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Mostrando postagens de Janeiro, 2015

Para pensar (ou não...)

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Manchete lida no site do Estadão: crânio de 55 mil anos sugere que primeiros humanos europeus viveram em Israel.
Interessante.
Conclusão óbvia: Encontraram a caveira usando um quipá...

Na Carta Capital um editorial o suporte de saco do Lula dizia que: “Adesão imediata aos protestos em Paris mostra como é fácil manipular o público.”.
Oras! Deveras! É só entrar em uma redação disparando metralhadoras em jornalistas!
Conclusão: Terroristas manipulam a opinião pública melhor que jornalistas e marqueteiros...

Na Folha, se não me engano o hit foi: “Casal que se conheceu no Tinder tatua logo do aplicativo nos braços para comemorar”.
Singelo.
Conclusão: Se houvessem se conhecido em sessão de cinema pornô teriam tatuado a piroca do Kid Bengala...

Colunista da Veja tuitou em relação à repercussão das imagens da bunda de Paolla Oliveira em minissérie de TV: “Mulheres, não é a bunda em si que chama a atenção, mas a atitude. Contentem-se com o que vocês têm.”.
Será?
Conclusão: nos masturbamos na a…

Noel

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Dele pode se contar varias histórias.
Desde a famosa bronca na mãe em “Com que Roupa” até a polêmica com Wilson Batista que rendeu entre outras “Feitiço da Vila”.
Boêmio inveterado gastava tudo que ganhava com bebida e mulher, por isto vivia sempre a nenhum, como se dizia na época.
Com os poucos e minguados trocados que vinham das composições e da mãe, porém um dia lhe apareceu a chance de ganhar um dinheiro um tantinho melhor: uma excursão com Francisco Alves, Mario Reis e outros grandes nomes do samba pela Argentina e Uruguai.

Chico Alves - zeloso e perfeccionista - exige que a trupe toda se apresente pelos teatros afora com smoking completo, novo e principalmente: limpo.
Noel, que pouco ligava com a própria aparência apareceu ao primeiro show com um terno tipo Summer, mas todo amarrotado e sujo.
Chico então lhe deu um dinheiro e pediu para que comprasse um smoking.
Noel gastou a grana com suas ocupações prediletas, mas não se esqueceu das ordens disfarçadas de conselho do Rei da Vo…

Enquanto isto em Enstone...

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-Boa tarde! Somos da seguradora, viemos fazer a vistoria nos carros.
-Ah, pois não... Podem entrar.
Os dois vistoriadores foram cumprir o último estágio antes da liberação das apólices do seguro.
-Nós vamos ver algumas poucas coisas. Só burocracia, fique tranquilo.
-Sem problemas... Fiquem à vontade.
-Muito bem então.
O vistoriador mais alto procura por alguns números em baixo relevo na carroceria, no acento do motorista e finalmente no motor e câmbio enquanto o menor observa as instalações.
-Hum... Parece-me um local seguro. – pergunta o baixinho.
-Sim, aqui é. – sorri o responsável pelo local.
-Tem alarmes aqui?
-Vários.
-Como são as fechaduras do portão?
-Eletrônicas.
-Câmeras?
-Muitas. Não há pontos cegos.
-Os carros não ficarão guardados apenas aqui não é?
-Não... Também ficarão guardados em pelo menos outros dezenove endereços.
-Próximos?
-Não... Espalhados pelo mundo, mas não se preocupe: todos já com seguro também.
-Ok... Por mim está liberado. Vamos aguardar o parecer do meu …

CSI Buenos Aires

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Cena de abertura: (“Who are you? U u u u.)

O corpo está jogado no chão do banheiro quando a equipe no CSI Buenos Aires chega.
-O que temos? – pergunta o investigador ao policial militar que atendeu a ocorrência.
-Homem, branco, 51 anos. – responde o policial.
-Aparente causa da morte?
-Tiros... Dois.
-Alguém mais no apartamento?
-Só o secretário de segurança do país.
-E quando ele chegou?
-Não sabemos...
-Obrigado assumimos daqui...
A equipe entra e começa a coletar material para investigação.

Alguns minutos depois deixam o local do crime e partem para as declarações esperadas para a imprensa.

-Muito bem... As investigações vão continuar, mas até o presente momento o que encontramos foi: um corpo com duas perfurações por projeteis disparados por arma de fogo. Também encontramos as portas destrancadas, portanto: nenhum sinal de arrombamento, uma pegada e uma digital que não combinam com as da vitima. Ninguém suspeito foi visto no local, apenas o secretário de segurança do país, que num…

Aniversário de S.P. :O Amor em São Paulo

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A estátua equestre de Duque de Caxias iniciou sua cavalgada naquela tarde de calor insuportável saltando de seu monumento para dentro da avenida que leva seu nome no cruzamento com a Avenida Rio Branco, no centro da cidade de São Paulo.
Empinando seu cavalo negro feito de bronze e brandindo a espada por sobre sua cabeça num gesto imperioso de 'avançar', cavalgou sobre carros e ônibus que eram abandonados por motoristas e passageiros situados entre atônitos, maravilhados e abismados com a cena. Crianças olhavam o espetáculo esperando que a qualquer momento, vindo dos céus surgisse um desses heróis japoneses da moda e desse um jeito no monstro de bronze. Sorriam e pulavam enquanto eram arrastadas por pais apavorados em fuga.
Em uma das alamedas paralelas à avenida, do alto da torre da igreja do "Sagrado Coração de Jesus", outra estátua - esta do Cristo - observava serenamente os movimentos do cavaleiro e, como aquele outro Cristo que abre os braços sobre o Rio de Janei…

Crônica de outro dia muito quente

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-A reunião mais uma vez foi muito proveitosa, parabéns a todos. – diz o chefe.
-Foi perda do meu tempo! – grita alguém que não pode ser identificado.
-A propósito, chefe, que tal uma pequena comemoração? – diz o japonês do TI.
-Claro, claro... O que sugere?
-Neste calor? Refrigerante e sorvete! – sorri a gordinha do DP.
-Uma ótima pedida! Mais sugestões?
-A gente queria cerveja, óbvio... – o ruivo da contabilidade opina.
-Mas estamos em horário de trabalho, não dá né?
-Qualquer coisa, mas longe daqui! – a voz misteriosa novamente.
-Ah, poxa... Abre uma exceção! A gente compra cerveja sem álcool. – sugere o japa.
-Ok então... Sorvete, refrigerante e cerveja sem álcool.
-E para comer? – novamente a gordinha do DP.
-Caramba, é mesmo... Passa das três da tarde, precisamos comer. – repara o chefe.
-Ah, tá muito quente,... Nem dá vontade de comer. – diz o office-boy.
-Só se for você, magrelo, eu tenho fome com qualquer clima. – indigna-se a gordinha.
-Dá pra notar... – ri o office-boy no qu…

O pior pesadelo

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-Então é pra cá que a gente vem quando morre?
-Não, na verdade não... Você não morreu ainda, o paramédico está tentando te reanimar.
-Então?
-Bem... Deixa eu explicar...

Gildo tinha acordado pela manhã e como sempre nas Segundas-feiras estava atrasado.
Pegou a roupa em cima de uma pilha que estava dobrada, se vestiu às pressas e saiu correndo.
Ao chegar ao ponto de ônibus lembrou-se de checar algo que lhe amedrontava: que roupa íntima estava vestindo.
Em seus piores pesadelos era atropelado e quando chegava ao hospital, para que lhe fizessem curativos lhe tiravam as roupas e descobriam que ele estava de calcinha e não de cueca.
Geralmente acordava aos berros, transpirando litros e tinha de ser acalmado por sua esposa.
A paranoia era tanta que sua gaveta de cuecas ficava em uma cômoda separada do guarda roupas do casal.
Naquele dia, estava tudo em ordem. Até freada tinha.

-Quando se morre sem resolver algum assunto na Terra, vem para cá: o limbo.
-E como sai daqui?
-De duas, uma. Volta…

Hashtags relevantes para a F1

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E finalmente um sopro de bom senso prático: liberaram a Honda para desenvolver seu motor livremente como todas as outras fabricantes em 2015.
Bom para a categoria, que pode contar com mais um motor forte e – talvez - fazer sombra aos Mercedes.
Bom para a McLata que agora sabe que deve trabalhar bem em seu chassi, porque os nipônicos vão trabalhar, e muito, em seu produto.
Bom para o Alonso, que sabe que vai contar com gente competente trampando duro para que ele vença.
E bom para os fãs, que vão poder gritar: “chupa Alonso, chupa Mclata” a cada mico que eles pagarem neste ano.
Se eles vão pagar mico?
Sinceramente não sei, mas sou torcedor da Williams logo vamos mandar: “Chuuuuuupa Mclata, chuuuupa Alonso.” E vamos complementar com a hashtag: #ComAHondaETudo .

E a tal “tabela Verstapen” para obtenção da superlicença parece ter feito sua primeira vítima: Susie Wolf, piloto de testes da Williams.
A mulher não pode mais ser piloto de testes por não reunir as condições impostas pela FIA pa…

Rock in Rio 30 anos: o legado

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Lá se vão trinta anos da primeira edição do Rock in Rio...
E provavelmente muita gente vai dar aqueles chiliques com voz esganiçada: “Aquele foi com rock mesmo!”.
Será?
Claro, teve Queen, Iron, Yes, Ac/Dc, Scorpions entre outros nomes.
O rock era a música da moda na época, mas nem tudo tinha qualidade...
Go go´s, Nina Hagen, B52´s além de serem ruins para caramba ao vivo, tinham um repertório totalmente pop. Ou como era rotulado: new wave.
Há de se lembrar também da grade nacional do festival.
Moraes Moreira e Alceu Valençatenham um pé no estilo (ouvir obrigatoriamente Novos Baianos ou o disco Vivo de Alceu Valença).

Mas e Elba Ramalho, Ivan Lins e Eduardo Dusek? A cena rock no Brasil estava nascendo e levou ao palco nomes - hoje icônicos - como Barão e Paralamas.

Mas o que aqueles dez dias de paz e rock, como dizia o slogan, deixaram como legado?

O debut dos grandes eventos de música no pais mostrou aos grandes nomes da música o potencial comercial do país, apesar dos riscos de calo…

F1: Muito desserviço

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Felipe Nasr disse em entrevista que a expectativa aumenta por ele ser um piloto brasileiro.
Onde?
Entre os fãs da categoria que só veem a transmissão oficial do Brasil?
Pode ser... Inflam a expectativa por algo que certamente não é tão importante e muito menos tem chances de ser um “sucesso” nos padrões dos seus próprios expectadores.
Mas para quem assiste e procura se informar minimamente possível a pressão da expectativa é zero.
É zero por ele ser um novato e é menos zero por estar em um time que não terminou o ano em um bom momento – pelo contrário - e não apresenta perspectiva de melhora para a temporada que se aproxima.
“Ah! Mas é por ser brasileiro, sabe como é, tem o fator Senna e ai...”.
Poxa gente... Depois do Senna já teve Rubinho, Massa, Nelsinho, Bruno...
Se ninguém aprendeu a baixar a bola após estes nomes, não vai ser agora, mas assim, já tá na hora de ser honesto e dizer: nunca mais teremos um campeão a não ser, claro, se ele se sentar no carro do ano e não tiver um com…

Crônica de um dia quente (em que a cabeça não funciona direito)

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-Pô, que bicho feio é este ai? – perguntou o Baixinho.
-Sei lá... Só sei que é um pássaro. – respondeu Dinei.
-E como sabe que é pássaro?
-Tem pena, passa a mão nele...
-Eu heim... Vai que este bicho morde.
-Não morde não...
-Como cê sabe?
-Pássaro não morde.. No máximo pode bicar... E olha eu to segurando ele e não me bicou ainda...
-Vamos levar ele pro professor de biologia pra ele dizer que pássaro é este.
-Acho que é um pombo... Olha as cores do bicho: branco e preto. É pombo.
-Muito grande pra ser pombo.

No caminho até a escola onde estudavam as duas antas levavam o pássaro debaixo do braço e ouviam gracejos dos mais velhos.
-Vai por em cima da geladeira?
-Cadê o outro pra formar o logo da Antarctica?
E os dois – obviamente - não entendiam.
 Ao chegar à escola encontram o professor de biologia já de saída.
-Fessor.. Pera ai... Diz pra gente que tipo de pássaro é este aqui.
E mostram para o professor.
-Putz... Onde cês acharam ele? – perguntou o professor.
-Tava perdido na avenida…

FIA: dois tópicos

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F-E não é categoria de acesso, disse a FIA.
Discordo!
É categoria de acesso se pensar que é possível sim sair daqueles carros feios e tristes para coisas mais potentes e velozes.
O que?
Pô... É só dar uma passada nos sites da Eletrolux, da Arno, da Brauwn e ver quantos aspiradores de pó, lavadoras de pressão, enceradeiras de piso são mais rápidas e potentes que aqueles trecos.

Só que isto gera outro problema: o de não ser categoria de acesso e por isto não servir às exigências novas para a obtenção de superlicença.
Como é que um Zé Mané daqueles que pilotam lá na categoria de carrinhos de bate-bate vai poder fazer o upgrade para um possante Ultra Asper One 56000 da Brauwn, daqueles que sugam até pensamento?

Se bem que... Aquilo vai acabar virando um limbo mesmo.
Reservado ao filho deste, sobrinho daquele, primo do outro e demais rejeitos que não se adaptaram a outras categorias mundo afora.
E – bate na madeira – se aquilo for o futuro do automobilismo, meus caros... Vamos perder algo …

Música de sexta: Freedom (#JeSuisCharlie)

Em 2001, logo após os ataques às torres gêmeas do WTC, Paul McCartney se fez ouvir com o que melhor sabe fazer: uma canção.
Nela ele diz que a liberdade é dada por Deus e que ele iria usa la da forma que melhor lhe prouvesse.
Esta liberdade inclui acreditar no deus que achar melhor, ou mesmo em nenhum se for o caso.
Mas a canção não era sobre religião e sim sobre liberdade.
A liberdade de poder viver, agir, falar, pensar, produzir sem ser incomodado por patrulhas emburrecidas.
Sem correr o risco de ser atacado por criminosos travestidos em artífices de alguma causa à qual não concordamos.
É nosso direito não concordar, é nosso direito expressar esta não concordância, é nosso direito até incorrer ao mau gosto.
Mas não é direito de ninguém nos matar por isto.
Em tempo: toda a renda gerada pelo single foi revertida para as famílias dos policiais/bombeiros mortos nos ataques.

Je suis Charlie

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Muito me enjoa saber que ainda há gente que contemporize. Que tente justificar sob qualquer que seja o ponto de vista a barbárie cometida contra a Charlie Hebdo em Paris.
É desprezível.
Será que este povo também acha que a sentença de morte de Salman Rushdie deveria ter sido cumprida?
Até quando teremos que suportar este tipo de coisas?

Se o humor não fosse importante, os olhos dos homens grandes (não confundir com grandes homens) não estariam tão voltados à sua vigilância; os lápis vermelhos da censura seriam engavetados ou desapontados, ou melhor, ainda: os dedos já não apontariam cortes e proibições e muitas bocas deixariam de ser caladas.” 
Chico Anizio - 1931/2012

Porque palavras e desenhos não se equivalem a rifles e fuzis...  E eu estarei sempre ao lado das primeiras.

F1: O mais interessante para esta temporada

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A equipe é inglesa. E uma das mais tradicionais.
O piloto é espanhol, o melhor de F1 vindo daquelas plagas.
O motor é japonês, até há outros, mas nenhum tão vencedor como este.
A equação é simples tendo em mente as partes.
Um time tradicional + um piloto fora de série + um motor sempre muito bom = equipe muito forte e favorita.
Claro, talvez não na primeira temporada nem na segunda...
Tudo depende.

Depende do quanto a McLaren acerte em seu chassi, depende do quanto a Honda possa trabalhar em seu motor e principalmente: da paciência de Fernando Alonso que vê á cada ano a idade apertar (e aumentar) e nada de um terceiro título mundial pingar em seu currículo.
O tempo útil de sua carreira vai se esvaindo, quanto mais velho, mais complicado de manter o alto nível de pilotagem.
O fato é que esta temporada, tanto para o piloto, quanto para a equipe e o motor é de transição.
E são os únicos para quem a temporada será assim.
Todos os outros trarão experiências e upgrades do ano anterior, ou s…

Enter 2015: a imbecilidade com poder nas mãos (lá fora)

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Definitivamente, ter imbecis no poder não é exclusividade nossa.
Na Argentina, país aqui do lado, alguns devem conhecer, também há idiotas mandando.

Há quem defenda, e eu creio nisto também, quea guerra das Malvinas, ou Ilhas Falklandsfoi uma peneira posta a frente do sol pelo general Galtieri que substituíra Viola, que por sua vez tinha entrado no lugar de Videla, para tentar mascarar a derrocada da desastrosa ditadura militar que governava (?) o pais no inicio dos anos 80.
Aparentemente deu certo, pois mexeu com os brios do povo argentino que – sabe-se lá por que caralho – apoiou uma guerra contra os ingleses (superiores em número, armas e treinamento) por um pedaço de terra que já na época não queria pertencer à Argentina.

Agora, mesmo depois de um referendo em que o povo de lá reafirmou querer pertencer à Inglaterra, o governo resolveu reabrir a ferida e tentar incutir o mesmo espírito “patriota” na cabeça dos argentinos.
Para tal a arma da vez é a velha propaganda.
Por conta de u…

2015 enter: F1

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A F1 não vai passar por um ano de grandes revoluções.
Não há nada de novo nos regulamentos (por enquanto) que indique isto.
Os motores, até onde se sabe, continuarão os mesmos V6 turbo sem som.
É ruim?
Até que não... Para quem assiste pela TV a diferença é realmente pouca e acredite, poderia ser pior.
Poderiam ser elétricos.
Os bicos horríveis talvez mudem, talvez não... Quem se importa? O expectador?
Pode ser, mas quem na F1 se importa com o expectador?
E como dizia Collin Chapman: carro bonito é o que ganha.

A pergunta mais frequente e mais clichê é: quem vai desafiar/derrotar a Mercedes?
Williams? McLaren Honda? Red Bull Renault? Ninguém?
Apostaria na última opção.
Não por desconfiar da capacidade dos outros, ou enxergar algum ingrediente político de teoria de conspiração, mas por não ver no horizonte alguma mudança.

Na Williams o progresso foi visível, mas não chegou a realmente incomodar os alemães. Tudo foi progressivo, lento e gradual. Conta com dois pilotos bons, mas um aparen…