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Mostrando postagens de Fevereiro, 2012

Antes era pior... 11

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Alguns chefes de equipe ainda reclamam das micro câmeras que são colocadas em seus carros dizendo que , mesmo pequenas, aumentam o peso final do conjunto...
Imagina antes, quando além da câmera, ainda tinham que levar o câmera man onboard...

Quem fala o que quer...

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- Alain, você tem assistido filmes ultimamente? – pergunta um jornalista brasileiro. -Não muitos...  - “Senna, o filme”, você assistiu? – com sorrisinho sarcástico... -Não e nem vou... -Mas por quê? Um filme tão bom... Nós brasileiros adoramos... Ah... Vai ver que é porque você não quer lembrar o quanto era surrado pelo Senna né? – mal disfarçando o riso. -Eu sinceramente prefiro ver “Jour de la victoire”... -Sobre o que é este? – pergunta o espertalhão com uma curiosidade legitima... -Dos três gols que a França enfiou no Brasil em plena final da copa do mundo de 98... 

Comédias da vida real na F1 #6 - Jesus X Suecas

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O amigo jornalista Marcio Kohara, que escreve para diversos veículos – Pódium GP, Tazio, Best Cars – além do próprio blog, o Col de Turin, me disse uma vez.
“-Se a versão é mais interessante que o fato, publique-se a versão”. – ou – “-Jornalismo é saber separar o joio do trigo... E publicar o joio.”
Seguindo estes sábios conselhos, eis aqui minha contribuição com uma versão que tem tudo para ser joio...

O ano era 1975 e o campeonato era o europeu de F3. A corrida era no circuito de Anderstop, na Suécia, preliminar da prova de F1 daquele ano.
A equipe era a March, que também tinha seu braço na F1, oficialmente, seus pilotos para a F3 daquele ano eram o sueco Gunnar Nilsson e o brasileiro Alex Dias Ribeiro, provavelmente o primeiro atleta de Cristo e que um dia correria com a inscrição “Jesus saves” na carroceria de seu carro.
Gunnar Nilsson disputava a liderança da prova com o também sueco Connie Anderson, que pilotava um carro não oficial da mesma equipe March.
Atrás dos dois vinha Al…

Música de sexta - Back in Bahia

Quando voltou do exílio em Londres, Gilberto Gil veio cheio de novidades e idéias.
Por lá, assistiu shows de Hendrix, Led Zeppelin, Rolling Stones e Traffic entre outros.
Tocou com Jim Capaldi, Weather Report e Wayne Shorter.
Conheceu David Gilmour quando resolveu comprar sua primeira guitarra elétrica - uma poderosa Gibson 335 – na mesma loja onde Eric Clapton comprava as suas...
E mesmo triste por estar longe da terra natal, não parou de pensar a música e, diferentemente de Caetano que cogitou abandonar a carreira, continuou compondo.
E finalmente conseguiu a aproximação com a música pop com que sonhava ao fundar a Tropicália ao lado de Caetano, mas sem perder a brasilidade...

Ao voltar, gravou o hoje legendário Expresso 2222 para marcar seu retorno com tinta permanente na história da música no Brasil.
E é neste disco que está a música desta sexta: Back in Bahia.
A letra quilométrica faz um apanhado dos tempos de exílio, mas sem rancor ou qualquer traço de raiva, apresentando aquele…

Antes era pior... 10

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Aqueles mecânicos da Ferrari que se embananam todos pra fazer um pit stop em bando, chegando a trazer apenas três pneus para o carro do Irvine ou deixar a mangueira de reabastecimento no de Felipe Massa, deveriam se sentir envergonhados quando vissem esta cena.
Antes, apenas um dava apoio ao piloto quando este parava para trocar pneus...
Ah... E o piloto ainda descia do carro e ajudava.

Carnaval e F1: mais iguais que a gente pensa

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Carnaval não é só escola de samba paulista ou as ainda mais badaladas escolas cariocas. Assim como a F1 não tem só equipe tradicional, aliás, só tem três, Ferrari, Maquilata e Williams. Tem outras estrelas na festa.  Existem também os blocos, os cordões, os ajuntados, os "pé sujo"... Vê como não há diferença para a categoria máxima do automobilismo?
Na categoria de Escolas de Samba temos a divisão entre paulistas e cariocas, que dizem há uma diferença gritante...  Só não sei onde e nem em que... Estação Primeira de Mangueira, Salgueiro, Beija Flor de Nilópolis ou as co-irmãs de São Paulo, Rosas de Ouro, Vai-Vai... Acho todas iguais, entra uma, sai outra e para mim é como se fosse a mesma. Não vejo diferença nem nas tais “passarelas do samba” de cada estado. É o mesmo ticabumticabumticabum, pracapracapraca, ticabumpracabum... Mas os especialistas - e creia, existem - enxergam diferenças abissais e esperam destas grandes shows, inovações, emoção.
Assim também é com a Mclaren, …

Música de sexta: All I Could was cry

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Em sua sala de gravação a banda tenta gravar com uma jovem promessa não uma, nem duas, mas vinte e quatro vezes a canção: All I could do was cry:
-Esquece... Você não é mulher para esta música...  – diz Leonard Chess, dono da gravadora que leva seu nome. -Eu sou mulher para qualquer música. – responde Etta. -Menos para esta... O que sabe você sobre perdas? O que sabe você sobre abandono? – continua ele. -E o que sabe você sobre mim?- devolve a cantora com ódio no olhar. Leonard, que até então realmente pouco sabia sobre sua contratada deu de ombros para a pergunta. -Mais uma vez! – pede ela a banda e ele aceita. Dá ordem aos músicos para que toquem. O diretor musical então conta: “-All I Could was cry, vigésimo quinto take...” e a banda ataca um blues suave, quase um soul.
O resto é história, mas não um conto de fadas...

A diferença que um câmbio faz

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Anselmo, eu tô dizendo... O Rubs tem um cachorro que sabe dirigir... -Para Ron, mentira dele... Aquele baixinho inventa muito. -Não Anselmo, eu to falando por que eu vi... -Viu? Mesmo? -Vi sim...  E nem tinha bebido. -Mas, o que você viu? -A gente estava na frente do bar do Canário... -A gente quem? -Tonho Platão, Boquita, Zé Nerso e eu. E então ele chegou com o cachorro e... -A pé? -Não, não... Naquele Opalão preto, o Diplomata dele... -Ele nunca quis me vender aquele carro... – e suspira – Mas continua... -Então, ele chegou e chamou a gente para ver, falamos para ele que o carro a gente já conhecia e ele disse que não era o carro, mas o Hórus... -Hórus? Então o cachorro dele que sabe dirigir é aquele dog alemão burro? -Não é tão burro assim... Dirige um diplomata hidramático... -Bah... Besteira... Cê ta inventando... -Tô não... O cachorro senta no banco e o Rubs põe o cinto nele, daí ele põe as patas dianteiras no volante, as traseiras nos pedais de acelerador e breque e vai...  Pod…

Antes era pior... 9

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Os capacetes têm, inegavelmente, salvo muitas vidas em todas as categorias do automobilismo. São hiper resistentes, capazes de – nas palavras dos produtores – suportar um tiro de médio calibre. Nós não vamos fazer o teste, acreditamos nas palavras das empresas, e sabemos dos exaustivos testes a que estas peças salvadoras de vida que (quase) sempre são também a identidade visual mais forte de um piloto são submetidas. Maquinas imprimem toneladas de peso simulando impactos, pedradas e até marretadas nos cascos são dadas... Mas nem sempre foi assim. Antes, além de não serem seguros como hoje, ainda tinham formas inusitadas de testar sua resistência...  Publicado originalmente no Pódium GP.

Nota do busão

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Já faz algum tempo que as notinhas do busão não aparecem por aqui, afinal, agora vou trabalhar a pé.
Mas vez em quando...
Ao entra no coletivo, sem ver Zé Pequeno ao volante ou o cobrador com cara de tonto que trabalhava com ele.
Ocupei um banco no fundo do microônibus, após a porta e comecei a me lembrar das histórias divertidas que ouvi em anos de uso do transporte público. Ri sozinho...
Até que entraram dois homens que se sentaram bem a minha frente.

Conversavam animadamente sobre posicionamento político. Só consigo ouvir trechos.
-Você tem tendência de esquerda, por isto pensa desta forma... – diz um.
-Tendência não, eu sou de esquerda. Sempre votei no PT... – disse o outro
-Ai está o erro... PT não é mais de esquerda... Aliás, todos que chegam ao poder tendem ao centro... Foi assim com o PSDB. – retruca o primeiro.
-E você continua votando neles?
-Claro...
-Então você é de direita.
-Tanto quanto você, votando no PT é de esquerda...

A conversa girava mais ou menos em torno disto. …

Duas elucubrações sobre dorgas

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Quando morreu Amy Winehouse alguns “arautos do bom gosto” poluíram o mundo com comentários do tipo: “-Drogada!”, “-Burra!”, “Vadia!”, “-Foi tarde!”
Tanto pelo estilo de canções que ela cantava, quanto pelo estilo de vida que escolheu, como se isto fosse da conta de alguém.
Ai morre a Whitney Huston e os mesmos “donos da verdade e pais do bom gosto” voltam à carga: “-Diva!”, “-Cantava muito!”, “-Tão nova!”...
E eram os mesmos que até o sábado pela manhã a davam como acabada, burra, brega... A morte faz bem a algumas carreiras como se vê.
Mas o mais engraçado é que, até se prove o contrário a causa das mortes pode ser a mesma. Os históricos são iguais.
Mas e dai? Porra nenhuma, nunca gostei.
Gritava demais.
Muita demonstração de técnica e potencia, mas sem nenhum sentimento...
Bombástico e vazio.

A rede Bandeirantes de televisão agora faz propaganda da temporada de Formula Indy centrando o foco na possível participação do 1B no campeonato.
Coloca em todas as suas chamadas e transmissões …

Death on two legs

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Eles já haviam lançado três discos com ótima aceitação e vendagem. Faziam turnês com vários shows inclusive no Japão...
Tocavam nas rádios com regularidade e apareciam em programas de televisão, mas segundo seus contadores, ainda estavam devendo para a empresa de som e de iluminação.
O baterista, Roger Taylor, que – devido a seu estilo enérgico - quebrava várias baquetas durante os shows foi avisado de que era melhor maneirar, pois simplesmente não havia mais dinheiro sequer para comprar baquetas novas.
Em resumo, apesar do sucesso e da aparente prosperidade, estavam à beira da falência.
Uma rápida auditoria e descobriu-se o óbvio: o dinheiro entrava no caixa, mas ficava com a gravadora por conta de acordos comerciais assinados às pressas onde a produtora é que negociava seus álbuns com uma gravadora ficando desta forma com uma parte leonina dos resultados.

Enquanto ensaiavam para a gravação do seu quarto álbum, alguém ligado a produtora apareceu nos estúdios guiando seu próprio Rolls…

De bullyng e outras frescuras... (pt 1)

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Quando era moleque e arrumava confusão na rua minha mãe tinha um procedimento padrão:
-Brigou?
-Briguei...
-Apanhou?
-Não...
-Ah bom... – e me dava uma surra....

Ou

-Brigou?
-Briguei...
-Apanhou?
-Sim...
-Reagiu?
-Sim...
Ah bom... – e me dava uma surra, mas menor, afinal, não deixei que ninguém montasse em minhas costas, como ela dizia...

Pqp! Caralho... Que tipo de cidadão estamos criando para o futuro?
Nós brigávamos, apanhávamos, batíamos...
Dávamos e ganhávamos apelidos...
Éramos perseguidos por moleques mais velhos e maiores, depois nos juntávamos em três ou quatro e dávamos o troco... Se necessário, pauladas, pedradas...
Perseguíamos os moleques menores e depois tomávamos pedradas, tapas dos irmãos mais velhos.
E hoje, somos todos conhecidos, talvez não amigos, mas quando nos encontramos damos boas risadas de tudo aquilo.

Hoje o que temos?
Escolas fazendo seguro contra bullyng...
Tudo é bullyng... Tudo é questão de correr para divãs de psicanalistas por que: “-É necessário falar…

RB8 - Nariz de doze

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E entram na sala Christian Horner e Adrian Newey.
A platéia presente - composta por jornalistas e alguns torcedores – aplaude.

Horner toma a palavra.
-Senhores... A Red Bull Racing, no intuito de continuar competitiva como sempre e se possível manter o mesmo domínio exercido na temporada passada, onde nosso Sebastian Vettel passeou pelo campeonato, apresenta agora o modelo RB8.
O pano que cobria o carro é retirado e o que se vê é a repetição do bico com degrau.
A decepção dos torcedores é quase palpável... E Horner continua:

-Só que para este ano temos novidades... E não é só no carro, mas na filosofia do time.
Não... Não é necessário que fiquem ai especulando sobre se vamos ou não fazer jogos de equipe e achar isto normal... Não é o caso. Mas vamos dar uma força a mais para Mark Webber e para isto encomendamos para nosso gênio Adrian Newey um sistema dentro das regras para que Mark possa se dar melhor na temporada e, se necessário, ajudar Vettel. Para explicar tudo sobre o carro e es…

Enter F1 2012 - Fórmula Escada, Cyrano de Bergerac ou Juca Chaves

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Por enquanto só houve dois lançamentos de carros para a temporada 2012.
O “novo” Maquilata e os outros.
“-Ah, então o Groo capitulou e agora está torcendo pela McLaren?”
De jeito nenhum! A versão inglesa da Ferrari em termos de safadeza não me agrada...  Mas ao menos o carro é um pouquinho diferente destas tralhas que parecem homenagear o Cyrano de Bergerac...
Aliás, isto suscita uma dúvida: Se os projetos são desenvolvidos a sete chaves e sob segredo absoluto, como é que quando são lançados os carros se parecem tanto?
Será que as mulheres dos projetistas conversam no mercado? Fazem academia no mesmo lugar? Facebook?
Enquanto não há resposta para este dilema, vamos aos lançamentos até agora.

A Force Índia
O carro dos indianos malucos nunca foi um primor de beleza.
Se havia algo bonito no desenho, a pintura samba do indiano doido escondia.
Este ano, pasme, esta foi a vantagem: A pintura escrota escondeu um pouco o bico ridículo.

A Caterham
A feiúra do modelo, com o maldito bico em degrau…

Canções bobas de amor

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John Lennon, aquele, um dia escreveu uma canção chamada “How do you sleep?” e a lançou em seu álbum Imagine de 1971.
Na canção questionava Paul McCartney, o outro, por só lançar canções tolas sobre de amor.
Numa atitude muito deselegante, diz que: “-Os caras estavam certos em dizer que morreu”, referindo-se a alguns malucos que enxergavam evidencias de que Paul havia morrido em 1966 e tinha sido substituído por um sósia.
E prosseguia: “... tudo que você fez foi ontem (Yesterday, canção de Paul nos Beatles) e desde então é só outro dia (Another Day, canção solo McCartney) e terminava questionando “-Como você consegue dormir?”

Paul, que com o fim dos Beatles formou os Wings e seguiu sua carreira de forma mais constante, demorou a dar a resposta, mas quando veio foi em grande estilo no seu álbum At the speed of sound, de 76
“-Você deve pensar que já existem canções bobas de amor o suficiente, mas olho ao meu redor e não vejo isto. Alguns caras querem encher o mundo de canções bobas de amo…

A estratégia (que falhou) por trás do MP4-27

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Quando o dia amanheceu na Bahia de todos os santos os fieis já rumavam para a praia do Rio Vermelho com seus barquinhos repletos de oferendas à rainha do mar Iemanjá.
Espelhos, perfumes, flores, bijuterias entre outras coisas eram enviadas através das ondas para alto mar.
Assim é desde os tempos imemoriais, só que neste ano duas figuras diferentes estão entre os devotos e filhos de santo. E não é apenas por serem estrangeiros, porque muitos turistas participam da famosa festividade baiana assistindo, inclusive, a lavagem das escadarias do Senhor do Bonfim dias antes.
Mas porque estão vestidos de forma muito peculiar.
O mais velho com uniforme de chefe de equipe da F1 e o outro, incrivelmente, como piloto. De capacete e tudo.
E não era qualquer equipe... Lá estavam Ron Dennis e Lewis Hamilton.

-Você tem certeza Lewis?
-Claro, Ron! É coisa certa...
-Mas de onde você tirou esta idéia? Foi coisa daquele pai de santo fajuto que você achou na internet? Pai... Pai... Tonhão?
-Pai Tião...
-Es…

Caminhada

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Então chegou realmente o ano novo e aquelas promessas bestas que você fez na noite do dia 31 de dezembro são todas esquecidas...
Todas?
Quase... Menos aquela que sua mulher não vai lhe deixar esquecer. Não tão fácil.

-Vai procurar uma academia! – diz ela – Teu sedentarismo te atrapalha até o sono.
-Não vou... Não quero gastar dinheiro com isto. – você responde.
-Então tá... Guarda pra gastar com um médico. E se não quiser gastar com o médico, tudo bem... Se você morrer, a casa é minha e eu vendo teus livros para um sebo e pago o funeral.
Com esta lógica inapelável ela te convence a pelo menos deixar de ser totalmente sedentário e ir fazer algumas caminhadas.

Aquele teu amigo professor de educação física diz que para começar a fazer efeito, qualquer exercício físico só faz efeito após os primeiros trinta minutos.
-Tá... – você diz sem muita convicção
-Aproveite o fim de tarde quando o sol já não está muito forte. – diz ele.
-Claro... – mas você pensa “-Não tem sol, mas vai continuar ca…