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F1 futebol clube

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Comparações entre esportes, embora por vezes sejam um porre, são algo comum.
A imprensa – nem sempre criativa – gosta de fazer, talvez por falta de pauta melhor e diz que é para que o leitor não inteirado na F1 tenha algum tipo de referência ao ler sua matéria.
Como se alguém que não gosta de F1 comprasse publicações sobre, ou, nestes tempos modernos acessasse sites e páginas dedicadas...
Aqui a opção é por falta de algo melhor mesmo.
Kimi Raikkonen e Fernando Alonso são os dois campeões mundiais mais antigos em atividade na F1.
O último título do espanhol foi em 2006, enquanto Kimi ganhou em 2007.
Em um paralelo com aquele esporte em que vinte e dois homens correm atrás de uma bola por noventa minutos, os dois poderiam ser facilmente comparados a dois gigantes. Brasileiros, mas gigantes.

Fernando Alonso seria o Corinthians, o que explica porque tanta gente não vai com sua cara e outros tantos diga que é implicância de anti...
Os doze anos em que não levantou um título podem ser compa…

Agora é oficial: o Halo está entre nós

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Em 1994 o safado mandatário Paulo Maluf sancionou na cidade de S. Paulo uma lei que tornava obrigatório o uso do cinto de segurança nos veículos que circulavam no município.
A principio a gritaria foi imensa, mas pelos motivos mais toscos.

Assim como tudo que é regulamentado, os inimigos do safado mandatário bradavam por “liberdade de escolha” e que a imposição do uso do cinto era “uma violência contra os direitos do indivíduo”.
A queda do numero de mortes (incluindo inimigos do safado mandatário) em acidentes fez com que em 1997, uma revisão do código nacional de trânsito tornou nacional a obrigação do uso do cinto.
A chiadeira também foi ouvida com a obrigatoriedade da vacina contra febre amarela (ver A revolta da Vacina, no canal Buenas Ideias, de Eduardo Bueno) e outras “imposições”. 
As alegações por vezes diferem, mas o motivo é sempre o mesmo: diferença política.

A coisa com o Halo, o tal dispositivo para proteção da cabeça do piloto em carros de fórmula não é muito diferente. …

Renovando nomes, oxigenando a categoria

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Um dos assuntos mais comentados desta pré-temporada, e não pelos motivos corretos, diga-se, foi a definição por parte da Williams de sua dupla de pilotos.
No páreo, como todos sabem, estavam Robert Kubica e o russo Sergey Sirotkin.
Ao menos no Brasil, aparentemente, a preferência recaia sobre o polonês.
Ou era uma bizarra preferência por um manetão com propensão a porrar violentamente todos os carros que já guiou e é sério candidato a engrossar algumas estatísticas terríveis da categoria ou, o que é mais provável, um desespero gigantesco para poder usar o manjado e batido “conforme havíamos dito” após um chute bisonho.
Como a equipe preferiu ficar com o jovem russo, a principal linha de pensamento foi de que o time de Grove optou pelo dinheiro ao invés do “talento”.
O mais bacana é que o polonês também trazia uma bolsa de patrocínio enorme...

Curiosamente, muitos entraram na onda e começaram a colocar sob dúvida o futuro do time no campeonato próximo.
Isto sem nem um teste com o carro…

A cara moderna da Liberty - ou - Money (that´s what I want)

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A Liberty Media, dona da F1 decidiu que a partir deste ano, as grid girls não fazem mais parte do show da F1.
Não haverá mais mulheres segurando as plaquinhas com o número e o nome do piloto ao lado de sua posição de largada.
Qual a relevância disto para a categoria ou para as corridas?
Nenhuma.
No lugar das modelos, crianças que fazem parte dos campeonatos de kart.
E isto? Faz diferença ou é relevante?
Totalmente.

Por partes.
Primeiro... Antes que venham proclamar a “modernidade” e a visão “feminista” da Liberty, é necessário entender que a atitude não foi tomada com base no que foi dito.
Não foi por respeito à posição feminina (que sequer foi ouvida na tomada de decisão) e muito menos  (como andaram ventilando algumas personalidades) para evitar que fossem assediadas.
A empresa não é um poço de bondade antenada nas novas tendências humanisticas...
Vale lembrar que há mulheres que trabalham nas equipes (engenheiras, relações públicas, porta-vozes e até chefes de equipe) sem contar pr…

F1 2018 - Enter: Groo News #1

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Fevereiro sempre chega...
E com ele, o que era depressão pós temporada se transforma em ansiedade pré-temporada da F1.
As equipes começam a apresentar seus carros e suas novidades, sejam elas cores novas ou modelos inteiramente diferentes.
É também a hora da volta regular do blog e com ele, notícias que podem até ser copiadas de outros lugares, mas sem adivinhação.
Aqui não se solta busca-pé para depois sair correndo atrás da vareta.
Com vocês as:  Groo News.

A Williams fechou sua dupla titular de pilotos com o russo Sergey Sirotikin, que vai fazer companhia ao também guri Lance Stroll.
Aqui não vai se falar da grana do Stroll e nem da inexperiência do russo.
Todo mundo que está na F1 entrou porque trouxe dinheiro de uma forma ou de outra e todos eles começaram sem experiência em F1...
Mas então porque esta nota?
Para mandar um tardio, mas não falho: chupa grande prêmio... zevoderam!

A Force Índia vai lançar seu carro no dia 25/02 em Barcelona.
Junto vai mostrar ao mundo o novo nome d…

Feliz ano novo: bem vindo a 1965

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Em 1965 havia um grupo denominado “folkies” que eram ligados a organizações que protestavam em favor dos direitos civis, contra o racismo, o machismo e – principalmente – em favor das liberdades individuais.
Sua trilha sonora era a música folk (daí sua denominação) e tinham em Joan Baez, Arlo e Woody Guthrie seus representantes musicais.
E a então nascente estrela Bob Dylan era seu ídolo contemporâneo para que a continuidade do movimento fosse garantida.
Em suas letras, Dylan versava sobre coisas caras aos folkies e suas músicas, assim como a de Joan e Woody, eram embaladas apenas por instrumentos acústicos para valorizar as palavras e deixar a mensagem inteligível para o maior número de pessoas possível.
O sucesso radiofônico de Dylan o transformou em um semideus para este público.
Seus discos vendiam muito e a reputação politizada ajudavam a difundir a cena folk, seu estilo e seus protestos.

Em 1959 numa ação genial, o cantor Peter Seeger e o futuro empresário de Dylan, Albert Gross…

I ll be back soon

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