28 de out de 2015

México lindo (?)

O México não sedia um GP de F1 desde 1992, ocasião em que foi vencida pelo bigodudo – meio trouxa – mor da categoria: Nigel Mansell.
De lá para cá, ao que parece, o próprio autódromo Hermanos Rodrigues também não recebeu mais nenhum tipo de competição.
E como diz o ditado adaptado: autódromo vazio, oficina do diabo.
E lá veio o capeta mexer no traçado da pista.
A curva mais desafiadora e perigosa do lugar foi substituída por uma – adivinha? – chicane. E com um ângulo reto de noventa graus que é pra ficar mais lento ainda.
E ironia das ironias: batizou a bizarrice de Nigel Mansell, que pode até ter sido bem burro, mas nunca foi lento.
Mas fora isto, há outras coisas sobre o México que são bacanas de se citar numa semana pré-corrida.
Alguns bons pilotos mexicanos existiram claro... Os tais hermanos: Pedro e Ricardo Rodriguez que dão nome ao autódromo.
Também teve Héctor Rabaque e Moises Solana.
Como nenhum país é perfeito, também teve Esteban Gutierrez e atualmente Sérgio Perez.
O México tem apenas duas vitórias na F1, ambas com Pedro Rodriguez.
1967 em Kayalami na África do Sul pilotando um Cooper com motor Masserati e em 1970 na Bélgica com um BRM.

Mas bom mesmo, vindo do México são outras coisas.
O chilli,os tacos, os burritos.
Speedy Gonzales; a comemoração maluca do Dia dos Muertos.
Se a corrida de reinauguração do país no calendário da F1 for algo parecido com qualquer destes itens a diversão está garantida.
Embora, se bem conhecemos qualquer coisa mexida pelo cramulhão alemão, periga a corrida ser tão chata quanto um concerto de mariachis.
Ô coisa chata do caramba.

3 comentários:

Marcelonso disse...

Groo,

Vai que o furacão passa por lá...

abs

Manu disse...

É, sabe-se lá se vai prestar... o.O

Robson Santos disse...

Poxa! voce esqueceu a Tequila!!!!!

Ah eh! E o tal do Gutierrez 'ainda' corre, pow!

Abraços