19 de jun de 2016

F1 2016: GP da Europa - Primeira vez pouco empolgante de Baku

Uma corrida completamente no escuro.
Ok! Houve treinos livres, ouve treino classificatório, mas uma coisa é correr contra si e contra o relógio. Outra é fazer o mesmo e acrescentar a corrida contra seu adversário diretamente.
O elemento disputa colocava um ponto de interrogação gigantesco sobre a prova inaugural do circuito na cidade de Baku.
Tanto que a largada, que sempre é o momento mais tenso de uma prova – principalmente em uma primeira edição – foi cautelosa.
Tão cautelosa que chegou a ser chata com todo mundo tomando cuidado de não forçar e sair da prova.
Curiosamente, antes de completar a primeira volta a transmissão oficial colocou na tela as voltas em amarelo, o que significa que havia uma bandeira amarela em algum lugar do traçado. O que não foi confirmado e nem comentado pela transmissão brasileira.

Rosberg se mandou, como era de se esperar.
Vettel também e de quebra ignorou uma sugestão da equipe para ir aos boxes.
Traumatizado com tanta estratégia ruim no Canadá, ficou na pista e se manteve em segundo abrindo dos demais.
Lá atrás Hamilton remava na força do motor. As imensas retas são muito favoráveis aos Mercedes, tanto que até a Force Índia se deu bem.
Ultrapassagens mesmo, à vera, não teve muitas.
A força do motor aliada à asa móvel era o grande fator das trocas de posição.
No fundo, a pista (por mais bonita e interessante que seja) lembrou Abu Dhabi, que tem um entorno bonitão, plasticamente agradável, mas meio morna para disputas.
Desconte-se ser a primeira corrida lá.
O tempo se encarrega de mostrar se pode ser bom ou não.
Tensão, durante a prova, apenas por conta de sacos plásticos azuis que grudavam em alguns carros.
Outro ponto curioso foi ver o quanto a Mercedes é ruim em corridas de recuperação.
Talvez porque falte piloto na equipe.
Enganados pela pista e pelo piloto, tadinhos...

A vitória de ponta a ponta do pole position – no caso, Nico Rosberg – só não pode ser dito como favas contadas por conta da desconfiança de que pudesse haver algum acidente durante a loooonga prova.
Mas o piloto do fim de semana foi o mexicano Sérgio Perez que chegou ao terceiro lugar ultrapassando (sem necessidade) Kimi Raikkonen que estava punido com o acréscimo de cinco segundos ao tempo final.
Parece que toda vez que falece alguém do universo Chaves criado por Chespirito, o mexicano corre muito mais.
Depois volta a ser o piloto meia boca que sempre foi...
Tá, tá, tá, táááá...

7 comentários:

Rubs disse...

É sabido que um bom gestor de pessoas minimiza falhas de desempenho.
Diante dos rumores de que Lauda pode sair da Mercedes, deviam contratar Tite para assessorar o Amiltinho. Ele é especialista em fazer plantéis medíocres ganharem de 1 X 0 ou ficar no 0 X 0. Na pior das hipóteses, o neguinho chegava em segundo.
Abs

Vinicius Vergueiro disse...

Corrida chata pra caramba. Espero que nunca mais a F1 volte a Baku e que muito menos marque corrida pro mesmo dia das 24 Horas de Le Mans.

Vinicius Vergueiro disse...

E quem jogou aquele saco plástico azul no carro do Vettel?

Tenho um palpite forte de que foi alguém que nutre por ele um ódio terminal,as iniciais do suspeito são essas: A.C.

joaoleopires disse...

Corrida muito chata realmente.
Se o Pérez seguir a bom desempenho com o falecimento dos personagens do Chavez, não restam ainda tantos para que ele se supere nas pistas.
Kiko, Chiquinha, Dona Florinda.....

Manu disse...

Corrida chatinha, mas tinha paisagens lindas.
Rádio épicos hehehehe...

Abs!

Net Esportes disse...

Que descanse em paz o professor!!

Eu tava esperando um corrida agitada, cheia de colisões com muros e tudo mais, mas foi aquela monotonia.

Acho que o Kimi deu passagem, ia ficar estranho chegar em terceiro e não ir ao pódio.

Marcelonso disse...

Groo,

Por sorte tinha uma corrida do campeonato de kart no mesmo horário da F-1. Por tudo o que li na web, pelo visto não perdi nada.

Baku como se esperava produziu uma corridinha sem vergonha. E o pior de tudo é que pode voltar a sediar a categoria.


abs