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Mostrando postagens de Janeiro, 2017

F1 2017: O que tem para agora - ou - as aspas de um tempo sem nada importante

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A F1 deu uma parada. E não foi só nas corridas, também nas notícias importantes.
Como a silly season também não foi muito produtiva, restam as manchetezinhas.
Tirando o fato de que a Marussia, que respirava por aparelhos faz um tempo já, se foi, nada realmente profundo aconteceu nos últimos dias.
Algumas das notas que circularam pela imprensa chegam a ser simplórias, mas a elas...

Alonso prevê grid embaralhado.
Sim... Alonso e mais da metade dos fãs da categoria.
O problema é que Alonso não é um cara bom de previsões.
Previu que a McLaren seria o melhor caminho ao sair da Renault e se deu mal.
Daí apostou numa volta à Renault e de lá para a Ferrari.
Sua última aposta quase fez com que se tornasse uma piada...
Levar fé nas previsões de Alonso é uma das coisas mais temerárias da F1.

Monisha Kaltenborn, a manda chuva na Sauber espera uma revisão dos acordos comerciais para ter uma F1 mais justa.
Ela fala de dinheiro, claro.... De divisão de dinheiro, de grana, de Money, bufunfa...
Nas pi…

F1 2017: Questões pertinentes ao discurso do novo rei

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A nova chefia da F1 personificada em Ross Brawn, aquele, já chegou dizendo a que vem.
Ross condenou o DRS dizendo que a tal asa móvel é artificial.
De fato, é. Ponto para ele.
Por mim, esta coisa sequer deveria ter sido inventada, quanto mais regulamentada e colocada nos carros, mas Brawn vai ter que dar uma solução para a falta de ultrapassagens melhor que esta.
DRS é um remédio ruim que acaba com um sintoma, mas criava um efeito colateral que incomoda tanto quanto. Mas, corridas transformadas novamente em procissões é a última coisa que a categoria precisa num momento em que quer recuperar a audiência que perdeu.

Também disse que é necessário que a F1 possa ter um “Leicester City” de vez em quando em alusão ao time “cinderela” do campeonato de (que puta sono que dá!) futebol.
Brawn fez isto com o time que levava seu nome.
Ao meu ver, por uma grande ação do acaso, com a Honda fazendo um grande (e desacreditado a ponto de pular fora do jogo) chassi, um motor muito bom e um truque bara…

F1 2017: Rei tombado, rei coroado

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O rei foi demitido, viva o novo rei.
Aliás, o imperador caiu, viva o novo rei.
Bernie tinha mão de ferro na condução da categoria que ajudou a salvar de um desmantelamento inevitável nos anos 70/início dos 80 quando tudo era uma bagunça geral com a morte rondando as pistas, mas seu modo de gestão envelheceu, assim como ele próprio e passou a ser insuficiente para o tamanho do monstro que a F1 se tornou, e que, claro ele ajudou a se tornar.
Logo, uma mudança era realmente necessária e a empresa que é dona da categoria agora agiu rápido nesta questão. Rápido e certo.
Trouxe alguém que entende do riscado para a condução da coisa toda.
Ross Brawn tem o batismo dos pitwalls e experiência na administração.
Ajudou a montar e a conduzir um dos times mais vitoriosos da F1 moderna: a Ferrari da era Michael Schumacher.
Depois, como administrador, comprou por um punhado de dólares o espólio de um time desacreditado, que já tinha virado até piada no meio e fez dele um time surpreendentemente vence…

F1 2017: A F1 e os idiotas digitais

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Há algum tempo atrás, Erasmo Carlos foi a um talk show e confessou sua frustração ao entrar finalmente para o mundo das redes sociais.
Disse ele, e com razão, que vindo do distante mundo dos anos sessenta, ainda imaginava que a relação do público com o artista ainda era de “puro amor”.
Era esta a impressão que tinha ao saber dos números de vendagem de discos, revistas em que fosse objeto de matéria e da idolatria ao aparecer em público naquela época.
A idolatria foi diminuindo ao passo que novos ídolos surgiam, mas mesmo num contexto muito menor, ainda era parado nas ruas, na porta dos shows, em supermercados e cercado de demonstrações respeitosas de carinho e afeto.
Ele era o artista e seu público gostava dele.
O respeitava.
Com a chegada e a popularização da internet, não teve outro caminho senão aderir as plataformas digitais e virtuais criando seu web site, perfis em redes sociais, aderindo a mídia eletrônica enfim...
Pensava ele que aquilo bastaria para manter minimamente seu púb…

F1 2017: O fim de uma era (?)

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A “grande” notícia do fim de semana foi o provável afastamento de Bernie Ecclestone do comando da F1.
Por que as aspas?
Imagine que você compra um empreendimento realmente grande, que você pensa que pode render muito mais do que já rende estando nas mãos certas (as suas) quem você deixaria comandando a bagaça? O antigo dono? Não parece lá muito coerente...
Mas o próprio Bernie já havia declarado que seu futuro na F1 era incerto e que tudo: “...Está nas mãos dos novos donos.”

A Liberty Media já sinalizou que deve pedir ao dino... digo... dirigente que se afaste (renuncie) da função de diretor executivo, que manda desmanda e manda para Baku quem não estiver contente desde o fim dos anos 1970.
Em contrapartida, devem oferecer um cargo de “presidente vitalício” para Ecclestone, seja lá o que isto queira dizer.
Deve ser algo como o Ronald McDonald, é a cara pública, mas não decide nem quanta cebola vai no sanduíche.

Algo que pode pesar nesta aceitação é a vontade da Liberty em aproximar a …

Groo Recomenda: Sly and the Family Stone

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Em 1970 um beatle (ex beatle não existe) pediu que todos imaginassem um mundo sem fronteiras, sem divisão por cor, raça, credo e arrematava: “-It´s easy if you try.”.
Não diminuindo a importância ou a beleza poética desta iniciativa convenhamos que a utopia sonhada por Lennon pudesse estar um tanto defasada...
Enquanto sugeria que tentássemos imaginar, um outro cidadão, de nome Sly, já havia posto em prática tudo isto.
Ao menos no que dizia respeito a sua banda, servindo como mensagem para o mundo todo: “-A butcher, a banker, a drummer and then. Makes no difference what a group I´m in”.

Silvester “Sly Stone” Stewart foi um prodígio musical. Aos sete anos de idade já era tecladista e ao chegar ao colegial já tocava vários outros instrumentos, entre eles a guitarra na qual viria a se destacar em bandas de garotos.
A mais importante delas talvez tenha sido a Vyscaines, onde tocou junto com um garoto filipino chamado Frank Arelano.  Eram os dois únicos membros não brancos do grupo e a rea…

F1 2017: Por que Massa?

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A pergunta que não sai da cabeça nos últimos dias é: por que Massa?
O cara acabara de anunciar aposentadoria, havia passado por um ano dos menos produtivos, não aparentava nenhuma motivação para continuar.
E tudo isto na própria Williams.
Então: por que Felipe Massa?

A resposta pode ser simples: não havia ninguém melhor no mercado.
Também pode ser óbvia: ambos, equipe e piloto, já conhecem ritmo e método de trabalho um do outro.
Pode ser sem graça: pela experiência em contrapartida com o novato no outro carro.
E pode ser estranha: ser a super nanny do Lance Stroll.

Ou para alguns veículos aqui da terra brasilis, o professor Guimbinha, aquele cara que cuida das invenções de segurança do Riquinho Rico.
Até sei que a comparação não faz sentido, mas estes veículos aí só conseguem se referir a Lance Stroll lembrando que ele é rico.... Sabe como é: ter dinheiro é feio.

É meio romântico imaginar que seja apenas para tutelar o novato que Massa tenha voltado.
Lembra demais o enredo do (péssimo…

F1 2017: A luta contra a lata - ou - A falência do café

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Massa e Bottas completaram um movimento de cadeiras da F1 iniciado com a ida de Nico Rosberg para o negócio de venda de ovos e leite de produção orgânica.
Com as vagas fechadas na Williams e na Mercedes sobraram apenas dois acentos na F1 2017 e creia...  Não são lá estas coisas...
Sabe quando você vai ver um espetáculo sold out e a única poltrona disponível é atrás de um pilar ou na lateral extrema do palco, de onde você só vê as coisas direito se esticar e entortar o pescoço?
Então...  Assim são os cockpit da Manor.
São bons para ver a corrida, afinal, estão dentro da pista e de tempos em tempos o líder da prova passa por eles. Bem rápido, mas os pilotos conseguem ver assim mesmo.
Já para disputar... São facas de dois gumes.
Se o cara conseguir ir bem, andar legal na corrida e – se der muita sorte – marcar uns pontos, pode cavar um contrato com algo melhor num futuro (ou não), porém, se ficar andando lá no fundão, fazendo número, a frigideira é certa.
E é para lá que Felipe Nasr pode…

F1 2017: Substitute

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E o substituto do campeão foi escolhido.
Valteri Bottas vai ter a (in)grata missão de pilotar um dos carros mais desejados do grid nos últimos anos.
É certo que não se sabe se a supremacia vai continuar firme e forte como tem sido, mas apostar que ao menos será um dos carros protagonistas do ano não seria loucura.
Mas quem é o que esperar de Valteri Bottas e o porquê da Mercedes ter apostado nele?

O cara é finlandês. Portanto conterrâneo de Mika Hakkinen, Kimi Raikkonen e Heikki Kovalainen, mas por nunca ter vencido uma corrida na F1 não é possível dizer se também não deixa cair uma só gota do champanhe. O terceiro lugar é legal, mas não se compara a loucura de ganhar a corrida. Bebe-se bem mais no lugar mais alto do pódio.
Antes de chegar à F1, correu na GP3 séries e foi campeão pela Art Lotus.
Antes ainda, atuou em Charlie and the chocolate factory no papel de Augustus Gloop.

Em 2017 vai ser o companheiro de equipe do tetracampeão mundial Lewis Hamilton, aí está a dor e a delícia de…

F1 2017: A volta de Massa

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A Williams deu a senha: a ida de Valteri Bottas para a Mercedes é iminente.
Se é assim, a volta de Felipe Massa para a F1 é certa.
Num esforço de pesquisa, o blog foi verificar como era o mundo na última vez em que o piloto brasileiro sentou num F1.

Foi no GP de Abu Dhabi no já distante ano de 2016.
GP este que foi vencido por Lewis Hamilton, mas que não foi suficiente para lhe dar o título daquele ano.
Com o segundo lugar, Nico Rosberg foi o grande campeão e alguns dias depois anunciou sua aposentadoria.
Jenson Button também havia anunciado sua aposentadoria, mas ninguém estava nem aí...
Alonso aínda tinha apenas dois títulos.

No Brasil, o Palmeiras corrida a passos largos para garantir o título do campeonato brasileiro de futebol.
Fora dos campos seguia a polêmica do título mundial de 1951, que o time garante ter recebido um fax da Fifa dizendo que é real.
O presidente da república era (infelizmente) Michel Temer, que volta e meia anunciava alguma coisa para logo voltar atrás. Ele h…

Hot 5 do Groo: As escondidinhas

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Para quem tinha o habito de sentar e escutar discos (ou cd´s) um dos grandes baratos era se apaixonar por canções diferentes dos hits. Encontrar no meio daquelas onze, doze músicas uma que se identificasse de uma forma diferente. Ou apenas gostar da canção de uma forma diferente de outras pessoas, que afinal, encontrariam as prediletas delas também.
Este hot5 trata destas canções. Aquelas que não foram single, hit e nem tocaram insistentemente no rádio, mas eram boas o suficiente para isto.
Canções escondidinhas.

O Papa é Pop, disco dos Engenheiros do Hawaii de 1990 foi um arregaço de vendas.
O cover dos Incríveis (“Era um garoto que como eu...”) tocou no rádio até encher o saco.
Assim como “Pra Ser Sincero” e a faixa título.
Mas lá no meio, ou fechando o lado 1 para quem ouvia vinil, tinha uma canção fantástica que ficou meio que relegada: “Olhos Iguais aos Seus”.
Tem quem torça o nariz para as letras de Gessinger, mas de boa? Dane-se...
O que faz as pessoas parecerem tão iguais? Por qu…

F1: Palcos que fazem falta e palcos que nem precisavam ter existido

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Das pistas que se foram do calendário, algumas realmente deixaram saudades e outras só aquele sentimento de que seria bom se nunca tivessem sequer existido.
Não é por saudosismo, mas uma que gostaria de ver de volta era o antigo traçado de Hockenheim.
Com suas imensas retas cortando a Floresta Negra é o que se pode chamar de verdadeiro templo dos motores.

Uma das cenas mais divertidas da F1 se deu por lá quando Nelson Piquet tentou dar uns sopapos em Eliseo Salazar após o chileno manetão tirá-lo da corrida de 1982.
Depois ainda o impediu de entrar na Kombi que os levariam de volta aos boxes.
Soube-se depois que o motor de Piquet não aguentaria chegar ao fim da prova, mas até aí, o capacete de Salazar já tinha sentido o peso das luvas de guiar do tricampeão.

Outra pista que gostava muito e foi retirada (e também mutilada como Hockenheim) era Imola.
Após os acontecimentos de maio de 1994, decidiu-se que o traçado era inseguro.

Talvez até fosse mesmo, mas as fatalidades com Ratzemberger …

F1 2017: E se você pudesse decidir? - ou - Bernie-se

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Bernie Ecclestone, um dos velhinhos da fuzarca disse uma vez (ou teria sido Max Mosley?) que democracia em excesso também é ruim.
Como tudo que o cara fala, isto criou uma polêmica (vazia?) enorme à época e deixou muita gente com mais raiva ainda do cara.
Obviamente, o tio enriqueceu para caramba de formas não muito claras, mas também transformou uma coisa fadada ao desaparecimento (devido as mortes e a zorra que era sua organização) em um dos espetáculos esportivos mais admirados do planeta.
Se a F1 sobreviveu aos anos de massacre nas pistas e chegou ao que é hoje, deve-se muito mais a Bernie Ecclestone do que se pensa.
Obviamente também, o seu tempo e sua forma de administrar já não são o bastante para manter o interesse (comercial?) na categoria.
Mudanças são necessárias e a tal Liberty Media acena com elas.
Se vão acontecer de fato é outra história...

Mas dizia de Bernie e sua declaração sobre a democracia.
Se referia ao fato dos participantes, equipes mais notadamente, terem voz …

F1 2017: Oxímoros

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Um jornalista que gosta de alardear furos que nem sempre se concretizam publicou duas notas que se contradizem.
Disse na primeira nota que a assessoria de Felipe Nasr jogou a toalha e que o piloto não estará no grid da F1 em 2017. Algo até esperado pelo andar das carruagens e movimentos referentes à dança de cadeiras.
Contradizendo uma outra nota dele mesmo, escreveu que não houve qualquer contado da diretoria do patrocinador principal de Felipe para uma renovação do contrato que poderia lhe garantir alguma chance de brigar por uma vaga.
Durante o fim de semana do GP do Brasil escreveu que os executivos responsáveis pelo patrocínio estavam em Interlagos durante todo o fim de semana conversando com Nasr e tudo estava praticamente encaminhado.
Num oxímoro digno de Luiz Melodia em “Pérola Negra”, música de seu primeiro disco homônimo de 1973, a nota do jornalista parecia dizer que o Banco do Brasil acenava para Felipe com um “...baby te amo, nem sei se te amo.”.
A nota mais recente, a qu…

Ame a F1 pelo que ela é, não pelo que te disseram que ela foi

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Alonso disse que a F1 dos anos 80, começo dos noventa era chata, que se você assistir uma daquelas corridas hoje certamente dormiria.
Tem razão ele?
Sim e não.
Sim, eu dormiria.... Até porque provavelmente eu já saiba o resultado e, convenhamos, se você já era um expectador da F1 naqueles tempos, hoje você está com uma parcela maior de sono atrasado de sua vida toda querendo ser cobrada e paga agora.
Em outras palavras, você é velho.
E mesmo que você não soubesse o resultado, dormiria em algumas partes extremamente entediantes e durante até corridas inteiras.
Não há época perfeita na F1, não houve temporada extremamente empolgante do início ao fim. Corrida chata sempre houve e sempre haverá.
Quem se lembra da temporada completa de 1985? Será que se lembra do que aconteceu no GP da Holanda?
Havia o domínio de uma ou outra equipe, mas notadamente da McLaren e depois da Williams.
O diferencial, talvez, seja o imponderável da falta de confiabilidade dos equipamentos da época.
Diferencial …

Lucifer Sam

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Sid Barret, o guitarrista seminal do Pink Floyd participou (feliz ou infelizmente depende do ponto de vista do fã do grupo) apenas do primeiro disco da banda na integra: The Piper at the Gates of Dawn e de algumas canções do segundo: A Saucerful of Secrets (voz em “Jugband blues”, guitarra em “Set the controls for the heart of the sun” e violão em “Remeber a day”).

Costumava dizer que queria fazer das canções do grupo algo próximo de um conto de fadas lisérgico. E era mesmo assim que soava.
E tinha o desejo que também visualmente a coisa se assemelhasse a isto.
Tanto que em uma apresentação para duas mil e quinhentas pessoas em uma casa chamada Chalk Farm Roadhouse elaborou a ideia – de jerico – de jogar uma espécie de gelatina sobre a plateia.
Na hora “H” a coisa falhou e a geleca não desceu sobre o público.
Ao tentar “consertar” quebrou o container e acabou soterrado por quase cinco metros daquela coisa.
Neste mesmo show, para não dizer que tudo deu errado, durante a execução de “In…

CRV na F1 #22: O realismo fantástico de Pastor Maldonado

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Pastor Maldonado nunca foi unanimidade.
Alguns diziam que era um piloto horrível bancado com dinheiro da estatal venezuelana de petróleo.
Outros diziam que era apenas um piloto horrível.
E outra corrente ainda dizia que nem piloto era e estava na F1 apenas por conta do apoio da petrolífera da Venezuela.
Mas o fato é que ele estava na F1 já a um ano e chegava para a primeira corrida na Europa da temporada 2012 sem muita esperança de um resultado muito bom.
Até ali, seu melhor resultado tinha sido um oitavo lugar na corrida chinesa daquela mesma temporada. Brilho? Nenhum...
Sua equipe, a Williams, não passava por uma fase das melhores. Sua última vitória tinha sido no longínquo ano de 2004 com Juan Pablo Montoya e comemorava naquele fim de semana, sabe-se lá porque já que a corrida aconteceu pouco mais de um mês após o aniversário de setenta anos de seu fundador Frank Williams.
No sábado, surpreendentemente, a Williams de Maldonado fez uma classificação primorosa e acabou com a segunda …

F1 2017: Para pensar um pouco

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O que é a F1?
Na opinião de Adrian Newey, um dos grandes nomes da categoria nos últimos anos, ainda que fora das pistas deveria ser “-...uma batalha de pilotos combinada com a criatividade dos engenheiros. ”
Mais ou menos como era até meados dos anos 90 do século passado.
“-Deveria ser um espetáculo que envolve homens e maquinas e não apenas um espaço para fabricantes mostrarem suas tecnologias. ” – Completou.
Adrian é um crítico da implantação dos motores híbridos na categoria. Diz que não há sentido e que é apenas uma jogada de marketing e completa dizendo que se tivesse realmente algo a acrescentar aos carros de rua, as empresas que desenvolvem esta tecnologia deveriam estar na frente das outras no mercado automotivo.
Não sei se concordo ou não com esta afirmação, mas penso que é um caminho sem volta. E para o bem da F1, que se pare nos híbridos. Motores totalmente elétricos como na FE mataria a categoria em pouquíssimo tempo.


Mas a pergunta é: o que é a F1?
Antes se tratava de hom…

F1 2017: O primeiro drama

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Valteri Bottas foi visitar a fábrica da Mercedes e, se não foi comprar um modelo exclusivo ou conhecer a linha de montagem dos ônibus para se tornar motorista de um, é sinal de que o gorducho realmente está de mudança para o time prateado do bocó Toto Wolf.
Se é uma boa para o garoto, não se sabe.
Ainda.
Seria bom saber o tempo de contrato, ao menos, do gordinho para começar algum tipo de especulação sobre seu papel dentro da equipe.
Particularmente, não penso que ele se preste ao papel de piloto tampão.
Ainda é jovem e tido como promessa por muita gente boa dentro do meio automobilístico. Não é dos mais brilhantes, mas também não é um zé mané qualquer. Não me parece afim só do dinheiro que poderia vir de um possível contrato tampão
Mas isto é para outra crônica, aqui o foco é Felipe Massa.


A especulação no fim de 2016 era de que Felipe havia aceitado continuar no cockpit da Williams tutelando o novato Lance Stroll se Bottas realmente fosse para a Mercedes. E como dito no parágrafo ac…

F1 2017: Enter - Mudanças

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A Liberty Media deu um passo em direção a modernização da gestão da F1, categoria que pretende ter o controle total em breve. Hoje, o grupo é dono apenas de aproximadamente 18% das ações, montante comprado junto à CVC no decorrer de 2016.
A empresa quer introduzir na categoria algo parecido com o salary cap, algo que funciona – e muito bem – na NFL.

O teto orçamentário seria para equilibrar os gastos das equipes grandes com o das pequenas e nanicas e claro, com a Ferrari, talvez a maior gastadora do grid e provável em entrave a introdução.
Segundo diretores da Liberty, “-Não faz sentido esquipes gastando mais de $400 milhões anuais se isto não traz nada de bom ao fã da categoria.”.
Segundo os mesmos, isto cria duas classes dentro do esporte e impede “os azarões de ter uma chance de vencer.”.
No que somos todos obrigados a concordar sem fazer nenhuma ressalva.
Enquanto times como Mercedes e Ferrari gastam montanhas de dinheiro, times pequenos lutam bravamente para sobreviver sem nenhum…