27 de jan de 2010

Americanos, argentinos... Tudo igual

A gente é otimista demais mesmo..
Primeiro a gente se entusiasma com americanos que vão montar uma equipe de F1.
Escrevemos e comentamos que: “-Americano não entra em jogo pra perder.”.
Ficamos forçando a memória para enfileirar as conquistas e desenvolvimentos de americanos ilustres no setor automobilístico...
Mas conseguimos lembrar de Henry Ford...
Vem a mente então que o passado deles na categoria nunca foi lá muito glorioso. Com uma ou outra equipe cult, mas de resultados bem modestos...

Depois nos aborrecemos com a papagaiada de que querem dois pilotos legitimamente americanos: “-Por que americano é nacionalista e blá, blá, blá...”.
E então lembramos que os pilotos americanos nunca foram lá grande coisa.
Poucas vitórias, um campeão mundial legitimo - mas contestado - e outro naturalizado...
Sem contar que o filho do que era naturalizado disputou meia temporada e deu um vexame que quase apaga os feitos do pai...

Agora que já lembramos destas coisas começamos a ficar com um pé atrás.
É carro que não aparece, projeto futurista sem o uso de túnel de vento...
“Mas com aparato da Nasa!” – lembra alguém.
Então pensamos: “-Uia! Nasa! Se eles põem ônibus em órbita, que não farão com simples carros de corrida?”.
Até dá certa empolgação, mas só até lembrarmos que a Nasa também é responsável por aquelas naves que se desintegram ao serem lançadas ou quando estão voltando a Terra...
Mas mesmo assim ainda damos um voto de confiança e ficamos esperando, pesando prós e contras.
Somamos mais alguns pontos positivos quando resolvem acabar com a exigência de nacionalidade estadunidense para os pilotos: “-Boa! Abre mais vagas!”.

E então eles aparecem para oficializar o primeiro piloto contratado e...
É um argentino... Um ARGENTINO...
Nada contra... Mas depois de Fangio qual foi o ultimo argentino com uma carreira de respeito?
Se disser Carlos Reutteman vai queimar a única resposta possível...
E se disse Maradona eu vou ignorar a brincadeira...

Agora sim da pra ter uma sólida opinião sobre estes caras...
São loucos... Só isto... Loucos. Não vai dar em nada...

9 comentários:

Marcelonso disse...

Groo,


E o lamentável desta história é o uso do dinheiro publico para patrocinar esse tal Pechito,e para piorar numa equipe duvidosa.
Dinheiro publico não pode e não deve ser usado ao bel prazer de governantes nem aqui,nem em lugar algum.

abraço

Manu disse...

Muito peculiar.
Até foto com a Cristina Kirchner teve.
Adorei o texto! ^^

oliver disse...

Pois é.

Mas tu tem que lembrar que na Argentina tem muita coisa boa também.

Por exemplo: tem o ..., o..., o...

Putz, Peron já morreu.

Daniel Médici disse...

Dentre as equipes cult que apareceram nos EUA, eu resgurado a Shadow (uma das minhas preferidas dos anos 70) das críticas. E talvez Mark Donohue tenha sido mais piloto do que os númeors sejam capazes de mostrar. E claro, tem também o Dan Gurney, um dos melhores de todos os tempos!

Fora alguns empenhos individuais, acho que os EUA nunca fizeram muita questão de correr nos moldes do European Way... E quando aparece uma iniciativa pomposa, como a USF1, o resultado é patético.

Carlos Cezar disse...

Heheheheh...

Esses americanos só podem tá de brinks ca galere! Contratar um argentino e ainda mais estando este sem pilotar um monoposto por anos...

Ps: Groo, tem um pequeno errim aqui oh: "Sem contar que o neto do que era naturalizado disputou meia temporada e deu um vexame que quase apaga os feitos do pai..."

Não seria filho?

Ron Groo disse...

Valeu Carlos... Tá consertado.

Felipe Maciel disse...

Fue lo money de Dio...

Maximo disse...

Irrevogável...

o senhorito usa o skype? ou também vai me esculachar = fez qdo perguntei do tuíti??

abs,

Maximo

Cezar Fittipaldi disse...

Bueno, los argentinos son nuestros hermanos, pero no mucho. Esto esta mal....muy mal, yo creo que ha empezado mal.