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Mostrando postagens de 2015

Conto de natal: Santa Claus is smoking reefer

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Sempre que ia passear na região do Parque Dom Pedro, em São Paulo, ficava encantado com os armazéns importadores de secos e molhados. Desde muito pequeno.
Os aromas, a variedade de produtos como azeitonas, azeites, vinhos, vinagres, queijos e principalmente: mortadelas.
Mas não de uma forma comum, encantavam mais pelo fato de estarem dependuradas no teto.
Passava por baixo das “bexigas” de mortadelas e peças de queijo provolone enormes sustentadas apenas por um cordãozinho.
Porém o sentimento que tinha não era de medo. Não temia que uma das peças despencasse lá de cima e acertasse sua cabeça, mas um troço confuso. Queria agarrar uma das peças e arrancá-la. Sair correndo do armazém com a mortadela nas costas.
Óbvio que não precisava disto, nunca precisou.
Se pedisse quando criança, provavelmente, seu pai teria comprado uma delas e lhe daria de presente. Um presente não convencional, mas um presente.
E agora, depois de crescido, já formado e muito bem empregado, uma peça de mortadela qu…

Pegue o pombo

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Num domingo qualquer destes, creio eu, em sua coluna na Folha de São Paulo o poeta Ferreira Gullar escreveu em defesa dos pombos. Aqueles ratinhos de asa que empesteiam as grandes cidades.
Pois eu vou à contramão do poeta.
Lá ele dizia que era contra que se caçassem os bichinhos.
Eu sou a favor.
Sim eu sou a favor da cassação em massa deles. O que, convenhamos é um negócio difícil para caramba!
Cassar pombos... Humpft!

Primeiro. Sabe-se que estes bichos voam por ai em bando.
Da ultima vez que fiz uma contagem de um bando deles voando tinha para mais de quarenta!
É! Quarenta e são uns bichinhos corporativistas que nem comento...
Para se cassá-los é preciso aprovação da maioria. E como disse são uns bichos corporativistas. Ficam naquela encolha:
“-Cassar, sei não. De outra vez quando precisei dele, não me faltou...”.
“-Hum... Cassar, não a gente pode no máximo dar uma reprimenda... Tive negócios com ele e cassar eu nem cogito”.
E assim eles vão se defendendo.

É sabido também que eles tê…

2mil e tantos anos e tudo continua igual

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E parece que aquele fragmento de papiro encontrado em 2012  sobre Jesus é real.
Vindo provavelmente do Egito, traduziu-se que – dentre outras coisas – versa sobre uma provável esposa de Jesus.
A descoberta – e a tradução – vai de encontro à tradição cristã de que Cristo não era casado e atiçou novamente o debate sobre celibato e o papel da mulher na igreja.
Mas este não é o assunto.
O papiro encontrado está escrito em língua copta e, penso eu, deva haver bem pouca gente
apta na gramática desta língua..
Assim sendo, as traduções feitas podem estar erradas.
Num esforço fenomenal o BligGroo conseguiu traduções alternativas para o texto contido no papiro.
E adianto: deu trabalho pacas já que o Google não disponibiliza o tal copta no Google translate.
Segue as traduções:

“-Jesus, quando sair pra ir para o Monte das Oliveiras, leva o lixo pra fora...”.

“-Assim não dá... Todo dia vai trazer estes doze pra jantar aqui?”

“-Não precisa trazer vinho, tem muita água ai... Se vira.”. 

“-Demorou isto t…

Capeta´s business

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Nos anos setenta todo mundo era “ocultista”.
Encontravam mensagens subliminares nas letras, nas músicas... E em alguns casos, se rodassem os discos para trás as mensagens eram diretas.
Veio o Black Sabbath e escancarou a coisa.
De ocultistas, passaram a satanistas.
Segundo Ozzy em seu livro I`m Ozzy (Eu sou Ozzy, Ed, Benvirá/2010) a intenção era levar para a música o clima dos filmes de terror que tanto faziam sucesso na época, e como no primeiro disco a coisa deu certo, continuaram a fazer “música de terror”.
E Tony Iommi no seu Iron Man (Iron Man, minha jornada com o Black Sabbath, Ed, Planeta do Brasil/2013) quando foi necessária a troca do letrista principal (Geezer Butler) os novos parceiros nas composições já chegavam com a ideia de que sendo o Black Sabbath, fazer as letras era só sair falando do cramulhão e pronto.
Outros vieram na esteira e muitos pegaram a fama sem merecer, caso do Kiss.
Chegou-se a dizer que o nome da banda era uma abreviação para Kids in Service of Satan.

Art Blakey (porque eu tô afim...)

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Não sabia nada da mãe, nunca viu sequer uma foto.
O pai os abandonara antes mesmo do nascimento do garoto.
Na verdade o casamento só aconteceu por que ela engravidou, mas ainda no dia da cerimônia ele achou um jeito de pular fora da vida de casado.
Algumas quadras depois de sair da igreja disse que iria comprar charutos, fugiu pela porta dos fundos da mercearia que tinha entrado.
Cinco meses depois do parto ela faleceu, muito provavelmente de tristeza.
O menino foi criado pelo melhor amigo da mãe, já que o pai – um mulato – o rejeitara com o incrível argumento de que a pele do filho era mais escura que a sua própria...
Na casa onde foi criado havia um piano onde o menino aprendeu a dedilhar sozinho, de ouvido.

Casou-se aos quatorze anos e aos quinze já era pai.
Para sustentar a família em plena crise econômica de 1929 teve de arranjar um segundo emprego – o primeiro era em uma mineradora de carvão – e então formou uma big band para tocar em um clube local em Pittsbugh, o Ritz.
Durante…

Estou de folga, quero coisas leves...

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Johnny soube que Bob estaria em sua cidade e quis conversar com ele.
Mandou-lhe uma carta por meio de sua gravadora e pediu que se encontrassem.
Pensou em duas ou três coisas que gostaria de lhe dizer.
Talvez dissesse mais algumas.
Estava empolgado com a música que Bob vinha fazendo. Via nele a alma da canção americana, assim como haviam visto nele próprio alguns anos atrás.
Queria lhe alertar dos perigos do caminho, embora tivesse quase certeza que ele já os conhecesse.
Infelizmente Bob não ficou por muito tempo, e acabou nem respondendo a carta.

Alguns anos depois, em seu apartamento, recebe uma ligação inesperada.
Do outro lado da linha um tímido Bob se convida a ir ao apartamento de Johnny, que claro, aceita.
Já frente a frente conversam por horas e o dono da casa convida o visitante a participar de seu programa na TV.
O visitante aceita, agradece e convida o dono da casa a gravar um disco junto com ele.
Convite mais do que aceito, até pensam em algumas canções para o repertório.

Viva lá revolución!

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Houve movimentação nas correntes do poder.
Finalmente!
Não... Não é sobre o canalha do Cunha ou a incompetência dos petistas e sua  Dilma amestrada, mas sobre F1.
Os anões Bernie Ecclestone (1.59m) e Jean Todt (não sei a altura do Topo Gigio) conseguiram carta branca da FIA para mandar e desmandar na gestão da categoria mais famosa do automobilismo mundial.
A partir de agora, as equipes não mandam mais porcaria nenhuma e estarão sujeitas as regras “vindas de cima”.
Ecclestone – ou o amigo Max Mosley – já tinha dito que “democracia demais atrapalha o esporte”.
Nada mais correto.
Enquanto o tal Grupo Estratégico esteve no comando qualquer discussão demorava meses para ter algum efeito e bastava uma choradeirazinha para conseguir impor suas vontades e decisões.
Foi assim com a Mercedes que após ameaçar sair da categoria desandou a ganhar corridas e títulos.
No embalo, a Red Bull fez o mesmo, embora sem o mesmo sucesso (ninguém caiu no blefe do surgimento de uma nova categoria).

Agora, ef…

Lado B do GP: Abu Dhabi sem graça

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Um casal de abumdabenses (cidadão natural de Abu Dhabi) resolveram que seu único filho teria uma educação totalmente ocidental.
Que não seria criado sob as leis islâmicas e muito menos seria atrasado das ideias, apesar da quantidade de dinheiro absurda que os cidadãos abastados daquele lugar são capazes de gerar e ganhar.
Resolvem então que, ao completar quatro anos de idade, mandariam o pimpolho estudar na Europa.
Vinte anos se passaram e a família, que mantinha contato por carta, e-mail, e mais tarde por vídeo conferencia decide que já era hora de se juntarem novamente, que o menino, já então um homem feito, deveria voltar para casa.

Contrafeito, o rapaz aceita, mas apenas se puder voltar para casa em um navio de cruzeiro, com festas, luxo e toda a mordomia que o dinheiro (farto) pudesse pagar.
Assim, segundo ele e com o consentimento dos pais, iria se despedindo da vida boa que levara até ali e se prepararia psicologicamente para as dificuldades vindouras.
Assim embarcou em um navi…

F1 2015: a pista boneca inflável e sua monotonia sem fim

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Assisto corridas de F1 desde 1983, desde o grande prêmio de Monza daquele ano e nunca perdi uma corrida de madrugada sequer.
Acordo as duas, as três, a uma... Mas estou lá, firme e forte vendo os carros girando nas pistas do mundo.
Abumdabe é às onze da manhã aqui no Brasil... Tempo suficiente para acordar, tomar café, jogar videogame, ver um desenho e ainda assistir a corrida sem trauma.
E quase esqueço.
Não me atrai.
Tempos atrás disse que era uma corrida travesti.
Lembra algo que a gente gosta, é bem bonita em algumas vezes, mas não é o que a gente pensa.
Retiro o que disse.
É uma corrida boneca inflável.
É feito para parecer algo que se gosta, mas não é de forma alguma.

Mas vicio é vicio e a gente se senta para assistir.
E já começa a bocejar.
Retinha, retão, curvinha cotovelo. Só isto.
Tudo grandioso, “ostentativo”, megalômano e... Sem graça.
Algumas ultrapassagens forçadas nas primeiras voltas enquanto todos estão muito próximos e só. Falso.
Tão falso que o espumante espocado no…

Etiqueta

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-Véi, vou mandar um e-mail pra uma fábrica reclamando de um produto ai...
-Sério? Celular? Televisão?
-Nada... Cueca!
-Ih, que foi? Alergia? Se for isto nem adianta reclamar. Tem nas etiquetas
-Não é alergia não... É sobre as próprias etiquetas.
-Como assim?
-Porra! Os caras colocam umas etiquetas enormes, de um material duro em partes sensíveis da nossa anatomia. Tá certo não.
-Como assim? (já rindo) Que tipo de cueca cê anda usando?
-Tô falando sério pô! Aquelas cuecas box, boxer... sei lá o nome.
-Sei... Aquelas que parecem um shortinho. Acho confortável.
-Até é... Mas a porcaria da etiqueta fica lá... Incomodando.
-Geralmente fica do lado, na costura lateral.
-Pois é, mas nestas que comprei fica bem no rego.
-Onde?
-No rego pô!
-Ai é foda! Material duro no rego deve ser desconfortável mesmo.
-Cê ri porque não é contigo. Mas eu vou reclamar mesmo. Tem que trocar o lugar desta etiqueta, ou o material... Mas tem que dar um jeito.
-E se eles não derem ouvido pra suas reclamações?
-Não…

Terceira parte do balanço da temporada: a figura do ano

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Se os fãs da F1 tivessem criado um drinking game para a atual temporada teriam que usar as seguintes frases como gatilho para virar suas bebidas:
“-Qual a possibilidade de chuva durante a corrida?”  - Bebe.
“-Tomara que as Mercedes se enrosquem uma na outra.” – Bebe.
“-Rosberg vai entregar a paçoca.” – Bebe.
“-Alá o Alonso sendo ultrapassado de novo.” – Bebe.
“-McLarens fora do Q2.” – Bebe.

Mas as frases mais ouvidas, as que mais produziriam bêbados durante o ano sem dúvida alguma foram:
“-Ih rapaz... Vai largar do lado do Maldonado, maior perigo isto.”
“-Maldonado maldonadeando”. (ou sendo Maldonado).
Pastor Maldonado foi o – pouco – sal da temporada.
Em todas as etapas, os melhores momentos foram quando ele estava em alguma disputa por posição.
Um monte de gente muito boa prendia a respiração a espera de algo bom (sem ironias).
Uma grande ultrapassagem, ou uma pancada qualquer.
E não foram poucas as vezes que o venezuelano entregou o que dele se esperava.
Bastava isto para fazer del…

Segunda parte do balanço da temporada

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A segunda parte do balanço do ano trata das equipes.
Novamente um banho da Mercedes sobre as concorrentes, como no mundial de pilotos, mas com atenuantes.

A inversão de posição entre Ferrari e Williams nem é o ponto.
Como manda a lei da competitividade, desta vez a Ferrari fez um carro melhor – além de contar com pilotos melhores – e nem o motor bi campeão mundial conseguiu fazer o time de Frank Williams ficar na segunda colocação.
Não se trata de cornetagem, mas uma dupla campeã do mundo – sendo apenas Vettel quatro vezes – não dá para comparar com um bom piloto (Massa) e uma promessa que pode nem vingar (Bottas).

Aliás, por falar em motor, a cantilena de que o Mercedes é o melhor motor não é tão verdadeira assim. Apenas o time oficial é que se deu bem.
Williams ficou atrás da Ferrari, o que pode ser visto como a maior derrota dos propulsores de cortador de grama alemães.
Force Índia e Lotus, que também usam o motor bi campeão do mundo, conseguiram a proeza de ficar atrás da Red Bull…

Primeira parte do balanço da temporada

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O ano da F1 acabou, esqueça Abu Dhabi.
Já dá até para fazer um pequeno balanço da temporada sem cometer erros (muito graves) e injustiças (não planejadas).

Foi uma temporada monótona e monocromática, principalmente no que tange a vitórias.
Foram todas de apenas duas cores.
O prateado da Mercedes e seus cones supervalorizados e o vermelho da Ferrari.
Na Ferrari a coisa ainda é mais aprofundada: apenas Sebastian Vettel viu o mundo do alto do pódio. E três vezes!

Grandes domínios sempre existiram, não dá para dizer que a temporada foi chata apenas porque foi dominada pela Mercedes.
Há quem goste dos pilotos deles e até quem ache que são fora de série.
Não são.
Nico, quando muito, é um piloto regular.
Lewis é o cara que sabe aproveitar o que o carro tem. Se o carro não tiver nada, ele também não.
Na primeira queda de performance realmente séria da Mercedes, o rapaz volta a vazar telemetria no twiter, fazer caquinhas a rodo e por ai vai.
Mas... Foi o campeão do ano.
Só não foi o grande ven…

Swing

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Denner é cego.
Não é politicamente correto dizer “cego”, mas ele é.
Diz a todos que “deficiente visual” é besteira e se sente diminuído com o termo “deficiente”.
”-Não tenho deficiência, só não enxergo.” – diz ele.
Mas tem um ouvido primoroso! Capaz de distinguir notas, tempos... E uma memória ainda mais impressionante.
Tinha um arquivo mental de nomes de músicas, datas de lançamento, fichas técnicas.
Conhecia diversos estilos, mas era apaixonado por jazz.
As subdivisões do gênero não lhe assustavam: conhecia todos. Do dixieland ao cajun, que mistura as influências creole (mistura das culturas francesas e africanas).
-Jazz é jazz, não é étnico... Não é world music. Aliás, que termo mais idiota. – dizia.

Dos outros gêneros musicais gostava. Pero não tanto.
Ouvia blues, claro.
-Derivação do jazz. – ensinava.
Ouvia rock.
-Derivação do blues. – explicava
E destes, ouvia tudo o que vinha atrelado.
Gostava de country e sua versão nacional, o sertanejo.
-Universitário também, Denner?
-Não...…

A F1 pós Brasil

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O GP do Brasil marcou o fim da temporada.
Foi o churrascão da firma em grande estilo.
“-Cê é besta? Ainda tem Abu Dhabi!”.
Tem é? E quem liga praquela bosta em forma de pista?
Aquilo é um lixo e a gente só vai assistir pra adiar um pouquinho o começo da TPP (Tensão pós-temporada).


E sendo assim, com o fim da temporada na corrida brasileira começa a silly season.
E bota silly nisto, mas muito silly mesmo... Silly pracaraio!
O diretor técnico da Mercedes, um tal Paddy Lowe deu a seguinte declaração: “-A rivalidade entre Rosberg e Hamilton já está no mesmo nível daquela entre Senna e Prost.”.
Aha... Aha... Ahahahahaha. Ahahahahahahaha. Ahahahah. HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH.
Depois desta o Prost se revirou no túmulo.
Heim? Não foi ele que morreu?
Tanto faz... A comparação é estúpida por demais.

E esta é para você que prega aos quatro ventos que a F1 está em cheque no Brasil, que a população não se importa mais com a categoria, que o fã daqui, mesmo com to…

Lado B do GP: Brasil monótono

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O lado B não podia começar com outro que não fosse Fernando Alonso.
A pose “turista desencanado” depois de mais uma quebra e a pequena zueira no pódio com Jenson Button foi coisa de brasileiro huehue.
Sensacional.
Agora um aviso: cuidado!
A vingança do Alonso quando recomeçar a vencer – e não duvidem que isto aconteça – v ai ser maligna, devastadora... Cruel!
Até eu já to com medo.

Poucos lados B de verdade.
Só Maldonado salvou dando uma tradicional maldonadeada e acertando Ericson Celulari.
A ação despertou do sono os comissários de prova que prontamente comissionaram e colocaram o lance sob investigação.
E como não aconteceu mais nada na corrida, também não deu em nada a investigação.

E no rádio:
Piloto: -Vai chovê?
Equipe: -Não caraio, corre ai e não enche mais o saco.

A corrida acabou sendo tão monótona que poderíamos trocar o nome para Grande Prêmio Rodada do Brasileirão de F1.
Porém, num universo paralelo o pódio foi este da foto.

F1 2015 - Brasil: A monotonia que superou a beleza

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Interlagos não fecha mais o campeonato e este ano também não decide o campeão.
E daí?
É a nossa corrida, é no quintal da nossa casa, nossa pista, que, aliás, dá de mil a zero em cerca de noventa por cento das pistas do atual calendário.
É sempre emocionante do principio ao fim?
Obviamente que não, mas pouco importa.
Quando os carros alinham para a largada e ronco do motor (até mesmo estes asmáticos deste ano) sobe, os pelos se eriçam. É único, é fantástico, é Interlagos.

O nome dos treinos não foi o pole. Aliás, este ano o pole nunca foi o nome de treino algum, mas desta vez em especial o nome foi o cara que larga na última vaga da última fila do grid: Fernando Alonso.
Após mais um inicio de fim de semana lamentável, o asturiano definitivamente ligou o “foda-se”.
O carro quebrou?  Arruma um banquinho ai que eu vou sentar aqui e aproveitar o solzinho paulistano.
O pódio tá livre? Vem cá Jenson, vamos tirar uma foto aqui já que pelos nossos carros a gente não vai chegar nem perto de sub…

Histórias do GP do Brasil: 2011, o troféu salgado

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A organização do Grande Prêmio do Brasil por vezes cria troféus originais para entregar a seus vencedores.
Em 2008 o troféu tinha sido desenhado por Oscar Niemayer e confeccionado com um polímero vegetal obtido através de reciclagem que ficou conhecido como “plástico verde” e lembrava as colunas do Palácio da Alvorada misturado a um volante de F1. Pesava quatro quilos e era muito bonito.

Em 2011 o trabalho coube a Paulo Solariz e ele não poupou criatividade.
Pioneiro ao trabalhar com o automobilismo, o artista plástico já havia retratado em suas obras, entre outros, Jim Clark, Michael Schumacher, Emerson, Senna, Barrichello e Massa.
O troféu tinha como atrativo principal, pedras retiradas do pré-sal - então a grande descoberta da Petrobrás que prometia a autossuficiência de petróleo ao país – incrustadas.

Pois bem... À época ainda estava no ar um site sobre automobilismo feito de forma cooperativo por entusiastas e alguns estudantes de jornalismo chamado de Pódium GP.
A publicação na …

Histórias do GP do Brasil: 2008, o churrasco da Honda

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O ano de 2008 havia sido terrível.
O aproveitamento da Honda só não foi pior que o ano anterior em que os carros disputaram o campeonato com uma pintura esverdeada do mapa mundi.

A piada corrente era que tinha o mapa mundi por que demorava 365 dias para dar uma volta em qualquer circuito de tão lento.
E a incerteza campeava os lados da escuderia japonesa. Ninguém sabia se continuaria na categoria ou não em 2009 e o que seria de seus dois pilotos: o ninguém liga Jenson Button e Rubens Barrichello que havia se mandado da Ferrari para ajudar o projeto da Honda F1 a deslanchar.
Evidentemente, não deu muito certo para nenhum dos dois (equipe e brasileiro).

Chegaram ao Brasil em uma posição ridícula para um nome de tradição como a Honda: 14 pontos.
Sendo onze de Barrichello e apenas três do outro cara.
Na classificação, Rubens leva a melhor – se é que isto pode ser bom – e consegue largar em décimo quinto, duas posições a frente do companheiro de equipe.
Fazem uma corrida extremamente discr…

Histórias do GP do Brasil: 2006, o último show de Schumacher

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Dois mil e Seis...
O ano do segundo título de Fernando Alonso e da primeira vitória de Felipe Massa em Interlagos.
Também foi o último grande prêmio do Brasil disputado por Michael Schumacher pela Ferrari, quando o alemão se aposentou pela primeira vez.
Foi seu último grande ato na categoria.

Havia chances matemáticas de que o alemão hepta campeão conseguisse sua oitava estrela no topo de seu capacete.
Eram pequenas, sim... O adversário era jovem, ambicioso, contava com uma equipe que trabalhava totalmente para si e era apadrinhado pela encarnação do capeta em pessoa, mas até o desfecho da corrida ninguém ousava dizer que era impossível.
Michael dependia de uma composição de resultados que consistia em ter que vencer a corrida e que o asturiano não marcasse pontos.
A coisa ficou ainda mais complicada quando no Q3 dos treinos de classificação o alemão ficou sem tempo.
Aparentemente nem ele e nem sua torcida pareceu se preocupar já que no Q2 o alemão havia marcado um tempo melhor até qu…

Histórias do GP do Brasil: 2008, a última pancada de David Coulthard

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Quando se fala em semana do Grande Prêmio do Brasil em Interlagos automaticamente se pensa em Senna, certo?
Em termos...
Sim, é emocionante lembrar de Senna saindo do McLaren nos braços da torcida, no “drible do carro” aplicado em Damon Hill, na vitória com marchas faltando (que até hoje Piquet contesta e tendo a concordar com ele), mas há vida sem Ayrton na corrida brasileira.
A última corrida de Schumacher na parceria mais que vitoriosa com a Ferrari (2006), a primeira vitória de Massa (2005), os títulos de Kimi Raikkonen (2007/único) e de Hamilton (2008/primeiro), mas nenhuma destas – que serão crônicadas durante a semana – é tão engraçada, icônica e tão representativa do fim de Carrera de um piloto quanto a última corrida de David Coulthard na categoria.

Coulthard nunca foi cotado a ser campeão desde que debutou na categoria substituindo Ayrton Senna após o fatídico fim de semana de Imola/94. Muito embora tenha sido vice-campeão em 2001 e por quatro vezes o terceiro colocado na cl…

O poço não é tão fundo que não possa ter um subsolo

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Uma figura estranha, com jeitão de gringo, subia a ladeira do Pelourinho vestida de agasalho esportivo – apesar do calor de Novembro – com capuz e tudo.
Desconfiado, olhava de um lado para o outro, aparentemente preocupado se alguém o reconheceria ou não.
Em um sobrado na ladeira histórica, mal conservado como só os prédios históricos brasileiros costumam ser, atravessou o umbral sem hesitar, subiu as escadas de forma decidida. Lance por lance.
Passou sem olhar para os lados e nem prestou atenção à fauna exuberante que habitava e frequentava o casarão.
Punguistas, prostitutas, cafetões, travestis, populares, políticos, artistas famosos e infames...
No sétimo andar, chegou à porta que o indicaram.
A cortina de bilros e rendas imaculadamente brancas, a mesa coberta por uma fina toalha de seda com um jogo de búzios ao centro, o forte cheiro de incenso e som de tambores ao fundo... Tudo como haviam dito que encontraria.
-Não posso estar errado. Este é o lugar.

Esperou pacientemente por d…

Lado B do GP: México engraçado

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México não tem lado B, tem lado mariacchi.

E os mariacchis já tocaram logo na largada quando o pneu do Vettel furou.
Para quem estava esperando um problema entre os cones da Mercedes... Deu ruim.
E não era o dia do Vettel.
Os mariacchis voltaram a tocar quando rodou sozinho.
Voltou. É verdade, mas a porcaria já estava feita.
E mais, na briga com Pastor Maldonado conseguiu passar reto em pelo menos umas três curvas.
Não contente tomou bandeira azul. Virou retardatário no meio da prova.
Coroou a péssima corrida porrando o carro no muro.
É que Vettel é alemão, se fosse finlandês diríamos que já tinha consumido tequila José Cuervo e Cerveza Corona antes da largada.
Ou, quem sabe, por ser alemão e ter tomado é que fez tanta besteira.
Se fosse finlandês guiaria até melhor.
Haja mariacchis.

Alonso abandonou na segunda volta.
Mas até ai tudo bem.
Do carro do Alonso - como já disse - não se espera nada além de vergonha mesmo.
Difícil foi entender a declaração do asturiano de que a única equipe…

F1 2015: México sonolento

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O México passou muito tempo fora do calendário e isto é lamentável do ponto de vista histórico.
Melhor o autódromo mexicano que qualquer pista feita no paint brush do Tilke. Mesmo com o assassinato da Peraltada, ainda assim é melhor que Abumdabi, Russia, COTA e afins.
Ah, e some-se o assassinato da Peraltada à pena final do alemão em seu julgamento.
Que queime no inferno do Bahrein.

A largada foi limpa demais onde se esperava alguma confusão na freada forte da primeira curva.
Confesso que decepcionou.
Apenas um pneu furado (do Vettel) e o Alonso abandonando na segunda volta é pouco.
Principalmente por ser o Alonso que tem um carro do qual não se espera nada além de vergonha mesmo.

E então começou o mode automatic da corrida.
Ninguém atacava ninguém, as paradas de boxes não surtiam lá grandes efeitos e o miolo travado do circuito dava a falsa impressão de falta de velocidade.
Algumas ultrapassagens no pelotão intermediário e só.
Pouco, mas na média de pistas com esta configuração e det…

Combustível para o fogo

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O ambiente pesado – como convém a um velório – só foi quebrado devido à chegada de amigos mais íntimos do morto.
-Cirrose? – perguntou um à viúva.
-Falência múltipla dos órgãos. – respondeu ela entre prantos.
-Cirrose... – vaticinaram os outros amigos.

Silveira era a alegria das festas. Com ele o riso era garantido não importando o que fizesse para extraí-lo das pessoas.
Cheio de surpresas e histórias costumava agregar os amigos a elas sem nenhum aviso.
Turbinava-se com litros e litros de destilados e fermentados.
-Era um cu de cana. – disse outro à viúva que corou.
-Bebia só um pouco.  – tentou consertar um parente não muito próximo.
-A cada dez minutos sim: ai bebia um pouco... – todos tentaram em vão segurar o riso.

-E naquela festa da firma? – alguém lembrou.
-Quando se fantasiou de Papai Noel, mas esqueceu de por as calças?
-Sim... – e os risos foram abafados, mas espontâneos.
-Quando foi alertado que estava sem as calças ele se saiu muito bem...
-Foi, foi... Disse: “-Acho então …

Sem motores para a Red Bull

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Outra fornecedora de motores se negou a ceder motores para o time dos enlatadores de xixi de boi: a Honda seguiu o veto da equipe parceira oficial, a McLata e disse não.
A justificativa de Eric Boullier é que foi hilária.
 “-Negando motores a eles é a nossa única chance de sermos campeões.”.
(gargalhadas insanas antes de continuar)

(recuperando o fôlego)
 A Mercedes – que também já havia se negado a fornecer motores para os tetra campeões mundiais - disse recentemente que só havia duas condições a ser seguidas para que fornecesse seus motores.
Que eles não fizessem nada contra a vontade da Renault.
O que não é nada impossível...
Não fazer nada contra a vontade da Renault é fichinha, a montadora francesa não tem vontade nenhuma. Anda na categoria ao sabor do mercado.
Vende carros, fica, dá vexame e tudo.
A crise aperta e as vendas caem, sai fora e diz que não tem como sustentar time na F1.
Já que eles não fossem melhores que o time oficial alemão não ia ser tão simples.
Não ser melhor …

México lindo (?)

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O México não sedia um GP de F1 desde 1992, ocasião em que foi vencida pelo bigodudo – meio trouxa – mor da categoria: Nigel Mansell.
De lá para cá, ao que parece, o próprio autódromo Hermanos Rodrigues também não recebeu mais nenhum tipo de competição.
E como diz o ditado adaptado: autódromo vazio, oficina do diabo.
E lá veio o capeta mexer no traçado da pista.
A curva mais desafiadora e perigosa do lugar foi substituída por uma – adivinha? – chicane. E com um ângulo reto de noventa graus que é pra ficar mais lento ainda.
E ironia das ironias: batizou a bizarrice de Nigel Mansell, que pode até ter sido bem burro, mas nunca foi lento.
Mas fora isto, há outras coisas sobre o México que são bacanas de se citar numa semana pré-corrida.
Alguns bons pilotos mexicanos existiram claro... Os tais hermanos: Pedro e Ricardo Rodriguez que dão nome ao autódromo.
Também teve Héctor Rabaque e Moises Solana.
Como nenhum país é perfeito, também teve Esteban Gutierrez e atualmente Sérgio Perez.
O Méxic…

Lado B do GP: EUA

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Paçoca não é impermeável.
Logo, assim que largou, antes da primeira curva, cone#6 entrega a dele para o cone#44.
Toto Wolf ri sozinho nestas horas.
Kimi foi passear na brita.
Curiosamente, Raikkonen gosta de molhado...
Ah, mas é de outro tipo. Desculpa aê.
Mas conseguiu voltar, o que prova a máxima que Deus protege crianças e bêbados.

Massa rodou sozinho.
Nasr tocou com o companheiro de equipe.
Tarde nada boa para os brasileiros.
Porém... Quando foi boa nos últimos tempos?
Fim de semana para se esquecer na Williams. Um duplo abandono fazia tempo que não rolava.
Mas ainda assim melhor que o Kimi.

O futuro da F1 é Hulkemberg.
Prevejo dias bem difíceis para a categoria.
Ricciardo que o diga...

Mas a maior das ironias foi a confirmação de que uma chuva deixa tudo muito louco foi o fato das duas McLatas estarem dentro da zona de pontos.
O que nos deixa triste já que perdemos os rádios com as tiradas do Alonso Sincerão.

F1 2015: EUA - Por um furacão em cada pista do Tilke.

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A F1 sempre quis os EUA.
Já os EUA nem tanto...
Aos americanos a F1 parece coisa de europeu afetado. Para não dizer afeminado.
Alguns dos vexames mais bacanas da categoria foram em solo americano tendo como suprassumo a corrida de seis carros.
Do outro lado também tem piada: A USF1 que foi sem nunca ter sido; Michael Andretti, Scott Speed; grande prêmio de New Jersey...
Agora, ainda que por motivos de força maior, uma classificação no dia da corrida e sem Q3.
Fora a grande probabilidade de uma corrida insossa como sempre acontece no autódromo “copy and paste” do COTA.
É muito idiota a ideia de pegar boas partes de outros circuitos (S de Suzuka, subidão da Áustria e afins) e colocar tudo num terreno só.
Só poderia funcionar na cabeça esquisita de um alemão que não têm concorrentes e de uma categoria que aceita qualquer porcaria como pista.
Ou com a rebarba de um furacão pairando sobre o lugar...

E foi assim a prova em Austin: com a rebarba do furacão.
Na largada - como previsto - cone#…

E se Marty McFly gostasse de F1?

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Ontem foi a icônica data em que – no filme dois – Marty McFly chegaria do passado.
Todo mundo brincou, todo mundo fez piada e muita gente (nerds, gente bacana que eu gosto muito) comemorou de verdade.
Mas e se McFly fosse fã de F1?
O que será que ele ia pensar quando desse uma olhada nas noticias da categoria?

Para começar, das 17 equipes que disputavam o mundial em 1985, hoje só existem três: McLaren, Williams e Ferrari.
Não... Não vamos contar a Lotus de hoje como se fosse aquela Lotus de 85. Não tem nem cabimento.

Em 1985 o pior traçado era em Detroit e aquela corrida atendia pelo título de GP dos EUA Leste.
Holanda, África do Sul, Portugal, San Marino e França hoje nem fazem mais parte do calendário.

Certamente seria fã de Senna, quem não é?
Certamente seria fã de Prost...
Certamente seria fã de Vettel.
Mas na boa? Será que seria fã de Button? De Jaques Deusmelivre?
Será que ao ver como e com que carro o Cone#44 ganhou cada um de seus títulos ele entraria no oba oba de “afro Senna…

Apanhadinho antes dos EUA

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Maldonado disse que a diferença entre a Ferrari e a Lotus é meramente financeira.
Então, se colar alguns milhares de dólares na carroceria da futura equipe Renault a coisa se equilibra.
Motor, aerodinâmica... Pra que?

Aliás, a diferença entre Maldonado e Vettel é meramente o cabelo.

Diretor da Mercedes declarou que o Cone#44 sempre foi um piloto especial.
A diferença entre esta versão que se senta no cockpit da Mercedes e o que dirigia pela McLata é o tratamento.
Na Mercedes sempre tem alguém para limpar a baba, ajeitar o bonezinho... Estas coisas.

Bernie Ecclestone, aquele, disse que se depender dele, rasga a regra de motores e que as equipes teriam de adotar os V8 já em 2016.
Nestas horas eu queria ver a cara daqueles tipos que vivem dizendo que Bernie é um tirano, um ditador...
E queria também que ele fosse mesmo.

PNC destes motorezinhos de dentista com eletricidade

E mais uma vez a transmissora oficial da F1 no Brasil não vai apresentar ao vivo o GP dos EUA em Austin.
Faz falta?
P…