16 de set de 2016

F1 2016 - Cingapura: Jovem, mas cheio de história

O grande prêmio de Cingapura é relativamente jovem. Está no calendário apenas desde 2008, mas já tem causos para garantir seu lugar na história da F1.
Começa que é a primeira corrida noturna da história da categoria.
O efeito das luzes sobre a pintura dos carros cria um efeito muito bonito e – obviamente – diferente de tudo que se viu.
Depois vieram corridas que começam com sol e terminam de noite, mas o pioneirismo de se correr com iluminação artificial é cingapuriano.

Não bastasse, logo na sua edição de inauguração houve lances dignos de roteiro de filmes, tanto faz se comédias pastelão, dramas ou tramas de suspense.
Felipe Massa lutando pelo título e saindo dos boxes com uma mangueira ainda acoplada ao bocal do tanque de combustível.
A grande demonstração de habilidade de Nelson Ângelo Piquet ao performar um acidente milimétricamente controlado sob a orquestração do torresmo de sunga Flávio Briattore e Pat Symonds dando início ao que seria mais tarde conhecido como Cingapuragate, ou, Crashgate da Renault.
A cara de pau de Fernando Alonso, vencedor ma non tropo, em dizer que não sabia de nada, mas cumpriu seu papel fielmente ao acelerar como louco a pedido dos boxes pouco antes da parada toda...

Algumas curiosidades:
Felipe Massa foi o primeiro pole position da história em Cingapura.
Também foi o primeiro a sair dos boxes com a mangueira de combustível no carro.

Sebastian Vettel é o maior vencedor com quatro vitórias seguido por Lewis Hamilton com duas (por enquanto...).
Fiquei na dúvida se creditava duas vitórias a Alonso por conta do narrado aí em cima, mas vá lá que seja.
Fora estes três, ninguém mais viu Marina Bay do lugar mais alto do pódio.

Mas a cena mais engraçada de todos estes anos de corridas na cidade estado é sem dúvida uma de 2011, quando Rubens Barrichello, após terminar a corrida em décimo terceiro (uma volta atrás do vencedor) resolveu dar um mimo para a galera que estava nas arquibancadas do estádio municipal (o traçado passa pelo estádio que tem suas arquibancadas separadas do gramado por um rio...) e jogou suas luvas e balaclava em sua direção.
Só que o forte vento não só impediu que os itens chegassem até os torcedores como também os levou direto para o rio.

3 comentários:

Marcelonso disse...

Groo,

Eis ai um grande premio que não me agrada. O local é muito bonito, a plasticidade das imagens é sensacional, mas disputas que é bom, não rola.

Essa eu passo!


abs

Anônimo disse...

Groo, você está errado em uma coisa, neste grande premio, o Rubens não terminou a corrida, o carro dele quebrou durante a corrida e ele estava voltando a pé para os boxes quando jogou as luvas que caíram no mar...

Ron Groo disse...

foi na última volta, por isto ele chegou uma volta atrás.