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Mostrando postagens de 2018

F1 2018 - Abu Dhabi: Vaza, Alonso

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O GP de Abu Dhabi de 2018 marca algumas despedidas além da própria temporada. Marcus Ericsson, Esteban Ocon, Vandoorne, Sirotikin e o principal: Fernando Alonso.
Quando uma temporada se encerra, geralmente fica um gosto de “quer mais”, uma certa nostalgia e um pequeno sentimento de tristeza por saber que vai demorar alguns meses para voltar a ter corrida.
Não neste ano.
2018 não deixa saudades.
Um campeonato marcado por um domínio (mais um) da Mercedes, com Hamilton sem nenhuma oposição dentro do time.
Bottas é um completo inútil.
Nos outros times, menos ainda: A Red Bull tirou o ano para sacanear Daniel Ricciardo, a Ferrari foi a maior fake News do ano e teve em Vettel um completo aparvalhado na luta (desigual) que travou e a McLaren... bom... A McLaren que se foda.

O próprio GP da Abu Dhabi é algo insosso e irrelevante, mas ganha notoriedade apenas na carreira de Alonso.
Fernando perdeu um campeonato lá por ficar preso atrás de um russo manetão e agora encerra sua participação na F1…

F1 2018 - Brasil: Como é lindo Interlagos (e como é burro o Ocon.)

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Poucas pistas ao redor do mundo tem a topografia, a beleza, a seletividade de Interlagos.
Dentro do Brasil, quem, qualquer um, que pense, que ache que sua cidade (com pista ou sem) pode substituir de forma minimamente decente Interlagos e São Paulo como sede do GP do Brasil de Fórmula 1 ou é bairrista ou não gosta (e não entende) nem um pouco de automobilismo.
Pouco importa se o campeonato tem aportado por aqui já decidido.
Dane-se que o campeão já é conhecido... Se ele não ganhar em Interlagos, é só meio campeão.
Ainda que tenha vencido Spa, Monza, Mônaco ou Silverstone.
Se não venceu no quintal da minha casa, é bobão.

E Lewis fez a pole.
Se é meio caminho andado para vitória, também não é garantia de nada.
E a largada, com aquele S logo à frente esperando um erro, foi limpa.
De mais importante, Bottas fingindo que é piloto e ultrapassando Vettel pela segunda posição no contorno do S.
Pouco atrás começava o show do holandês Verstappen: Passou como quis pelo Kimi, depois pelo Vettel e…

F1 2018 - México: Campeão na corrida que o representa

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Nunca fui muito fã desta nova configuração do traçado mexicano.
A mutilada que deram na Peraltada deixou o circuito comum, banal... Com uma reta descomunal, é verdade, mas só...
E pelo segundo ano, este traçado xoxo vai decidir o campeonato.
Decidir é uma palavra forte e, cá entre nós, sem sentido neste campeonato já decidido.
A corrida mexicana vai, no máximo, por ponto final a disputa do campeonato.

A pole de Ricciardo, seguido de perto por Verstappen, foi a confirmação de que ai os Renault não se ressentem de falta de potência.

A terceira posição de Hamilton e Vettel largando de quarto davam um molho especial de tensão.
O longo trecho até a primeira curva ajudava, mas...
Limpa.
Ainda que Hamilton tenha se colocado entre as Red Bull e ficado com a segunda posição após a primeira curva, não houve a bagunça que todos esperavam que pudesse embolar um pouco a corrida.
Na verdade, o que aconteceu foi uma largada horrorosa do pole Ricciardo.
Seguia Max na frente, Hamilton atrás com Riccia…

F1 2018 - EUA: Esticando a agonia

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Sempre disse e continuo dizendo que não sou grande fã desta pista americana de Austin.
O copy and paste feito por Tilke não lhe garantiu alma. Não tem graça.
Fora o fato de que, pelo menos, não é uma pista de rua sem possibilidades de ultrapassagem, não vejo nada lá que justifique o alto grau de babação de ovo por seu traçado.
Junto com a monótona lista de vencedores em seus seis anos de existência (cinco vitórias de Lewis e uma de Vettel) é possível afirmar que para vencer lá, basta ter o melhor carro. Ou seja, é uma pista de resultados óbvios.

Para esta edição, mais obviedade: Lewis larga na pole, mais uma e isto porque seu carro nem é o melhor (ironia).
Por uma punição dada em um dos treinos livres, Vettel larga em quarto lugar já que perdeu três posições e só conseguiu um segundo lugar na classificação.
Pior ainda para Max Verstappen que foi punido por ultrapassar os limites da pista em uma das curvas com a quebra da suspensão traseira ao passar por cima de um “quebra molas” apeli…

F1 2018 - Japão: monotonia prevista e comprovada

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Depois da vexaminosa corrida na Rússia, a próxima parada era a pista tradicional – e espetacular – de Suzuka.

As corridas por lá, já tem algum tempo, tem sido monótonas e, penso eu, que seja pelo motivo apontado pelo amigo Márcio Kohara: Suzuka tem uma pista seletiva e desafiadora para voltas rápidas, mas para disputas, não favorece muito por conta da carga aerodinâmica usada para equilibrar de forma igualitária em seus diversos trechos.
E este ano não parecia ter motivos para achar que seria diferente.
A – oitava – pole de Lewis Hamilton (e ainda há quem diga que ele não tem o melhor carro, mas está em um “momento iluminado de pilotagem” corroborava totalmente.
Para ajudar, o escudeiro na segunda posição e os carros que estão mais próximos, mas ainda assim a quilômetros de distância largavam em quarto e nono depois de uma senhora burrada na qualificação.

A largada limpa foi seguida por um volta sem surpresas até que Kevin Magnussen, sabe-se lá porque, resolve aplicar um breake test n…

F1 2018 - Crônica do GP: Entendedores entenderão

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Pinçando apenas três dos mais lembrados caso de interferência em resultados, houve muitos outros, podemos ter uma pálida ideia do quanto é importante para o esporte (F1) ter mais corridas em palcos tradicionais e com torcedores de verdade nos autódromos.

Cenário: GP da Áustria de 2002.
Personagens: Michael Schumacher e Rubens Barrichello e Ferrari.
Enredo: Rubens vai à frente dominando a corrida como já havia dominado os treinos e Michael vem logo atrás.
Plot Twist: a direção da Ferrari, nas pessoas de Ross Brawn e Jean Todt acessam o rádio do carro de Rubens e mandam que a posição se inverta pelo bem do campeonato.
Rubens, na última volta, quase na linha de chegada dá a posição.
Resultado: uma sonora vaia.

Cenário: GP da Alemanha 2010.
Personagens: Fernando Alonso, Felipe Massa e Ferrari.
Enredo: Massa vai à frente de Alonso em busca do que poderia ser sua primeira vitória após o acidente com a mola.
Plot Twist: a equipe, desta vez na voz de seu próprio engenheiro, Rob Smedley, entra…

F1 2018 - Russia: armação contra o sono - ou - Bottas é segundovisky

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Sochi e aquela pista que não tem por que caralhos estar no calendário.
O público não vai, os espectadores não gostam, não acrescenta nada e sempre, sempre resulta em uma corrida chata, sonolenta.

Outro detalhe? Desde sua primeira edição, nunca um piloto que não corresse pela Mercedes subiu ao lugar mais alto do pódio.
Lewis venceu duas, Nico Rosberg uma e Valteri Bottas na última.
A pista é um treco asséptico com um asfalto tão liso que, por exemplo, Lewis fez oito voltas com o pneu mais macio de todos antes de cravar a volta mais rápida em um dos Q´s da qualificação.
Com isto em mente, a pole de Bottas com Lewis na segunda posição para largada já é meio caminho andado para a sonolência e previsibilidade.
Ah, mas as Ferrari estão na segunda fila.
Hum... Quer dizer que nas pistas em que a Ferrari tinha total privilégio deu Mercedes e nesta que a Mercedes é total dominante a Ferrari pode surpreender? Está certo...

E nada aconteceu.
Largada limpa com Vettel pressionando ma non tropo e lo…

Momento do Lewis? Pode por na conta da Mercedes

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Que Lewis Hamilton está em um momento especial da temporada é inegável, mas é tudo por conta do braço?
Também é inegável seu talento, mas é só isto que o faz ganhar da Ferrari neste momento?
Vejamos.
Em três pistas que – teoricamente – eram favoráveis aos carros vermelhos, Lewis conseguiu ótimos resultados em todas.
Então, logo, não é só o braço e nem só sorte: a Mercedes, como nos últimos anos todos, tem (novamente) o melhor carro.
Ah, mas o Bottas...
Esqueçam o finlandês. Não tem estofo de vencedor e não serve para comparação com nada.
Nem com Raikkonen, que já havia ligado o “foda-se” faz tempo e depois de ser preterido por Leclerc, colocou o “foda-se” o automático.

Lewis tem sido citado na imprensa como o melhor piloto em atividade.
No momento é. Obvio.
Não erra, não parece estar sujeito a jogo psicológico e consegue os resultados que – segundo a própria imprensa – não deveria estar conseguindo.
Do outro lado, Vettel tem errado e parece perdido.

Não seria isto consequência de ter …

F1 2018 - Singapura: Não enganem mais o Vettel

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Singapura é daquelas corridas que parecem ser apenas mais um jogo do meio da temporada, mas não é.
Não sei se por ser a noite, se pelas condições climáticas de calor infernal e humidade exagerada que põe a prova o preparo físico dos pilotos.
Singapura, assim como era a Malásia, não é para motoristas, mas para atletas.
E de lá vieram lances como o crash do Nelsinho, o pega desastroso das Ferrari na largada do ano passado, entre outros.
É uma corrida que sempre vale a pena acompanhar com atenção.

Para esta edição vem na pole um Lewis Hamilton completamente incensado.
A melhor volta de todos os tempos no circuito lhe garantiu o lugar de honra e uma exposição que ele quase não gosta.
Na entrevista, disse que foi “mágico”, “único” ... Só faltou dizer que viu deus em alguma das curvas.
Atrás dele, um intruso Max Verstappen e um mordido Sebastian Vettel.
Prometia.

Um aparte sobre as performances sensacionais de Lewis e sua Mercedes em pistas que “teoricamente” seriam perfeitas para a Ferrari…

E aos poucos as cadeiras vão sendo ocupadas

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Leclerc então segue para a Ferrari.
Caminho natural de um piloto que chamou a atenção do programa de desenvolvimento de jovens talentos da scuderia. Coisa rara.
Dos últimos pilotos da Ferrari, nenhum foi moldado na sua própria fábrica.
Dos importantes: Schumacher, Kimi, Alonso, Vettel e Barrichello (sim, Rubens é importante), todos vieram para a scuderia já experientes com passagens por outros times grandes.
Leclerc, na F1, apenas um ano e pela (hoje) nanica Sauber.
Pior? Vai ter que ser escudeiro de um certo Sebastian Vettel que anda, além de tudo, reclamão.
Ou sua carreira (de Leclerc) decola e ele faz um cosplay de Lewis Hamilton na McLaren contra Alonso ou está arriscado a ser outro piloto talentoso, mas secundário como – infelizmente – Felipe Massa acabou sendo.

Do outro lado desta moeda, Kimi Raikkonen vai ocupar assento na Sauber.
Não importa por quais caminhos tortos e vias contratuais ele acabou indo parar lá, a verdade é que já não estava no nível de pilotagem exigido por um…

F1 2018 - Itália: Monza, isto basta

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A corrida é em Monza, não é preciso mais que esta informação para dizer o quanto é especial e maravilhoso o espetáculo.
Não importa do desenrolar: é Monza e basta.

A pole de Kimi com a volta mais rápida do circuito em todos os tempos já soava como uma despedida e a confirmação poucas horas antes da largada abriu diversas questões como: vai se aposentar? Vai ajudar Vettel até o fim do ano ou vai ligar o foda-se? Leclerc vai ser fiel escudeiro?
Mas isto é para depois.
No momento, o importante era a largada com Vettel em segundo e Lewis em terceiro e uma chicane apertada no fim da reta.
Apesar de limpa, a largada teve desdobramentos dramáticos... Kimi segurou Vettel como pode e de forma decidida.
Lewis jogou duro com o alemão e, não só ganhou a posição como – em um toque Mandrake – quebrou a asa do alemão e o jogou para a última posição.
Sendo Monza, ultrapassar tendo o melhor carro do grid não seria nada difícil.
Estava armada a cena para uma corrida espetacular.

Bandeira amarela até a …

O melhor GP da Itália de todos os tempos

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Este é um texto antigo escrito para a espera de uma corrida em Monza.
Foi muito divertido escrevê-lo e, ainda que as referências soem datadas por conta do tempo, creio que ainda são reconhecíveis.

Muito se fala do fantástico GP da Itália de 1969, vencido por Jackie Stewart ou da corrida de 1971 em que a diferença de tempo entre o primeiro colocado Peter Gethin e o segundo Ronnie Peterson foi apontada como a menor da história da categoria: apenas um centésimo.
E mais: os cinco primeiros colocados terminaram a prova dentro do mesmo segundo.
Ambas foram disputadas em Monza, e só isto já é um handicap considerável, porém um dos mais emocionantes de todos os tempos não foi corrido no solo sagrado.
Nem em Brescia (1921) ou Livorno (1937), nem em Milão (1947) ou Parco Valentino (1948), muito menos em Imola (1980) que pela ordem foram os circuitos que também já foram palco da corrida italiana.
Mas sim em Roma (ano 1 DC) e teve lugar no Coliseum.

Alinharam para a largada as melhores bigas - com…

F1 2018: A sincronia dos movimentos

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O fã da F1 estava cheio de esperanças de que o retorno das corridas em Spa-Francorchamps fosse um espetáculo majestoso, mas com algumas exceções, acidente incluso, foi morna.
Mas nem por isto o fã deixou de ver lances surpreendentes neste retorno.
E não estou falando de Alonso indo embora ou da ida de Daniel Ricciardo para a Renault.
Até mesmo porque era notícia “velha” e Alonso já não tem o mesmo apelo para os chefes de equipe da categoria.
Pode-se dizer mesmo que ele é um indesejável tanto pelo custo financeiro de tê-lo no time, quanto pelo custo operacional.
Com um carro à altura rende frutos, sem, no máximo, rende exposição. E nem sempre positiva.
Com a ida de Ricciardo a mesma coisa sobre ser novidade e, assim como ele disse - só para mudar de ares - soa honesta e em bora hora.
É uma aposta e como tal, é necessário aguardar os resultados que podem ou não serem satisfatórios.

A bomba é – sem dúvida – o salvamento da Force Índia pelo grupo liderado por Lawrence Stroll, pai do pilot…

F1 2018 - Bélgica: O paraíso de asfalto

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As férias da F1 servem para muito mais que o descanso dos pilotos, mecânicos e afins...
Serve para fomentar a saudade das corridas.
Não interessa se há outras categorias correndo no período.
Quando você quer sorvete e o pote no freezer tem feijão, você não dá uma chance.
Mas o bom é que quando as férias acabam o que se tem para celebrar a volta é nada mais, nada menos que Spa-Francorchamps.
Templo da velocidade com subidas, descidas, curvas de alta, de altíssima, de média, de baixa, de baixíssima... Uma pista completa para pilotos de verdade.
Como cereja deste sundae delicioso, a instabilidade das condições climáticas.
Trocando em miúdos: é impossível não amar Spa-Francorchamps.

A largada é sempre tensa e ter Lewis com o melhor tempo, mas não com o melhor carro enche a gente de esperança.
Alguns bons pilotos com bons carros no meio do grid ajudavam e muito.
E quando as luzes se apagaram, logo antes do grupo todo conseguir vencer a La Source, Hulkemberg não brecou, acertou a traseira d…

De volta à programação normal com a melhor pista do mundo

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Quem não tem uma pista predileta?
Todos nós temos, seja em que categoria for todos temos.
A minha é Monza.
Foi lá que assisti – pela TV, claro – o meu primeiro grande prêmio. E que maravilha! Piquet ganhou a corrida e de quebra levou o bi campeonato mundial.
Mesmo sem ter muita noção do que acontecia, vibrava com a Brabhan contornando a Di Lesmo, vencendo a Parabólica, as Variantes altas e baixas...
Monza é velocidade em estado bruto.
E brutal, como algumas dezenas de mortes por lá podem atestar.

Mas, quem em sã consciência poderia desprezar uma pista como Spa Francorchamps? Eu não sou louco a este ponto e acredito que ninguém seja.
Quem gosta de automobilismo, gosta de Spa. Não há como dissociar.
A pista é um espetáculo, sempre foi. E mesmo agora em que com o passar dos anos, por necessidades nem sempre inerentes ao automobilismo ou a competição a pista foi sendo –pontualmente – modificada, nem assim conseguiram tirar a majestade desta seqüência de subidas, decidas, curvas para os do…

Maior que seus números ou menor que sua fama?

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Qual a real dimensão de Fernando Alonso?
Seria ele maior que seus números?
Ou seria menor que sua fama?
Que lugar ocuparia o piloto espanhol na história da F1?
Teria lugar no panteão dos imortais ou só verbete entre os maiores da F1 moderna, pós Senna?
Como medir? Os números frios podem não ser justos.

Alonso foi a opção e antítese à Michael Schumacher e foi o primeiro piloto no século XXI a derrotá-lo.
E derrotar de maneira tão dura que fez com que o alemão sete estrelas começasse a pensar em colocar e por fim, encerrar sua carreira.
Por si só, isto já bastaria para colocar Alonso no panteão dos grandes campeões de todos os tempos.
Circunstâncias para seus títulos?
A favor: A Renault era uma equipe média da F.
Ele próprio era extremamente jovem e ambicioso.
Contra: Sua equipe vinha dos espólios da Benneton que dera a Schumacher seus dois primeiros títulos, que muitos contestam dizendo que eram carros com alguma coisa sempre fora do regulamento.
Seu principal adversário não tinha mais…

Bye bye Alonso, Alonso bye bye

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E se vai Alonso...
A última vitória de Fernando Alonso na F1, que é a categoria da qual se despedirá no fim do ano, foi no já distante ano de 2013.
Seu último pódio é até mais recente, mas também já faz quatro anos.
E o último título então? 2006.
Fernando Alonso é, de longe, o piloto que mais tempo ficou na F1 após ganhar seu último título e sua trajetória pós título não foi das mais vencedoras, embora tenha tido momentos brilhantes.
Após levantar o caneco em 2006, trocou de equipe indo da Renault para a McLaren, então poderosa e sempre disputando títulos.
Em Woking foi apenas uma temporada com quatro vitórias e mais oito pódios.
Uma guerra fratricida com um rookie chamado Lewis Hamilton, preferido pelos chefes, o empurrou de volta para a Renault.
Não bastasse, ainda houve o famigerado caso de espionagem envolvendo e-mails trocados entre Mike Coughlan e Nigel Stepney conhecido como spygate

De volta a equipe onde ganhara os títulos, a realidade era muito outra.
Com o time em franca dec…

F1 2018: as peças se movem no tabuleiro extra pista

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As férias de verão da F1, geralmente de um mês entre o GP da Hungria e o da Bélgica costumam ser um tempo em que se começam a correr boatos sobre transferências de pilotos, troca de motores e coisas do gênero.
Nem sempre o que se vende nesta silly season é recebido após a compra. Ou seja, muita gente acha que é o que vai acontecer e no fim dá com as barrigas n´água tal qual Américo Vespúcio furado.
Este ano, por algumas declarações, esperava-se algo envolvendo Alonso, McLaren e afins, antes da segunda semana de bye começar caiu a bomba e, por incrível que pareça, não era nem boato.
Apesar de ter dito que haviam pequenos detalhes em aberto, mas que uma renovação com a Red Bull já estava encaminhada, Daniel Ricciardo anunciou ao mundo, sem pompa nenhuma que ao final do ano corrente (2018) deixaria a equipe.
Não deu sequer tempo de abrir especulações ou do Américo mostrar uma foto de um fax de um contrato assinado do australiano com a Ferrari e outra bomba: a Renault anunciava algumas ho…