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Mostrando postagens de Maio, 2015

Man on war

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Alguns anos atrás o Manowar se apresentou em São Paulo e o crítico musical Regis Tadeu resolveu motivado sei lá porque, ir à porta do show provocar os fãs da banda com a seguinte pergunta: “-Por que o Manowar consegue arregimentar tantos fãs tão fiéis?”.
Deve-se colocar aqui que antes de fazer tal pergunta, na cabeça da matéria o crítico chamou a banda de “ridícula” e “patética em termos de som e imagem”.
Ao saber disto, os fãs, que não são lá as pessoas de mente mais aberta neste mundo, além de não conseguirem dar uma resposta lá muito satisfatória, ainda se enfureceram e passaram a atacar o critico de uma forma mais agressiva.
O famoso “diga o que quer, ouça o que provavelmente não queira...”.

Mas o Manowar é ridículo?
É sim... Uns caras marombados, fortões, vestidos em roupas de couro embaladas a vácuo cantando canções com temática medieval com gestos grandiosos.
Mas até ai também são ridículos os rappers com suas caras de mau, os sertanejos com suas calças apertadas e chapéus desc…

Grite gol

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Não há outro assunto... Talvez até haja, mas...
Curiosamente o que foi escancarado pelos malditos imperialistas ianques, reis do capitalismo era sabido por toda a gente do “bem” que nunca fez esforço algum, sabe-se lá porque – em levar á luz ao assunto.
Incluem-se jornalistas. Quando muito três ou quatro falavam sobre o assunto e eram desacreditados e ridicularizados.
Foi preciso que o estouro da represa da FIFA fosse feito por autoridades de um país que sequer tem tradição no esporte (creio eu que ainda nem goste muito da coisa) enquanto os países em que “o futebol é a coisa mais importante dentre as não importantes” não viam, ou fingiam não ver, nada de errado apesar de tudo.

O que é o tudo?
Clubes que ficam devendo ao fisco, aos atletas, aos funcionários mais humildes e nem eram incomodados, pelo contrário... Mesmo devendo os tubos ainda contratavam outros atletas a peso de ouro, fechavam contratos de patrocínio com os mesmos a quem deviam.
Clubes que vendem os jogadores mais bad…

Crônica do GP: Um fim de semana memorável

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Esta “Crônica do GP” não é sobre a F1... E nem podia.
Poucas horas depois do final surpreendente da corrida no principado teve inicio a mítica corrida no Indianápolis Motor Speedway: As 500 milhas de Indianápolis.
O evento é algo que vai além da baqueada, enfadonha e esvaziada Formula Indy.
Apesar de contar com os mesmo pilotos e equipes, a corrida tem alma própria... Uma vida que não há no restante daquele campeonato.
A atmosfera é outra.

Tem lá algumas coisas que não se entende, como o pessoal que deixar pra fazer splash and go na última volta e tal, mas quando a coisa é decidida na pista, à vera mesmo é algo inigualável.
É uma corrida longa e que em algumas edições pode ser realmente entediante a sua parte central.
Mas quando os manetas de lá estão inspirados e fazem das suas provocando acidentes espetaculares a coisa engrena de tal forma que é difícil ficar indiferente.

Este ano foi assim: disputas durante toda a prova, muitos lideres em diversas circunstancias.
Gente com mais gas…

Lado B do GP: Os burros de Mõnaco

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Maldonado... Ah! Maldonado...
Consegue acabar com freios em oito voltas.
Consegue nestas oito voltas quebrar o bico de pelo menos um carro.
Consegue estar na F1 desde 2011 e nunca terminar um GP de Mônaco.
Bem que podiam colocar ele em um avião e dar um carro pra ele disputar as 500 milhas de Indianápolis... É bom ver um ser humano - e por tanto falho pra caramba - pilotando um carro de corrida de vez em quando.

Alonso fez caquinha na largada e foi punido com cinco segundos.
Se não tinha se arrependido até agora de ter trocado de equipe por conta do carro ruim, certamente se arrependeu agora.
Quando estava na Ferrari não era punido, foi só ir pra McLaren para perder imunidade.


Vertapinho é malandro.
Usou o carro do Vettel que ultrapassava um retardatário para fazer a sua.
Só que ai achou pela frente o Grosjean, que não é flor que se cheire.
Acabou a malandragem quando os dois foram para fora da prova.
E neste ponto a discussão sobre diminuição da maioridade penal ganhou mais um defens…

F1 2015: Mônaco - O instante que precede o esporro

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Mônaco pode ser – e às vezes é – monótono.
Pontos de ultrapassagem só para corajosos e/ou loucos.
Também tem as ultrapassagens feitas em cima de erros...
A pista apertada, estreita, sinuosa, travada etc. É a grande causa.
Mas é natural... Afinal, aquilo tudo não é um circuito de corrida construído por um desenhista, mas feita de acordo com as possibilidades e topografia do lugar.
Diferente de lixos como Abu Dhabi e outros circuitos de autorama.
Sem contar o visual que é naturalmente incrível e não precisa de jogos de luzes, lusco fusco, hotel que muda de cor e outras besteiras que ajudam a distrair o fã da chatice de fila indiana da corrida.

Outro ponto positivo de Mônaco é a falta de áreas de escape.
Erros no principado são punidos de verdade.
Fez merdinha, vai ficar fora da corrida, não há aquelas áreas de escape de um quilometro que ajudam os mais manetas a não ficar fora da prova.
E fazer merdinha em Mônaco é coisa muito fácil já que em pelo menos 95 por cento da prova se passa a …

Notícias do Principado

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Sauber criticou a volta do reabastecimento, mas não foi pelo gasto com o combustível:
“-Vamos ter que contratar um frentista e se vierem com aquela ideia de cobrir cockpit ainda teremos que gastar com flanelinha...”
Mas não vejo muita razão de reclamar sobre a volta do reabastecimento.
Além de abrir um leque grande de estratégia para a corrida, os times deveriam ficar contentes, afinal, a gasolina que vão comprar não é daqui do Brasil...
Se fosse, até a Ferrari ia à falência.

Jenson Button, e eu li isto no site Grande Prêmio, disse que exagerou nas declarações após a corrida de Barcelona.
Como sempre, ninguém ligou para o que ele disse. Ninguém repercutiu, ninguém deu à mínima.
Ninguém ligaria nem se ele tivesse gritado a declaração na entrada do túnel de Mônaco só de cueca.

Lewis Hamilton disse que até pensou na Ferrari, mas o coração é da Mercedes...
“-Se eu fosse pra Ferrari continuaria sendo um Zé Mané de meio de grid...” – completou.

Já Alonso disse que a Honda está focada em mel…

Mônaco = tradição

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Não existe F1 sem o GP de Mônaco.
Não há pontos (fáceis) de ultrapassagens, não há áreas de escape... Nem retas decentes.
Aquela que passa diante dos boxes, onde se dá a largada até é chamada de reta, mas só com muito boa vontade.
Mas não é um lugar onde não acha emoção como muitos dizem.
A emoção em Mônaco vem na forma de tensão. Porque não há outra definição cabível para se andar a duzentos quilômetros por hora a milímetros dos muros, guardrails e cercas.
Nem todos gostam.
Senna pelo visto adorava. Venceu lá seis vezes.
Schumacher outras cinco.
Emerson e Piquet nunca venceram.
Piquet, aliás, não gostava nem um pouco de lá: “-É como andar de bicicleta na sala de casa”. – dizia.

Dois GP´s de Mônaco vêm imediatamente à cabeça: 1988 e 1996.
No primeiro, Senna folgadão lá na frente com quase um minuto de vantagem sobre Alain Prost quando, (segundo Ernesto Rodrigues e seu livro “O herói revelado”) pelo rádio, recebeu dos boxes a recomendação de diminuir o ritmo. Senna perdeu a concentraçã…

BB King: um sinônimo de blues

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BB King foi descansar, finalmente...
O homem estava com 89 anos de idade e ainda trabalhava. Houve tempos em que fez 350 shows em um ano! E ano passado foi obrigado a cancelar uma turnê por conta de estafa.
Fará falta?
Sim, para os filhos, para os amigos mais próximos e tal.
Os fãs têm os discos, os filmes, os vídeos...
E por falar em disco, este nem é dos mais cultuados, mas é fundamental para quem quer ouvir um blues de primeira grandeza: Live in Cook County Jail.

As vaias e apupos que abrem o disco não são – e nem poderiam ser – endereçadas a Riley B, King, a.k.a., B.B. King e sim para o diretor do presídio que havia sido apresentado instantes antes junto do pedido de que o “seleto público” se comportasse bem durante o show.
Eram dois mil detentos na penitenciária de Chicago que respondiam as solicitações de King de forma até tocante quando este pede no batido esquema “repeat with me” que a ala masculina do presídio faça uma homenagem ao setor feminino.
BB King toca algumas notas e…

O começo da reação?

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A carroça estagnou no alto do morro.
Esta é a imagem mais apropriada à F1 ultimamente.
Mas parece que o movimento vai retornar, ainda que descendo.
Um grupo denominado “Estratégia da F1” se reuniu para discutir medidas para “reanimar” a atual procissão sem derrubar o santo de cima do andor.
Estiveram junto, além do anão da fuzarca onipresente Bernie Ecclestone, o presidente da FIA e dublê de Topo Gigio, Jean Todt e representantes dos principais times da categoria atualmente.

As propostas postas à mesa – para implementação em 2017 – mexem com motores, pneus e a volta do reabastecimento e ajustes aerodinâmicos.
A ideia é deixar os bólidos até cinco segundos mais rápidos.
Mais ou menos seria o seguinte:
Motores mais barulhentos e mais potentes. Até 1000HP embora ainda sejam os V6 híbridos.
Ajustes aerodinâmicos para – além da parte técnica - uma aparência mais agressiva dos carros.
A volta do reabastecimento, que amplia o leque de estratégias possíveis a cada prova.
E o mais importante, …

Wilburys

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Quando se juntaram pela primeira vez foi para gravar uma canção “lado B” em um compacto extraído de seu álbum “Cloud Nine” no estúdio particular de Bob Dylan em Santa Mônica, mas os momentos passados junto de Roy Orbison, Tom Petty e o próprio Bob Dylan foram tão bons que fez com que George Harrison tivesse a idéia de tocar mais vezes com aqueles caras.
E foi o que fizeram.

Só que a idéia original era não ter que encarar o peso de levar a pecha de “supergrupo” que invariavelmente seria aplicada a esta reunião. Afinal, era um encontro de amigos querendo se divertir.
Entram em cena os pseudônimos e então George seria Nelson; Roy seria Lefty; Tom seria Charlie; Bob seria Lucky e para completar o time convidaram Jeff Lynne que adotou o nome Otis.
Como sobrenomes escolheram Wilbury que era uma expressão usada por George e Jeff na gravação do “Cloud Nine” em relação aos erros: “we’ll bury them in the mix” (nós os enterraremos na mixagem”).
Todos ajudaram na composição das canções e acabaram…

65 anos de F1 (13/05)

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O que mais irrita na F1 atual não são nem as corridas ruins.
Nem as vitórias de pilotos meia boca incensados como “geniais” por terem carros muito superiores à concorrência. (Não estou falando do Vettel)
Também não são os circuitos pasteurizados e padronizados (curvinha, retinha, grampo, curvinha, retinha, grampo) do alemão Tilke.
Muito menos a dependência de pequenas falsidades tipo asa móvel para que haja ultrapassagens.
Nem a porcaria dos motores híbridos com som de liquidificador...
Tudo isto ajuda a irritar, mas o que mais pega são pessoas que vivem insistindo que o fã de F1 tem que ir assistir outras categorias. Que a salvação do automobilismo está fora da F1

Não. Não está.
Aliás, o automobilismo não precisa ser salvo, ele vai muito bem, obrigado.
Há sim um monte de categorias com corridas bacanas dentro de suas propostas, incluindo aquele treco horroroso da FE e seus carros equipados com motores de dentista, mas quem gosta de F1, gosta de e pronto.
A categoria completou sessent…

Crônica do GP: Para tentar melhorar as corridas em Barcelona

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A Espanha está na F1 há muitos anos.
Tem um campeão mundial – Fernando Alonso – com justiça e mérito.
Mas nunca teve um circuito que prestasse neste tempo todo.
Talvez Montjuich, mas...
Atualmente a corrida espanhola é disputada (rárárá) em Barcelona e tem sido desde sempre um tédio.
De vez em quando surge uma imagem bacana como aquela disputa entre Senna e Mansell soltando faíscas...
Será que foi só esta?

Algumas mudanças, como o corte da última curva e a criação de uma chicane procurando dar mais proximidade ou deixar que os carros entrassem mais colados na grande reta pareceu um grande tiro no pé.
Além de não ter dado certo em sua intenção, ainda colocou mais uma medonha chicane na F1. Todas deveriam ser banidas.
Se a ideia é não deixar a península ibérica sem uma corrida de F1, que tal mandar o evento para Portugal?
Portimão tem uma pista e um traçado bem bacana.
Mas como não há no horizonte a mais pálida esperança de que a Espanha e suas pistas chatas deixem o calendário da F1 no…

Lado B da porcaria da corrida na Espanha (me recuso a chamar de gp)

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A corrida espanhola poderia ser que nem os vinhos de lá.
Tradicionais e deliciosos.
Podia ser igual a seus presuntos...
Podia até ser igual à lenda de suas mulheres quentes e decididas.
Ou apaixonadas e apaixonantes como sua literatura...
Mas não...
Tinha que ser igual aos moinhos de vento que Quixote enfrentava: de ilusão.
Tem lá seus momentos de razão, como o personagem de Cervantes, mas na maioria do tempo é só ilusão.
Ou a música espanhola, uma choradeira arrastada...

Maldonado fez uma largada, ok.
Fez uma pressão, ok.
Começou a se desintegrar na pista, ok.
Tocou em alguns carros no caminho, ok.
Quanto falta para alguém reparar que Maldonado é o Gilles Villeneuve no século XXI?

Maior diversão durante a transmissão da corrida?
Ver a assessora de imprensa da McLaren junto do Alonso, ver a namorada loirinha do Bottas, tirar meleca do nariz...

Romain Grosjean, ao entrar para fazer um pitstop errou no calculo e acabou derrubando o mecânico responsável por erguer o carro.
Ai você nota o…

F1 2015: Espanha - Mais eficiente que sonífero

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Corridas na Espanha costumam ser como um dos principais pratos de lá: a paella.
Feio, com aspecto meio nojento e no fim... Ruim pra caramba.
Pensou que ia elogiar né?

É uma pista de testes promovida a pista de corridas e não passa disto.
Se bem que não me recordo de um bom traçado espanhol que passou pela F1...
Talvez Montjuich, mas este não vi ao vivo.

Depois das largadas que - se não forem atrás de safety car – são ultimamente a melhor parte das corridas as coisas se ajeitam e se acomodam.
Não fosse Hamilton ter sido vítima do lado sujo da largada e caído para terceiro, não teria acontecido nada.
Nada?
Kimi passou as duas Red Bull ainda na primeira volta. E ai foi só.
Como explicar o belo inicio de Pastor Maldonado?
Simples...
A pista espanhola é tão ruim e chata que só um piloto ruim e chato pode ser dar bem por lá.

Ver Alonso ficar sem freios depois de andar em sétimo e parar nos boxes quase fazendo strike de mecânicos é quase sempre algo prazeroso.
Não desta vez.
Nada de simpatia…

#estudosapontam

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Estudos feitos por pesquisadoras gordinhas apontam que: gordinhas são o ideal secreto de todos os homens.

Estudos feitos por pesquisadores gordos apontam que: gordos são melhores na cama, são mais felizes e nunca criam problemas sociais.
Um parêntese: verdade. Você nunca viu um gordo serial killer. O gordo só fica lá da dele. Comendo sem encher o saco de ninguém.

Estudos feitos por pesquisadores que são irmãos mais velhos apontam que: irmãos mais velhos são mais bonitos.
Tendo a concordar. Não tenho irmãos.

Estudos feitos por pesquisadores que são irmãos mais novos dizem que estes são mais inteligentes.
Concordaria pelo mesmo motivo explicado acima, porém fico pensando o quanto de inteligência e o quanto de velocidade é necessário dosar para se ganhar a corrida em direção ao óvulo.
Se o outro chegou à frente... Deixa para lá.

Estudos feitos por pesquisadores diabéticos apontam o açúcar como veneno letal.
Já nos estudos feitos por pesquisadores hipertensos o veneno é o sal.

Pesquisas e…

McLaren: Um ano de mudanças

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O jornalista Adam Cooper deu a dica: McLata vai apresentar sua nova identidade visual no GP da Espanha.
Legal!
Mas completou: “Não será nada radical, apenas o prateado sendo substituído por tons de cinza.”.
Há quantos anos este horrível prata está dominando a cena no time de Woking?
Hora combinado com preto, depois com vermelho... Mas sempre a mesma cara de carro da GM brasileira.
Mas já está bom, para um time que não faz grandes mudanças de uma vez até que o ano está agitado.

Primeiro trocou os motores campeões da Mercedes pela incógnita com viés de esperança dos japoneses da Honda.
 Depois: trouxe Fernando Alonso trocando a cara do time de “promissor + aposentado em atividade” para um “aposentado que ninguém liga + chorão vitorioso”.
Então trocou as intermediárias pelo fundo do grid.
Pouco antes tinha trocado as primeiras posições pelas posições intermediárias.

Já é bastante mudança por uma temporada não?
Só não me espantaria mesmo, de verdade, se trocassem a F1 pela GP2.
Com o níve…

Criatividade: a melhor forma de se apresentar um trabalho autoral

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Em 1992 o cenário musical brasileiro já acenava com mais uma mudança de direção. O rock cantado em português ia discretamente saindo da cena mainstream e já dividia – pau a pau – a programação das rádios com o samba de novos grupos como Exaltassamba, Katinguelê e Negritude Jr. que acabavam trazendo para as luzes grupos mais veteranos (Raça Negra, Fundo de Quintal entre outros) formando uma nova onda do gênero e criando uma cena muito forte.
O nome escolhido para batizar esta nova geração de sambistas foi “pagode”, que mesmo sendo um termo antigo e repleto de significados desde os tempos de “Pelo Telefone” de Donga, acabou pegando como novidade.

O estilo que dominaria o cenário musical nas rádios e programas de TV muito em breve e como com qualquer outro movimento musical despertaria a vontade de ser músico em milhares de jovens por todo o país.
Fosse pela glamorização da imagem do “sambista profissional" aparentemente bem sucedido (ainda não eram os “sambistas ostentação” com jat…