25 de fev de 2017

F1 2017 - Lançamentos: MCL32 e SF70H, as apostas de dois pilares da F1

Todo ano os fãs dizem a mesma coisa: “-Ia ser legal se a McLaren viesse laranja...”
Afinal, laranja é a cor oficial do time de Woking.
Também tem aqueles que querem a pintura dos anos 80, aqueles que.... Deixa pra lá.
Mas o fetiche da rapaziada é mesmo o laranja... O papaya Orange, como dizem os puristas
E neste ano, sem Ron Dennis no comando, cederam: a jabiraca veio laranja e preto.
Não é o tom certo do papaya Orange, para ser exato, é algo que em fotos e video, dependendo do ângulo, estará bem perto de um vermelho.

E a combinação com o preto, o esquema das cores distribuídas no carro faz lembrar mais uma Manor que uma McLaren. Também já disseram que parece com um das Arrows.
Fico com a Manor.
Até porque, nas últimas temporadas, pouco fez a mais que a coirmã falida.
Mas é um time tradicional, e assim sendo, quem sabe não surpreendem?
Pintura à parte, o carro é bonito.
O bico elegante termina em uma asa dianteira aparentemente muito complexa, cheia de pequenas aletas e degraus.

A tampa do motor tem a barbatana, mas surpreendentemente, no carro da McLaren ela faz muito sentido. Se é útil ou funcional é outra coisa.

O motor é o contestado Honda, mas é bom frisar: é Honda!
Os nicômicos dominaram o mundo da F1 por muito tempo e pode até demorar um pouco, mas se realmente quiserem, voltarão a dominar.
Como dizia aquela música do Ultraje a Rigor: “.... Japonês estuda/ japonês trabalha/Japonês não falha, também não avacalha. /O mundo vai ser deles, já estão quase lá. ”
Os pilotos são: Alonso, que dispensa apresentação e que agora também é simpático. E Vandoorme, uma das promessas da nova geração.

Particularmente penso que é o ano do começo da recuperação.
A F1 precisa da McLaren forte.

Também os carcamanos mafiosos da Scuderia Ferrari lançaram seu novo Fiat.
A pintura tem um pouco menos de branco, mas é praticamente igual desde aquele bordô lindo e chique que Felipe Massa dirigiu em 2008. Depois dele, só derrota.
O bico parece com o bico de todas as outras (tirando a McLaren e o horror da Force Índia).
Também tem a “barbatana” na tampa do motor, tipo mais do mesmo, mas com uma “asinha” antes do aerofólio.
Se é perfumaria ou funcional, só as corridas dirão.

Sebastian Vettel (que deve estar bem arrependido...) e Kimi Raikkonen (que não deve estar nem aí...) terão a missão de guiar.
Eles torcem para que o motor não seja o ponto fraco deste ano e que tenha evoluído pelo menos um pouquinho.

Particularmente penso que também deva reagir e voltar a incomodar brigando por pódios e vitórias com frequência.
Afinal, a Ferrari (por mais que a gente zoe) é a personificação da F1.
Uma Ferrari demasiado fraca equivale à uma F1 sem muita personalidade.

3 comentários:

Marcelonso disse...

Groo,

Seria muito bom que ambas escuderias voltassem a lutar por vitórias, mas não creio que possa acontecer em situações normais.

Ano passado a Ferrari estabeleceu como meta três vitórias, passou zerada.

Já a McLaren tem muito a remar ainda.


abs



Anônimo disse...

Cheia de gueri, gueri. Isso, aerodinamicamente falando, pode ser um pobrema. Ferrada tá bonita.

Anônimo disse...

A MacMac, como disse, não viria toda laranjinha como os amadores achavam.
Não arrisco, como Marcelonso, dizer que Mercedoca ganha( outro poste) o cãopeonato e a MacMac vem fraca( deu a entender). Tudo pode acontecer. Claro, como torcedor, McLaren ganha umas corridas com Fefê Fofonso. Mercedoca, GH-3 tetra. Ferrada, mais um ano sem ganhar. E Haas ganha uma. Ruimlliams ganha o Brasil. Com o Lança. Renault, pela beleza, ganha duas.
Beleza é fundamental !
Mas pode ser que a Mercedoca não ganhe uma. A Hillária não perdeu ?
Carnaval !
Entendeu ?


M.C.L.