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Mostrando postagens de Fevereiro, 2015

Salve Ismael Silva! (só porque deu vontade de escrever)

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A história do samba é recheada de personagens fascinantes.
Noel Rosa, Cartola, João Nogueira e suas poesias, Adoniran, o melhor retratista que a cidade de São Paulo já teve. Paulinho da Viola, talvez o mais elegante de todos. O aristocrático Mário Lago, Clementina de Jesus, Dona Ivone Lara entre outros...
Porém há um que transcende o fascínio e se torna, além de personagem histórico, exemplar: Ismael Silva. Negro, pobre, sambista e gay.

Nascido em Niterói em 1905, era filho de um cozinheiro e de uma lavadeira, mudou-se de Niterói para o bairro do Estácio de Sá logo após a morte do pai.
Até ai nada demais, vários sambistas (quase sua totalidade) vem de famílias humildes e ou desfalcada.
Escreveu seu primeiro samba aos quinze anos e não parou mais.
Para sobreviver vendia suas composições a pessoas que não escreviam uma só palavra nas letras ou melodias, mas eram preferidas pelos donos de gravadoras e editoras musicais por terem melhor posição social.
Seu mais famoso “comprador” talvez t…

Utilidades

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Visitando o espaço do amigo Paulo Alexandre Teixeira, o Speeder 76, dou de cara com uma noticia bacana: Há uma Simtek de 1995 a venda.
O modelo é um S951 que foi dirigido (pilotado não dá...) por Jos Verstapen, pai do Verstapinho.
Preço? Módicas cento e quinze mil libras.

Mas para que ter um F1 antigo?
Primeiro: porque se é muito rico.
Só sendo muito rico mesmo para por tanta grana em um carro em que não se pode nem dar umas voltinhas no Ibirapuera nos fins das tardes dos domingos e tal...
Segundo: porque é legal.
A grande maioria dos fãs da F1, diferentemente dos fãs de futebol, não podem simplesmente comprar um carro e ir disputar rachas no fim de semana com outros sujeitos.
Até porque a FIA, FOM, FOCA, FUCK ou qualquer outra entidade não deixa.
Mas ter um carro de F1 na garagem ou na parede como o Otávio Mesquita é bem legal.

E também não há tantos carros de F1 a venda assim e nem tantos endinheirados dispostos.
Nós, pobres mortais, nos contentamos com miniaturas colecionáveis.

E s…

A aposentadoria

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Ia se aproximando do prédio onde trabalha e pensando: “-Vou fingir espanto!”
A cada passo ia se lembrando das coisas que fez, das presepadas que aprontou com o povo da repartição e se forçava a conter o riso, não fica bem entrar em uma festa surpresa gargalhando...
“-Melhor mesmo é fingir que não sabia de nada.” - pensa mais uma vez.
Também lhe passa pela cabeça que todos sabem que ele sabe. Afinal, são mais de trinta anos de repartição e quantos ele não viu se aposentar neste período? E com todos foi a mesma coisa: festa surpresa, homenagem , bombons, arranjo de flores abraço... Tudo absolutamente igual! Desde a floricultura de onde vem o arranjo até a bomboniere... Até as piadas são as mesmas.
Até os casos engraçados, afinal, todos estavam juntos quando cada um aconteceu.
“-Mesmo assim vou fingir espanto...” – decide.

Entra no prédio e cumprimenta o ascensorista. O mesmo há muito tempo e que certa vez reclamou de ter sido chamado de “anacrônico”.
“-Pô doutor... Eu nem sei o que é is…

O vento... Ah o vento

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A McLaren disse oficialmente que o acidente envolvendo Fernando Alonso foi causado por uma rajada de vento.
Ok! Todos sabem que é realmente possível que isto ocorra por conta dos infinitos detalhes de aerodinâmica dos carros.
Mas mais que isto, a equipe não falou.
Não explicou o porquê da internação para observação do piloto, já que a batida foi a “modestos” cento e cinquenta quilômetros por hora.
Também não comentou a suposta perda de consciência do piloto antes da batida e nem o tão propalado choque que ele teria tomado.
Segundo alguns, a internação faz parte do protocolo de concussão, mas para tal só se houvesse o espanhol batido a cabeça.
O que também não foi confirmado.
De qualquer forma a noticia boa é que Alonso está bem.

Mas e se fosse com qualquer outro piloto? Com seus estereótipos dados pelos fãs como seria as reações a explicação da “rajada de vento”?

Kimi Raikkonen.
“-Pingaiado...”

Nico Rosberg.
“-Fresco... E foi pro hospital só por isto?”

Hamilton.
“Fingimento: já mentiu pr…

O inferno astral da McLaren e Fernando Alonso

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E segue feia a coisa na McLaren: Button dando poucas voltas e Alonso batendo o carro.
Quanto ao Jenson dar poucas voltas, tudo dentro da normalidade.
O cara só anda bastante quando chove...
Mas o acidente de Fernando Alonso chama a atenção.
Nem tanto pelo fato de ter batido, mas a forma como bateu. Alguns relatos dão conta de que teria perdido a consciência antes da batida por conta do mau funcionamento do ERS.
Em outras palavras: tomou um choque e apagou.
Obviamente que isto será investigado e reparado, mas a situação é de um perigo enorme.
A torcida é para que o problema seja logo solucionado e que o apelido “cadeira elétrica” não seja mais que uma maldade com carros ruins.

Mas uma pequena investigação grooniana para apurar o porquê do choque se fez necessária.
Principalmente a pedido de Jenson Button, que como sabemos, só gosta de dirigir na chuva e, logo, ficou apavorado com a possibilidade de tomar choques e não guiar bem nas – poucas – vezes em que encontra condição ideal para s…

Lira dos 20 anos

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Dos oito membros originais dos Titãs, o mais festejado/respeitado é Arnaldo Antunes.
O cara lança discos, livros de poesia, projetos infanto-juvenis, assina roteiro de filmes e o escambau...
Mas particularmente penso que o mais talentoso é Paulo Miklos.
Compositor, baixista atual, também toca saxofone e com certeza o melhor cantor do combo.
Eclético, soube respeitar e honrar Odair José ao regravar em disco tributo a sua “Vou Tirar Você deste Lugar.”.
Não bastasse, já tocou músicas de Noel Rosa para o documentário “A Alma Roqueira de Noel”, mas fugindo da facilidade e obviedade de dar uma roupagem rock and roll, preferiu os arranjos originais executados pelo Quinteto Branco & Preto.
Também é ator e já atuou em novelas, filmes (longas e curtas) e vai viver nos cinemas o grande Adoniran Barbosa no projeto “Dá Licença de Contar”, curta metragem de Pedro Serrano.

Mas o grande motivo para estar aqui na página hoje é o aniversário redondo de vinte anos do lançamento do seu primeiro disco…

Fim do carnaval, volta da programação normal...

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Não sei o porquê de tanta gente dizer que “odeia” o carnaval.
Porra, feriadão de cinco dias... Quer melhor?
“-Ah, mas eu não gosto de samba.” – ou – “-Ah aquela gente fingindo felicidade e alegria...”.
E daí?
Gente que é feliz – ou finge – não enche o saco, deixa os caras lá...
E quanto ao samba?
Não ouça...
Eu tenho internet, bons livros, grandes discos (incluindo alguns de samba) e nem me dei conta que havia desfiles na TV, bailes e outras coisas...

Mas voltando então ao normal...
Rosberg disse que mudou a preparação para o campeonato e diz que agora está treinando até respiração.
Vai pilotar ou vai cantar ele?
Ou então...
Vai pilotar ou vai dar a luz?

A FIA (ou FOM, FOCA, FUCK, sei lá...) proibiu a troca de pintura dos capacetes durante o ano.
Agora sim, agora vai!
A alegação é criar identificação com o público.
Mas para isto já não tinham fixado os números dos pilotos? Não era melhor só aumentar o tamanho dos números pintados nos carros?
É muita preocupação com a tal “identificaçã…

Carnaval na F1

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Ta aí um negócio bom do carnaval que eu tinha me esquecido: as antigas marchinhas.
Musiquinhas feitas apenas a visita da corte da Momolândia com letras ingênuas, bobinhas, mas feitas desta forma de propósito. Sem intenção alguma de ser considerada como musica séria.
Tanto que logo após o carnaval elas sumiam das rádios, só reaparecendo no ano seguinte, isto se não aparecesse uma melhor.
Geralmente aparecia.
Hoje nos bailes ditos “da saudade” as marchinhas são obrigatórias.
Dizem que fazem parte da memória de um carnaval dos bons tempos.
Então vamos associar algumas delas com a F1.

Bloco da Mercedes - ou - Suvaco dos alemão
Eu sou a filha da Chiquita bacana
Nunca entro em cana porque sou família demais...
Puxei à mamãe, não caio em armadilha ...
E distribuo banana com os animais
Na minha ilha, iê, iê, iê que maravilha, iê, iê, iê
Eu transo todas sem perder o tom
E a quadrilha toda grita iê, iê, iê Viva a filha da Chiquita iê,iê, iê
Entrei pra "Women’s Liberation Front"

Kimi Rai…

Afinal é carnaval

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Soube certa vez de uma história. Não importa quem contou e nem porque, mas que achei interessante.
O baile não tinha um título ilustrativo e se deu em um salão que hoje é de terceira idade.
Reza a lenda – e não sei por que não era nascido – que os carnavais de antigamente eram festas em que realmente havia alegria e uma saudável permissividade.
Eram tempos em que havia pierrots, colombinas, arlequins, bailarinas e piratas.
As guerras entre blocos - chamados “corsos” - tinham como armas serpentinas, confetes e bisnagas de água.
Que no máximo o folião poderia sair molhado da festa carnavalesca. De sério, mesmo, apenas se ficasse de boca aberta e recebesse uma leva de confetes goela abaixo.

Mas dizia da história...
Contaram que eles se encontraram dentro do baile, dançaram de forma esquisita que foliões dançam ainda hoje, com os dedos indicadores subindo e descendo ao lado do rosto.
Ele se aproximou sorrindo.
Ela sorriu de volta protocolarmente, não mostrou maior interesse.
Ele vestido d…

Running with the devil

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Nos anos oitenta o Van Halen era uma das principais bandas do rock.
Seu som, classificado por alguns críticos como “Big Rock”, seja lá o que isto queira dizer era facilmente reconhecível entre a enorme quantidade de bandas concorrentes.
O guitarrista Eddie Van Halen era (e provavelmente ainda é) considerado um dos maiores guitarristas do rock e até havia sido chamado para contribuir com Michael Jackson, o que então na época não era pouco.

Tudo que a banda fazia, acabava virando evento.
Em 1985 a banda iria receber um prêmio da MTV americana, quando seu produtor, Ted Templeman, resolveu provocar o vocalista original da banda, David Lee Roth propondo uma aposta. David teria que fazer o percurso entre Los Angeles e Nova Iorque em três dias a bordo de um Mercury Lowrider fabricado em 1951 e chegar a tempo para a premiação.
A mobilização pela viagem de Roth só terminou quando, alguns minutos antes do inicio da cerimônia, o vocalista estacionou em frente ao teatro de onde tudo seria transmi…

Pinga fogo

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Para quem duvida do mal que as atuais equipes nanicas criadas apenas para dar um giro no dinheiro de gente suspeita, basta ler o que disse André Lotterer em entrevista para o site Grande Prêmio: “-Não preciso da F1 para me sentir feliz”.
Correto?
Mais ou menos... Nego sabe quem é Max Chilton, sabe quem é Satoru e Kazuki Nakajima, ri do popular Narain Indiano, conhece Elio De Angelis, Andréa de Cesaris, mas precisa da referencia sobre Le Mans para identificar Lotterer.
Mas, de boa... Como ele pode dizer não sentir falta de algo nunca provou?
Foram apenas os treinos, onde se classificou no fundão e uma corrida que durou uma volta e meia em Spa Francorchamps.
Será que se o vencedor de Le Mans tivesse feito uma ou mais corridas na F1 com um carro de verdade, com chances de disputar vitórias ele diria o mesmo?
Pelo que disse na entrevista, dá-se a entender que não.
Graças ao lixo da Caterham, nunca saberemos.
Queimou o filme com um piloto de respeito com currículo no automobilismo.
E ai? V…

Volta não, trapizomba do cacete...

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Um bocado de gente anda por ai chateado com a quantidade – pequena – de carros no grid da F1 este ano.
Dezoito carros é realmente um número pequeno se comparado aos grids dos anos 70 até meados dos anos 80 onde era necessário até pré-classificação para disputar a tomada de tempos para a corrida.
Mas os tempos são outros e o interesse de times pequenos também.
Não que naqueles dias os nanicos não pensassem em fazer dinheiro, mas era menos descarado...

Para os que andam lamentando, a noticia da volta da Marussia pode ser uma espécie de alento.
Ao que parece, a equipe, que estava em vias de ser liquidada com leilão do material e tudo, vai conseguir se recuperar a tempo de alinhar no grid da Austrália, prova de abertura da temporada, mas ao que parece sob o nome de Manor.

Algumas pessoas celebraram e já foram comparando com a situação da Honda, antes de ser “vendida” para Ross Brawn e fazer sua estreia – e história - nos treinos para a abertura da temporada de 2009 na mesma Austrália.
Dev…

Aristeu

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No carro, pela manhã
-Pô cara, eu tô criando um galo...
-Galo? Em apartamento?
-É... Que é que tem? O bicho é legal.
-Legal?
-É... Nem late... –  e sorri.
-Cê tá brincando, né? – preocupado.
O dono do galo não responde...

Mais tarde.
-Cara, o Julio disse que você cria um galo no apê... É verdade?
-É sim... Um carijó.
-É daqueles grandes?
-Não, não... Carijó é pequeno.
-Canta?
-Não sei... Ele fica lá andando pela sala, olhando a estante.
-Olhando para a estante?
-É... Acho que quando eu não tô olhando ele até dá uma folheada em algum livro... Sabe como é, pode ser que não cante, mas provavelmente compõe...

Durante o almoço.
-Ô Jurandir! Que história é esta de galo?
-O azeite?
-Não Jurandir... O que você tá criando no seu apartamento.
-Ah... O Aristeu.
-Aristeu?
-É... O nome do carijó é Aristeu.
-Ah... E ele vem quando você chama?
-Não, não vem... Mas acho que isto é influência do gato do vizinho.
-Os dois andam juntos?
-Nunca vi, mas o gato também não vem quando o dono chama... Daí...

F1 Testes (até agora)

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Foram-se quatro dias de testes em Jerez de La Frontera.
Se no primeiro texto sobre os testes por aqui o que mandava era a estética, agora o assunto são os testes em si.
Valem muito?
Não. Os tempos nem devem ser levados muito em consideração
São testes para verificar se os carros andam, se tudo está funcionando e o que precisará ser arrumado. Além de outras coisas como mostrar os patrocinadores ou tentar arrumar alguns.

Nesta última linha está a Sauber.
Equipe sem grana e sem patrocínios de vulto, vivendo do que trazem os pilotos e estampando em sua pobre carenagem apenas o patrocinador master do piloto brasileiro e alguns fornecedores.
O time testou bastante, deu muitas voltas e fez o segundo tempo em uma das baterias.
Até ai...
Confiabilidade nunca foi o problema e a “velocidade” mostrada pareceu mais algo do tipo: “Vejam! Nosso carro é confiável e rápido também”.
Vai que cola e alguma empresa se anima em estampar sua marca por lá em troca de alguns trocados?

Na McLaren a coisa ficou…

Enquanto isto na McLaren

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-Alonso!
-Quien és?
-Alonso!
-Quién esta ai?

O clima estranho, as cores borradas e o som com eco denunciavam: Fernando Alonso estava em um pesadelo.

-Sou eu, o fantasma do ex-companheiro de equipe.
-Pero ninguno companero de equipo que tive está muerto?
-Não se apegue a detalhes... Sou um genérico pastiche de todos eles.
-Hum... E o que queres?
-Só te lembrar de que continuo atuando.
-Atuando? No creo em forças ocultas, só em trabajo.
-Então explique: por que por mais que você trabalhe, só se ferra?
-Mas yo ainda gano carreras.
-Até ganha, mas...
-Pero o que?
 -Foi demitido da McLaren e logo após o Hamilton foi campeão.
-Suerte.
-Ferrari com carros muito bons, até um título com Kimi, você chega e o que acontece?
-El coche vira una carroça, pero isto acontece...
-Ai você sai do time italiano e volta para a McLaren, o que se deu?
-Vettel assume la Ferrari e el coche se muestra muy bueno.
-Enquanto isto no teu atual time?
-No conseguimos dar mais que duas dezenas de vueltas em dois dias.…

Muito a aprender para sair das cavernas

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No último Domingo (2/2) a temporada 2014 da NFL chegou ao fim com um jogo emocionante onde o New EnglandPatriots de Tom Brady foram campeões sobre o Seattle Seahawks de Russel Wilson.
Ok, você não faz ideia de quem seja Tom Brady, Russel Wilson, os Patriots ou os Seahawks e muito menos gosta de NFL.
Certo?
Por partes: NFL é a liga nacional de futebol americano. Não confundir com o futebol jogado exclusivamente com os pés, lá pra eles: o soccer.
Tom Brady e Russel Wilson são quarterbacks, ou, o jogador mais importante do time. Os caras que fazem com que os times se movam quando no ataque. Nada a ver com o meia-esquerda ou centro avante.
Patriots e Seahawks são dois dos times deste esporte.
Situado?  Não?
Ok... Em frente não é tão importante aqui.

O ponto aqui é o espetáculo, que vai muito além dos jogos em si e deveria ser tomado como exemplo.
Os eventos – mesmo da temporada regular - contam com shows diversos no entorno dos jogos, com comidas, diversões, respeito ao público e clareza (…

F1 Lançamentos (até agora)

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E já estão lançados os carros para a temporada 2015 da F1.
Neste ano não houve lançamentos bombásticos, festas, vídeos mirabolantes e nem aquela palhaçada na neve com gente esquiando, comendo macarrão gelado e ostentando a marca das churrasqueiras sobre rodas.
Tudo se deu de forma mais ou menos normal, com alguns carros sendo lançados em revistas e outros simplesmente sendo apresentados à imprensa por meio de fotos e releases.
Teve o vídeo da McLata, mas lá tem o Button, ninguém deu à mínima. Nem para o vídeo e nem para o Button.

Aqui não se trata de falar do melhor carro ou do mais rápido, afinal, quando este texto foi escrito os carros nem tinham ido às pistas ainda para testes.
Trata-se de um treco bem pouco importante para a alma da coisa em si, mas que para muitos fãs é realmente importante: a estética.
Houve uma mudança importante neste quesito da temporada passada para esta.
Os bicos fálicos se foram.
Não para muito longe, é verdade... A Williams tem uma piroquinha, mas bem men…