26 de jan de 2015

CSI Buenos Aires

Cena de abertura: (“Who are you? U u u u.)

O corpo está jogado no chão do banheiro quando a equipe no CSI Buenos Aires chega.
-O que temos? – pergunta o investigador ao policial militar que atendeu a ocorrência.
-Homem, branco, 51 anos. – responde o policial.
-Aparente causa da morte?
-Tiros... Dois.
-Alguém mais no apartamento?
-Só o secretário de segurança do país.
-E quando ele chegou?
-Não sabemos...
-Obrigado assumimos daqui...
A equipe entra e começa a coletar material para investigação.

Alguns minutos depois deixam o local do crime e partem para as declarações esperadas para a imprensa.

-Muito bem... As investigações vão continuar, mas até o presente momento o que encontramos foi: um corpo com duas perfurações por projeteis disparados por arma de fogo. Também encontramos as portas destrancadas, portanto: nenhum sinal de arrombamento, uma pegada e uma digital que não combinam com as da vitima. Ninguém suspeito foi visto no local, apenas o secretário de segurança do país, que num ato patriótico e de desprendimento e apesar das denuncias que a vítima tinha a fazer sobre sua superior, acionou a policia após encontrar o corpo.

-E o que apontam os exames do material recolhido na cena? – perguntou um repórter.
-Bem... Não havia resíduo de pólvora nas mãos da vítima.
-Alguma coisa mais? – quis saber outro repórter.
-Encontramos uma lista de compras de supermercado a se fazer na próxima segunda.
-Quantos tiros foram mesmo? – ainda outro repórter.
-Dois.
-Dois tiros, sem vestígios de pólvora nas mãos, lista de compra futura, pegada e digital, nenhum arrombamento, mas as portas estavam destrancadas... O que dá para concluir?
-Que foi suicídio.
-Suicídio?
-Sim... Alguém suicidou ele.

Cena congelada sobem os créditos e entra a trilha final: (“We don´t get fooled again...”)

23 de jan de 2015

Aniversário de S.P. :O Amor em São Paulo

A estátua equestre de Duque de Caxias iniciou sua cavalgada naquela tarde de calor insuportável saltando de seu monumento para dentro da avenida que leva seu nome no cruzamento com a Avenida Rio Branco, no centro da cidade de São Paulo.
Empinando seu cavalo negro feito de bronze e brandindo a espada por sobre sua cabeça num gesto imperioso de 'avançar', cavalgou sobre carros e ônibus que eram abandonados por motoristas e passageiros situados entre atônitos, maravilhados e abismados com a cena. Crianças olhavam o espetáculo esperando que a qualquer momento, vindo dos céus surgisse um desses heróis japoneses da moda e desse um jeito no monstro de bronze. Sorriam e pulavam enquanto eram arrastadas por pais apavorados em fuga.
Em uma das alamedas paralelas à avenida, do alto da torre da igreja do "Sagrado Coração de Jesus", outra estátua - esta do Cristo - observava serenamente os movimentos do cavaleiro e, como aquele outro Cristo que abre os braços sobre o Rio de Janeiro sem proteger ninguém, nada faz.
Por que será que também ele não desce lá do alto da igreja e caminha sobre a cidade com seu 'Sagrado Coração' à mostra endireitando os errados e eliminando os que não têm conserto?
 Bom era que ele tivesse um cajado para passar nesta corja de descerebrados inimigos do povo humilde, dos que exploram os mais fracos, dos que oprimem sem dó nem piedade os que não têm como se defender, amparar os que se sujeitam por necessidade. Seria ótimo ver que o Cristo também fica "retado" e que está do nosso lado.
Mas como ele não desce mesmo, cavalo e cavaleiro de bronze seguem pela avenida afora
sem encontrar maiores obstáculos que os carros e ônibus do caminho.
Em uma das calçadas, bem defronte a um teatro de espetáculos pornográficos, um cantador cego ouve os estrondos dos passos gigantes e de sanfona ao peito, num canto gritado entoa uma quadra de sua terra: "Lá vai, lá vai/ a turma pesada que o adversário há de ser... / Eu quero saber o que em mim odeia/ eu sou coluna de aço se tu quer passar/"arrudeia".

A cavalgada se interrompe em frente à estação Júlio Prestes. O Duque de bronze fica imóvel por alguns instantes. Ouve-se um suspiro de alivio da multidão, que mesmo de longe e amedrontada acompanhava a cena toda.
-Acho que parou...
- Parece que voltou ao normal!
- Deve estar com medo do Jaspion...
Ouviu-se sirenes dos carros do corpo de bombeiros que fica ali bem perto, enxergaram-se helicópteros no céu azul, até alguns rostos voltaram a exibir tímidos sorrisos.
Durou pouco, o gigante negro ergueu o braço direito, que segurava a espada, e vibrou um golpe poderoso contra a base da torre do relógio da estação decepando assim o carrilhão como se fosse uma simples flor de jardim.
Soltou as rédeas do cavalo, que segurava com a mão esquerda, e aparou a queda da torre guardando-a no alforje sob a sela.
Agora não havia mais pânico, só espanto. A área fora toda isolada pela policia, que demorou, mas apareceu distribuindo seu costumeiro mau-humor e alguns cascudos nos curiosos.
E quem não ficaria curioso com uma situação destas?

Cavalo e cavaleiro apontam agora o focinho e nariz para a construção centenária da Estação da Luz.
Já não pisoteava veículos, apenas arrancava fios de energia, telefone e fazia buracos no asfalto, mas estes já eram tantos que ninguém notou.
Desceu a Rua Mauá, cruzou o viaduto Couto Magalhães e chegou a Estação da Luz pelo lado do Jardim, de onde as putas, os gigolôs, alguns desocupados, aposentados e uma leva de coreanos puseram-se em fuga alucinada. Não se sabe se da estátua ou da polícia que estava "gentil" como nunca, distribuindo sua "simpatia" sem fazer distinção alguma. Impossibilitados que estavam de fazer algo realmente útil apenas cumpriam a função de afastar os passantes e abrir caminho para a passagem do herói da guerra do Paraguai de bronze.
Na Estação da Luz a parada e o suspiro se repetem, mas desta vez não houve alívio nem comentários, só apreensão.
Repetiu-se também o gesto do braço levantado e o  golpe contra a torre do relógio. Recolheu-a também com a mão esquerda guardando-a no alforje junto à outra.
A estação já centenária, por onde o cantor e poeta Alceu Valença disse que chegaria o verão, ficou sem o relógio. Oferta dos ingleses que a construíram semelhante ao Big Ben londrino, perdendo assim o seu charme e fazendo com que o bairro do Bom Retiro já tão desfigurado pelas lojas de moda e prédios ‘padrão’ erguidos pelos imigrantes coreanos para que o bairro tomasse ares de uma Seul tropical e ficasse ainda mais feio.

A estátua cruzou a Rua Mauá e cavalgou na Avenida Cásper Libero observada por rostos pálidos nas janelas do casario antigo e mal conservados onde funcionam bordéis e hotéis sem classificação.
Seguia sem danificar sequer um prédio destes e, não ser pelo corte das torres pode-se dizer que não causou grande prejuízo à arquitetura do bairro da Luz, que por baixo de toda a poluição visual e dos maus tratos das reformas de urgência é muito bela.
Passou pela Praça Alfredo Issa, cruzou a Avenida Senador Queiroz, atravessou o Vale do Anhangabaú pelo viaduto Santa Ifigênia, estrutura antiga e segura que nem balançou á passagem de tamanho peso.
Ganhou o centro velho de São Paulo ao atravessar o Largo São Bento e entrar na Rua Boa Vista com suas dezenas de agências bancarias até desembocar no Pátio do Colégio, onde a Cidade de São Paulo começou e que agora abriga o Museu Anchieta que possui o ultimo pedaço de uma São Paulo do século XVII: uma parede erguida com barro e sangue de boi.
Na frente do Museu de Anchieta há uma estátua sem nome, feita do mesmo bronze negro da estátua de Duque de Caxias, no alto de uma pilastra altíssima de cimento, com os braços elevados à altura do rosto e estirados a frente do corpo, trajando um vestido longo que deixa à mostra apenas os pés descalços e que esvoaça ao sabor dos ventos. Ventos estes que também agitam sua cabeleira numa visão que emana liberdade e uma felicidade contagiante.

As suas costas: o colégio que dá nome ao pátio, seu museu e sua igreja servem-lhe de proteção contra a cidade imensa e hostil que cresceu a partir dali a mais de quatrocentos e cinquenta anos.
Duque de Caxias apeou de seu cavalo amarrando-o as grades do Viaduto Boa Vista e aproximou-se da estátua sem nome.
Trazia nas mãos o alforje que antes estava sob a sela e pela primeira vez notou-se em seu rosto alguma expressão que parecia ser de tristeza.
Tentou em vão chamar-lhe a atenção com gestos de cortesia, mas não obteve êxito. Ofertou-Ihe então as torres cortadas junto às estações de trens, a estátua sem nome não lhe deu novamente atenção e ainda por cima virou-lhe as costas.
Uma lágrima negra rolou pela face de bronze de Duque de Caxias caindo ao chão e produzindo um som estranho atraindo a atenção da estátua sem nome.
Ela olhou pelo canto dos olhos e enternecida tomou para si as torres prendendo-as junto ao peito.
Um sorriso aflorou aos lábios do gigante de bronze que estendeu a mão e num gesto delicado ajudou a estátua sem nome a descer de sua pilastra conduzindo-a até seu cavalo ajudando-a a montar.
Desamarrou o cavalo e puxando-o pelas rédeas desceu a ladeira General Carneiro em direção a R. 25 de Março, sumindo por entre as ruelas e becos do bairro da comunidade árabe.

Ali perto, no largo São Bento, um casal de velhinhos ainda comentavam o que haviam visto.
Vasculharam a memória procurando algo semelhante ao acontecido naquela tarde e nada. Deram-se as mãos e com ternura trocaram um rápido beijo nos lábios. Sorriam um para o outro com uma jovialidade terna, felizes por terem visto e vivido tantas coisas juntos e assim foram celebrar o amor num dos bares da Rua Libero Badaró, por que no fim das contas, isto é só o que importa mesmo.

21 de jan de 2015

Crônica de outro dia muito quente

-A reunião mais uma vez foi muito proveitosa, parabéns a todos. – diz o chefe.
-Foi perda do meu tempo! – grita alguém que não pode ser identificado.
-A propósito, chefe, que tal uma pequena comemoração? – diz o japonês do TI.
-Claro, claro... O que sugere?
-Neste calor? Refrigerante e sorvete! – sorri a gordinha do DP.
-Uma ótima pedida! Mais sugestões?
-A gente queria cerveja, óbvio... – o ruivo da contabilidade opina.
-Mas estamos em horário de trabalho, não dá né?
-Qualquer coisa, mas longe daqui! – a voz misteriosa novamente.
-Ah, poxa... Abre uma exceção! A gente compra cerveja sem álcool. – sugere o japa.
-Ok então... Sorvete, refrigerante e cerveja sem álcool.
-E para comer? – novamente a gordinha do DP.
-Caramba, é mesmo... Passa das três da tarde, precisamos comer. – repara o chefe.
-Ah, tá muito quente,... Nem dá vontade de comer. – diz o office-boy.
-Só se for você, magrelo, eu tenho fome com qualquer clima. – indigna-se a gordinha.
-Dá pra notar... – ri o office-boy no que é acompanhado por todos discretamente.
-Vamos parar com este negócio ai... Já falei que não quero bulling na empresa.
-Mas vocês não estão na empresa, cambada... – a voz misteriosa ganha mais altura.
-Então tá... Japa, você vai atrás da cerveja sem álcool; fofa, pega o sorvete, o boy vai buscar refri pra todo mundo... Eu pago.
-Mas... Mas... Vamos comer aqui mesmo? – quis saber o ruivo da contabilidade.
-E por que não?
-Melhor ir a um bar, restaurante, padaria... Vamos lá... – incentivou o japonês.
-Tá bom...  Vamos nessa! – disse o chefe após pensar um pouco.
-Eeeeeee!  - todos comemoraram enquanto saiam deixando o lugar desarrumado.

Enquanto todos saiam o dono da voz misteriosa finalmente aparecia e começava a arrumar toda a bagunça.
-Cambada do cacete... Vão fazer festinha com sorvete, refri e cerveja quase toda semana, mas não tem dinheiro pra por uma droga de ar condicionado no escritório deles.
-Com quem cê tá falando ai? – quis saber outra pessoa que agora chegava ao local.
-Tô resmungando sozinho...
-Tá ficando velho.
-Não... Tô é cansado! Desde que começou esta onda de calor que estes idiotas vêm fazer reunião aqui no setor de frios e congelados do mercado, tiram tudo do lugar e nunca arrumam.
-É complicado...
-Muito, agora, por favor, joga os frangos de volta na gôndola resfriada onde estava sentada a gorda, me ajuda a por as carnes de volta no freezer onde o japa tava encostado e fecha a porta das geladeiras todas, por favor...

20 de jan de 2015

O pior pesadelo

-Então é pra cá que a gente vem quando morre?
-Não, na verdade não... Você não morreu ainda, o paramédico está tentando te reanimar.
-Então?
-Bem... Deixa eu explicar...

Gildo tinha acordado pela manhã e como sempre nas Segundas-feiras estava atrasado.
Pegou a roupa em cima de uma pilha que estava dobrada, se vestiu às pressas e saiu correndo.
Ao chegar ao ponto de ônibus lembrou-se de checar algo que lhe amedrontava: que roupa íntima estava vestindo.
Em seus piores pesadelos era atropelado e quando chegava ao hospital, para que lhe fizessem curativos lhe tiravam as roupas e descobriam que ele estava de calcinha e não de cueca.
Geralmente acordava aos berros, transpirando litros e tinha de ser acalmado por sua esposa.
A paranoia era tanta que sua gaveta de cuecas ficava em uma cômoda separada do guarda roupas do casal.
Naquele dia, estava tudo em ordem. Até freada tinha.

-Quando se morre sem resolver algum assunto na Terra, vem para cá: o limbo.
-E como sai daqui?
-De duas, uma. Volta e resolve lá ou fica aqui pra sempre. Mas tem que decidir logo, se não o médico lá desiste e te dão por perdido.
-Então tem como voltar?
-Tem, mas esbarra nesta burocracia.
-Burocracia... Pensei que isso era coisa do inferno.
-Não pô... Pra ir pro inferno é direto. Sem escalas.
-Mas eu não tinha nada pra resolver.
-Tinha sim... Tinha que enfrentar seu medo.
-O que? Ser atropelado? Eu fui, oras...
-Mas não estava de calcinha. – e contém o riso.
-Mas nem! Eu sou muito macho.
-Bom... É o seguinte...
-Diz.
-Tem que decidir agora. Vai...
-Eu fico aqui.
- Pensa bem... Não vai ver ninguém, não vai falar com ninguém depois de eu sumir. Aqui não tem cerveja, não tem futebol, não tem mulher, não tem rock, não tem nada...
 -Hum... É. Bem chato.
-Pois é. Então volta e...
-Não.
-Deixa eu terminar... Você volta até a manhã antes do fato... Vai ser atropelado, tudo de novo, mas vai resistir e viver por mais algum tempo.
-E você pode fazer isto? Você é Deus?
-Chame como quiser... E então? O que decide?
-Quanto tempo?
-Se interessou heim? Mas o tempo eu não vou dizer.
-Hum... Não... Nem ferrando. Já disse, sou macho.
-Eu já te disse que todas as suas vontades e angustias vão continuar com você aqui?
-Ah é?
-É... Isto aqui pode ser pior que o inferno viu...
-Bem... Eu vou pensar e...
-Pensar nada... Tem que resolver agora, to vendo na tela do computador aqui que o paramédico ta quase desistindo.
-Tá bom, eu volto.
-Ok... Vai, vai, vai...

E então Gildo acorda. Como sempre nas segundas está atrasado.
Levanta-se às pressas, pega sua roupa em uma pilha que estava dobrada, para em frente à gaveta de roupas de sua esposa e sente uma vontade enorme de vestir uma de suas calcinhas.
Olha para os lados como se verificando se não há ninguém vendo e escolhe uma preta. Na verdade apenas dois fiozinhos. Um na cintura segurando o tapa-esfiha e outro atrás.
Veste e logo coloca a calça jeans por cima. Coloca a camisa, os sapatos e corre para o ponto de ônibus.
Nem sequer chega a atravessar a rua. Um Corcel amarelo o atinge e o arrasta por um bom trecho da rua.
Alguns minutos depois chega a ambulância e a primeira providencia do paramédico e lhe tirar os frangalhos de roupa que lhe cobriam os machucados e dificultava o atendimento.
Profissional, não comenta e nem sequer internamente ri, mas infelizmente, não consegue reanimar Gildo.
No velório não havia outra conversa que não fosse a calcinha. Se estivesse vivo, morreria de vergonha.

Então chega ao limbo e encontra o mesmo ser que lhe havia feito a proposta de volta e este, com um sorriso mofino e sacana diz:
-Com tanta calcinha enorme na gaveta você tinha que pegar logo aquela?
-Não vem não, você me enganou, disse que eu resistiria. Me enganou...
-Mas você também não foi sincero. Por isto está aqui.
-Como não? Sempre disse que morria de medo, tinha pesadelos até, de morrer e estar com uma calcinha.
-Disto eu não duvidei, nunca, mas ficou aqui se dizendo machão e tal... Fio dental Gildo? Logo fio dental?

19 de jan de 2015

Hashtags relevantes para a F1

E finalmente um sopro de bom senso prático: liberaram a Honda para desenvolver seu motor livremente como todas as outras fabricantes em 2015.
Bom para a categoria, que pode contar com mais um motor forte e – talvez - fazer sombra aos Mercedes.
Bom para a McLata que agora sabe que deve trabalhar bem em seu chassi, porque os nipônicos vão trabalhar, e muito, em seu produto.
Bom para o Alonso, que sabe que vai contar com gente competente trampando duro para que ele vença.
E bom para os fãs, que vão poder gritar: “chupa Alonso, chupa Mclata” a cada mico que eles pagarem neste ano.
Se eles vão pagar mico?
Sinceramente não sei, mas sou torcedor da Williams logo vamos mandar: “Chuuuuuupa Mclata, chuuuupa Alonso.” E vamos complementar com a hashtag: #ComAHondaETudo .

E a tal “tabela Verstapen” para obtenção da superlicença parece ter feito sua primeira vítima: Susie Wolf, piloto de testes da Williams.
A mulher não pode mais ser piloto de testes por não reunir as condições impostas pela FIA para tanto.
Ela não tem os pontos suficientes por não ter feito corridas na categoria, não ter passado os três anos em categorias de acesso e, principalmente, não ter dezoito anos completos.
Ah! Tá duvidando? Então tá... Pergunte a ela - ou qualquer outra mulher - a idade verdadeira e receba a resposta: “-Não te interessa, indelicado...”
Mas os fãs dela devem relaxar...
Ela é esposa do Toto Wolf, e caso não deem a ela o documento, logo aparece uma choradeira e boatos de que a Mercedes vai embora...
É capaz dela não só receber a superlicença, mas também a titularidade na Williams e o título mundial no fim da temporada.
Hum... Pensando bem, acho que vou criar a hashtag: #ChoraAiToto.

A Marussia ainda pode competir em 2015.
Segundo um diretor executivo do time, nada essencial foi vendido nos leilões.
Vamos consertar a noticia.
Nada foi vendido nos leilões: ninguém quer lixo.
E o essencial para correr eles não poderiam leiloar porque não tinham: dinheiro.
Outra hash? #Foda-seMarussia