao sair do carro batido, o brasileiro soltou pelo rádio um constrangido “sorry guys”.

Até ai nada demais.
Ficaria a curiosidade apenas por, algumas voltas antes, Fernando Alonso, então companheiro do Piquet Jr. ter ido aos boxes, trocado pneus e reabastecido, podendo ficar na pista de fo…

F1 em gomos

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Começa a semana do GP de Singapura e a história da proibição dos rádios com instruções de pilotagem feitas pelos engenheiros consegue dar uma abafada na briga na Mercedes.
Por lá, no time prateado, a coisa está mais calma.
Aparentemente as duas erradas do Nico em Monza e a consequente vitória do Pinóquio colocaram panos quentes na coisa.
Estancou também a verborragia de Lewis, o que é – sem duvida – a coisa mais importante disto tudo.
É péssimo abrir sites e dar de cara com novos  mimimis do  cara diariamente.
E pior, com o dobro de mimimi dos seus torcedores xiitas.
E creia, os fanáticos por Hamilton são ainda piores que os do Alonso.
Os fãs do asturiano pelo menos tem razão de ser, Alonso é craque, já o Hamilton...
Tira ele desta Mercedes vencedora ai e ele volta a ser o carinha só promissor que ganhou um título. E só.

Já a proibição do uso do rádio para ajudar a pilotagem é de certa forma bem vinda.
Mas não é solução de nada.
Se quiserem burlar a coisa, basta configurar uns códigos…

Eleições lado Z

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O título fica meio deslocado e sem sentido, afinal, não existe eleição lado A.
As baixarias, os ataques, os candidatos carregados de folclore e cinismo fazem do espetáculo da democracia um thriller de terror lado ZZ, bem mais trash que qualquer filme de José Mojica Marins.

A quantidade de personagens (im) populares a pipocar nas telas das TV´s a cada dois anos (seja lá para qual cargo for) é impressionante.
Desde comediantes popularescos até “comediantes” involuntários.
Gente que em uma análise pouco profunda pode ser declarada imprópria para os cargos que pleiteiam.
Claro, reza a lei máxima da democracia que qualquer um pode se eleger e exercer mandatos em cargos públicos, mas... É qualquer um que queremos nos representando?
E não me venha que isto é papo de elite, de reacionário, de simpatizante da direita ou extrema direita.
Estou cagando e andando para estes rótulos, porém, não vou deixar de me divertir à custa deste pessoal.


Em São Paulo.
Para governador temos à proa das pesquisa…

A troca de capo na máfia rossa

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-Droga! – ele pensou – Tantos anos dedicados à famiglia e agora não vão me descartar assim... Canalhas.
Sentia-se bem, apesar de tudo. Sentia-se em paz.
Desde que assumira a frente da organização, os lucros haviam crescido consideravelmente.
E não só em seu próprio território.
Lá pelas bandas em que a family de Henry F. dão as cartas, seu a organização obteve seu melhor resultado em anos e anos.
-E nem precisei mandar nossos garotos para aquelas várzeas que eles chamam de negócios indy ou nascar...

Agora não tinha culpa da má fase.
Não entendia porque alguém que ele julgava fazer parte do time o criticara tão duramente.
Sabia que era por estar ficando para trás na briga com os alemães, mas por Dio! Mesmo na frente aqueles germânicos sem charme não conseguem sequer manter as aparências.
Lembrou-se de como passou por uma crise idêntica e de como haviam resolvido as coisas à moda rossa.
Pouco importa se um de seus bambini tinha sido exilado em uma organização japonesa depois.
Os negócios…

Crônica do GP: Philly cheesesteak (porque eu estava com fome quando escrevi...)

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Pat Olivieri era um ítalo americano meio brigão que vendia hot dogs no mercado italiano de Philadelphia no século passado.

Não só vendia, como também – para não ter muitos gastos – almoçava os pães com salsicha na hora do almoço.
Um dia, no ano de 1930, já de saco cheio de tanta salsicha, decidiu que almoçaria algo diferente.
Na chapa usada para os hot dogs, cozinhou um bife comprado no açougue em frente e com uma faca bem afiada o cortou em pedaços não muito pequenos à moda italiana.
Adicionou cebola, muita cebola, pimentão e colocou em um pão fresco.

Enquanto comia seu novo almoço, um taxista habitué de seus lanches chegou para o almoço.
-O que é isto ai? Novidade?
-Não... É só meu almoço.
-Parece bom... Faz um pra mim.
-Não... Se quiser tem hot dog.
-Poxa, faz um pra mim, vai...
-Ok. Um só.

Após comer o novo sanduiche de Pat, o taxista, muito satisfeito mandou na lata:
-Pat, deixa para lá estas malditas salsichas e passe a vender este negócio.
E assim nasceu o sanduiche de Pat Oliv…

Lado B do GP - Monza: E tem gente que consegue fazer porcaria em Monza...

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E o lado B começa com o Pinóquio de ébano engasgando na largada.
Depois falou um palavrão no rádio da equipe, mas...
Vai reclamar do que?
Chupa, chorão.

E Bottas?
Poxa, encarnou o 1B e deu um moonwalker digno do Barrichello.
Foi parar lá atrás.
Só restava remar mesmo.
E foi o que fez com maestria.

E qual o problema de Rosberg com a chicane no fim da reta de largada?
O cara passou reto duas vezes no mesmo lugar.
E o bacana foi o povo que torce para o Pinóquio de Ébano dizendo que ele é tão genial que forçou o Rosberg a errar.
Além de mentiroso o cara também faz voodoo.
Ficou foi com cara de acerto de contas...

E Alonso ficou sem motor.
Novidade?
Nenhuma, já não tinha desde o começo da temporada.
O treco inútil da Ferrari só parou de funcionar mesmo.

E Magnussen tomou outra punição por direção perigosa.
O cara é uma chicane ambulante.
Já coleciona mais pênaltis que o Maldonado, aliás...
Podem chamar de Magnaldonussen.

F1 2014: Itália - Monza merecia um GP exclusivo todo ano pra todo o sempre

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A cada largada em Monza pensamos: Não há como melhorar isto...
Mas todo ano é melhor e melhor e melhor.
Monza é um caso sério.
Um caso de amor mesmo.
A reta de largada, as duas Di Lesmo, a Variante Della Roggia, a Curva del Serraglio, a variante Ascari, as chicanes e a Parabólica...
Tudo ali é lindo.
E ainda há o anel de velocidade com suas curvas inclinadas...
Tem como não amar?
Por mim deveria ter dois grandes prêmios lá todo ano.
O GP da Itália, e o GP de Monza, tamanha a importância e tradição do circuito.
Assim como na Bélgica. (GP da Bélgica e GP de Spa-Francorchamps)

E mais uma vez a largada foi extremamente limpa.
Sem toques mesmo na chicane horrorosamente difícil ao fim da reta.
Ponto positivo para a largada de Kevin filho do papai e para a largada de Felipe Massa.
Negativo para Lewis Hamilton que foi ultrapassado de forma simples após engasgar na largada e Bottas que deu um moonwalker a lá 1B e caiu pra décima primeira posição.
Melhor impossível.

A primeira parte da prova de …

Moon, the Loon

Se há uma coisa que ninguém pode negar é que Keith Moon é um cara legal.
O baterista do The Who não só influenciou um zilhão de outros operadores de baqueta, amassadores de aro e espancadores de prato ao redor do mundo, como também deu nome ao Led Zeppelin. (-Vocês fazem um som pesado como chumbo, mas voa... Que tal se...).
Na folha corrida de seu folclore também consta banheiros de hotel explodidos (Não podia se hospedar no Sheraton, no Hollyday Inn, no Waldorf Astoria e em nenhum da cadeia Hilton de hotéis...), objetos incendiados atirados de janelas (moveis, TV´s etc) e até dirigir um Lincoln Continental para dentro de uma piscina em sua festa de vinte e um anos.

Keith até deu a chance a um fã de tocar no seu lugar com o The Who em um show nos EUA em 1974.
Depois de chapar o coco com muita vodka e – acredite ou não – tranquilizantes para cavalos, desabou sobre os tambores de sua bateria.
Ao notar que o baterista havia dado PT (perda total) Pete Towshend foi ao microfone e meio sem …

Culpa da molada?

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Depois do acidente em 2008, Felipe Massa nunca mais terminou a temporada à frente de seu companheiro de equipe.
Mesmo levando em consideração a superioridade técnica e de talento evidentemente, o problema de Felipe Massa não foi só Fernando Alonso ou a molada.
Vale lembrar que antes de tomar com a peça na jaca, o histórico de Massa frente a seus companheiros de equipe (em time grande esqueça a Sauber) mostrava que havia sido batido por Michael Schumacher (mas quem não foi?) em 2006 e por Kimi Raikkonen em 2007, só ganhando do finlandês bebum em 2008 quando foi campeão por alguns segundos.

Com o fim do ciclo do brasileiro na escuderia da máfia rossa, viu-se na mudança de ambiente a melhor forma para que o brasileiro recuperasse seu prestigio e – por que não? – a parte da torcida que havia perdido enquanto dividia a equipe com Alonso.
A ida para a Williams - que com um pacote promissor (incluindo motores Mercedes), apontava para um renascimento em médio prazo - parecia ideal.
A ideia e…

E a Mercedes chamou a Super Nanny

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A Mercedes declarou que liberou seus pilotos para disputar o campeonato de forma aberta.
Disse também que não haverá ordens de equipe, mas salientou: não deve haver contato entre os carros da equipe na pista.

Falaram sem dizer nada no fim das contas...
Contato não deve haver com carros de nenhuma equipe sob pena de danificar o próprio carro e ter um prejuízo monstruoso, tanto no campeonato quanto financeiro.
Logo era desnecessário dizer algo sobre isto.
Sobre ordens de equipe, obviamente, com o campeonato em aberto e a diferença de pouco mais de vinte e cinco pontos entre um e outro, dizer que haverá ordens de equipe seria o mesmo que priorizar este ou aquele.
Enfim... Liberou para disputar uma ova!
A menos que um dos dois tivesse sangue de barata ou total desinteresse pelo título do campeonato, só não disputariam na pista se não estivessem próximos.
E como no atual cenário, em condições normais de corrida não há carros que fiquem entre os dois -ou mesmo próximos – a disputa entre os …

Um carro e uma cervejinha em terras tchecas

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Uma experiência inusitada.
 Dirigir no leste europeu a bordo de um Škoda, marca nacional tcheca de automóveis. Apesar do maior orgulho local tcheco ser algo que não combina com direção, a cerveja, “provar” o outro orgulho faz a viagem uma aventura histórica e peculiar. Isso porque a marca, que nem é mais 100% tcheca, diga-se de passagem, passou por profundas mudanças desde sua aparição, ainda em 1895 quando era Laurin & Klement, uma fábrica de bicicletas.  Após a fusão desta e da Škoda Pilsen (olha a cerveja de novo...) foi fundada a Škoda Auto em 1925.
A produção foi interrompida durante as duas Grandes Guerras. Na Segunda, quando o país foi invadido pelos nazistas, na época Tchecoslováquia, passou a produzir armamentos. Mas a ligação com os alemães não parou por aí. Décadas depois, ainda sem tecnologia suficiente para competir no mercado, fechada pela cortina de ferro que dominou o país por 40 anos e tendo como clientes apenas os consumidores locais,  passou a ser subsidiária da…

E ainda mais silly season

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Asilly season continua – com a temporada em andamento – muito engraçada.
As duas molas mestras, ao contrário do que pode se pensar não são as prima donas da Mercedes.
Os dois mimizentos não estão no foco para a dança das cadeiras. E tão pouco a Mercedes o objeto de desejo da vez.
As duas grandes estrelas são Vettel e (de novo) Fernando Alonso e o cockpit dos sonhos (ao menos na teoria) é a Mclata.

E Ron Denis ajudou a colocar mais fogo na silly season.
Disse o chefão inglês: “-Vamos contratar os melhores pilotos disponíveis.”.
Entendedores entenderão ser Vettel ou Alonso.
Ou ambos.

Todos sabem da futura parceria com a Honda e do quanto o time de Woking é capaz de sair de atoleiros e (aparentemente) do nada criar carros vencedores.
Pela gana em achar um condutor de nível tão elevado, dá para arriscar que a Mclata não vai criar só um projeto vencedor, mas sim um projeto dominante.

Ou...
Vai ver que é só o jeito de Ron Dennis dizer, delicadamente, que já não aguenta mais o velho reclamão…