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F1 2018: Ole lê, ola lá, a França vem ai e a gente pode até dormir...

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Tradição.
Se há uma palavra que pode definir o grande prêmio da França esta palavra é tradição...
A França foi o primeiro país a utilizar o termo “grande prêmio” em uma corrida de automóveis lá no longínquo ano de 1906, mais precisamente nos dias 26 e 27 de junho, em uma corrida nos arredores de Le Mans.

De lá para cá, diversos circuitos e traçados foram usados na disputa do GP francês.
Na era F1, que compreende o período de 1950 aos dias atuais, Paul Ricard, Dijon, Magny Cours, Charade, Rouen, Reims e até uma configuração menorzinha de Le Mans.
Anteriormente, também houve corridas em Pau, Saint Gaudens, Montlhery, Lyon, Miramas, Strasbourg e Diepe também sediaram corridas.
E apesar dos nomes fantásticos que disputaram estas corridas pré F1, aqui vamos nos ater ao período de 1950 em diante.

A equipe que mais venceu em terras francesas foi a Ferrari, com 17 triunfos seguida pela Williams com 8 e a Lotus com 7.
Já entre os pilotos, Michael Schumacher (que surpresa!) foi o que mais vezes…

Viva Fernando/Chupa Alonso

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E Fernando Alonso finalmente voltou a vencer...
Não... Não ganhou nenhuma corrida na F1, coisa que não acontece desde o grande prêmio da Espanha de 2013.
Também não foi nenhuma corrida da Indy, que ele só participou de uma (e que uma!) e não ganhou por pouco.
A vitória veio em uma das mais tradicionais e importantes corridas de endurance do planeta: As 24 Horas de Le Mans.
Vencedor duas vezes do GP de Mônaco (2006/2007), com esta conquista fica apenas faltando a vitória em Indianápolis para completar a tríplice coroa do automobilismo.
Feito este só conseguido por Graham Hill que venceu Mônaco em 1963,64, 65. 68 69, Indianápolis em 1966 e Le Mans em 1972.
Não há dúvidas que Graham ganharia ótima companhia caso Fernando, ano que vem, ganhe a corrida no mítico oval, e menos dúvidas ainda de que, se alguém merece (atualmente) ter esta honra, este alguém é o asturiano.

Mas aqui é o BligGroo, não tem passada de pano não...
Ter ganho a corrida em Sarthe também deixa a espanhol numa situação …

Francis Albert on Le Sanatéur

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Inverno na Rua 45.
A decoração de natal toma conta de tudo com suas luzes, bonecos de neve e papais Noel que aproveitam a data para amenizar a depressão econômica.
Mar Cel´Onça pela primeira vez em anos decide que não publicará o Le Sanatéur na semana do Natal.
-Ninguém está comprando o jornal mesmo...

Ao dar a noticia à sua dupla de repórteres mais famosa (e única) nota certa tristeza em seus semblantes. Internamente sorri pensando: “...estes sim gostam do que fazem!”
Porém, foi só o chefe sair com o carro dançando em zigue e zague pela rua coberta de neve para que as comemorações começassem.
-Como está o velho Stude?  - perguntou Ron.
-Do mesmo jeito que ficou após você dirigir. – respondeu Coyote.
-Então estamos sem carro?
-Vou nem responder...
-Precisamos de um carro para sair da cidade.
-E vamos pra onde?
-Porra cara... Você é coiote, não?
-E daí?
-Coiotes migram para o sul no inverno, igual todo pássaro.
-Ron...
-Oi.
-Cala a boca.

Saíram os dois e se dirigiram até Honest Rubs, o…

E nem tudo era culpa do Hermann Tilke

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Já tem algum tempo que é meio que voz corrente falar que corridas ruins sempre são culpas das pistas desenhadas por Hermann Tilke.
Será?
Algumas das melhores corridas dos últimos anos foram disputadas em pistas desenhadas pelo alemão.
Azerbaijão, Singapura, Malásia e até o Bahrein...
Pelo contrário, Austrália, Espanha e este ano até o Canadá foram sonolentas.
Deixando de fora, obviamente, Mônaco.

Será então que já podemos aposentar a narrativa que as pistas do alemão é que atrapalham a disputa?
Ainda temos, com folga, as chatices Sochi e Abu Dhabi que em todos estes anos de calendário, só proporcionou um momento memorável quando Vitaly Petrov segurou Alonso e deu o primeiro título mundial à Vettel.
Fora isto, Abu Dhabi é dispensável.
Em minha modesta opinião, também o tal COTA com suas curvas crtl c crtl v, mas esta não é unanimidade.

No Canadá, especificamente, o problema foi da escolha dos pneus.
Se não houvesse a necessidade regulamentar do uso de dois compostos durante a corrida, …

F1 2018 - Canadá: Mostrando que o problema da F1 atual não são as pistas do Tilke

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A corrida no Canadá é uma festa...
Não só pela pista sensacional, mas também pelo fato de ser das poucas chances do povo canadense poder celebrar algo ao ar livre... Lá o frio é bravo e dura muito tempo.

E esta edição não tinha nada para ser diferente.
Tempo bonito e firme, os melhores carros na frente sem punições e sem erros bobos na classificação.
Tanto que Vettel fez o recorde novo da pista com 1:10 qualquer coisa. Voou o alemão da Ferrari.
Atrás dele um improvável Bottas e Max Verstappen.
Mas quando as luzes se apagaram, Vettel manteve a ponta e Bottas, mais improvável ainda, foi corajoso o suficiente para peitar e segurar Max Verstappen.
Uma pena que lá atrás, em um lance um tanto confuso, Brendon Hartley se enrosca com Lance Stroll e oferece ao expectador um momento de tensão ao ser jogado para cima do muro.
Foi difícil não pensar no Kubica naquele momento.
Não pelo fato do Stroll estar envolvido, mas pela plasticidade da pancada em si.
Ainda que a manetada do polonês tenha sid…

McLaren na Indy?

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A McLaren, aparentemente, tem intenções sérias de manter carros de forma oficial na categoria de fórmula norte americana.
É algo realmente interessante discorrer dos porquês do interesse.
Talvez, muito provavelmente, nenhuma das hipóteses que serão levantadas terão algum fundo de realidade, mas (e por que não?) levanta-las assim mesmo?

Zak Brown, chefe da McLaren foi até Detroit negociar a entrada de seu time na Indy.
Lá, quis saber sobre a questão dos motores (Honda ou Chevrolet) que terão de usar.
Este pode ser um dos motivos para a ida: usar motor Chevrolet para poder, enfim, mandar um “chupa Honda”.
Na Indy, Honda não é o melhor motor e assim, talvez, seja mais fácil ganhar deles mandar o desabafo.
Se bem que... Na F1, bastou a equipe trocar de motor para que os Honda fossem parar na Toro Rosso e começassem a render bem.

Zak disse em entrevista ao Autoweek que, se realmente ingressarem na Indy, levarão para lá um piloto de nível mundial...
Eis aí outro possível motivo: levantar o …

F1 2018: - GP do Canadá em números

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A corrida canadense é sempre muito esperada pelos fãs de F1 ao redor do mundo, mas principalmente pelos torcedores locais.
Amigos que já estiveram in loco algumas vezes atestam que a corrida é só uma parte da festa toda. Uma verdadeira celebração já que a corrida é disputada em um dos poucos meses do ano onde a temperatura não é ultrabaixa e o sol dá o ar da graça.
A pista, dentro de um parque, é desafiadora.
Apertada em algumas partes e muito veloz em várias outras com pontos de ultrapassagem espalhados em seu traçado e até algumas particularidades como o grampo que antecede sua grande reta e o “muro dos campeões” que parece chamar os carros na última curva antes da linha de chegada.
Muita gente boa já bateu ali e bastante gente ruim também, mas como as versões, às vezes, são melhores que os fatos... Fica a versão de que é o muro dos campeões e não dos manetões.

O GP é disputado desde 1961, porém, só se fixou no atual endereço, Montreal, em 1978 quando Gilles Villeneuve se tornou o ú…