Não vi Chris Amon correr.
Da minha geração, duvido que alguém tenha visto já que abandonou a F1 em 1976.
Venceu em Le Mans (1966), o que não é pouco, em uma época em que não era qualquer um que vencia por lá.
Em 1967 também venceu os 1000 Milhas Monza e as 24 horas de Daytona tendo como companheiro de equipe Lorenzo Bandini.
Na F1 era visto como azarado.
O mais azarado da categoria.
Mário Andretti o definiu com a frase: “-Se Amon se tornasse um coveiro as pessoas parariam de morrer”.
Em um de seus melhores anos na categoria foi ofuscado pela morte de seu companheiro de equipe e amigo Lorenzo Bandini em um acidente em Mônaco/1967.
Chegou a criar sua própria equipe de F1: a Amon e com ela disputa apenas um GP – Espanha/1974 e seu carro, bem rápido até, não era confiável. Quebrou.
Entre 1962 e 1976 participou de noventa e seis largadas.
Conseguiu cinco poles e onze pódios.
Mas nenhuma vitória oficial, apenas uma corrida extracampeonato na Argentina em 1971.
Tudo isto é fantástico - sem dúvida - mas aqui para nós, na minha modesta opinião, a grande contribuição de Chris Amon é seu capacete que ao lado dos capacetes de Jackie Stewart, Graham Hill são as marcas mais fortes da F1 daqueles tempos.
Tão icônico e lindo que John Frankenheimer se apropriou de seu desenho para emprestá-lo ao americano Pete Aron em seu filme Grand Prix.
Salve Amon.
Da minha geração, duvido que alguém tenha visto já que abandonou a F1 em 1976.
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Amon em Mônaco/73 com carro da (horrível) Tecno |
Em 1967 também venceu os 1000 Milhas Monza e as 24 horas de Daytona tendo como companheiro de equipe Lorenzo Bandini.
Na F1 era visto como azarado.
O mais azarado da categoria.
Mário Andretti o definiu com a frase: “-Se Amon se tornasse um coveiro as pessoas parariam de morrer”.
Em um de seus melhores anos na categoria foi ofuscado pela morte de seu companheiro de equipe e amigo Lorenzo Bandini em um acidente em Mônaco/1967.
Chegou a criar sua própria equipe de F1: a Amon e com ela disputa apenas um GP – Espanha/1974 e seu carro, bem rápido até, não era confiável. Quebrou.
Entre 1962 e 1976 participou de noventa e seis largadas.
Conseguiu cinco poles e onze pódios.
Mas nenhuma vitória oficial, apenas uma corrida extracampeonato na Argentina em 1971.
Tudo isto é fantástico - sem dúvida - mas aqui para nós, na minha modesta opinião, a grande contribuição de Chris Amon é seu capacete que ao lado dos capacetes de Jackie Stewart, Graham Hill são as marcas mais fortes da F1 daqueles tempos.
Tão icônico e lindo que John Frankenheimer se apropriou de seu desenho para emprestá-lo ao americano Pete Aron em seu filme Grand Prix.
Pete Aron e o icônico desenho do casco de Amon |
Comentários
. Soube da morte dele, Amon, ontem, de manhã, pelo aplicativo da F1. Meu Épou 69 apitou logo quando liguei-o-o e veio a mensagem. O que eu acho engraçado é que muito desportista morre, digamos, cedo. 7.3 ! Fumava muito. Câncer. Senhor Groo. Amon revelou um cara muito querido por todos nós formulaúnicos de carteirinha. O saudoso Villeneuve. O Gilles. Recomendou-o para Enzo Ferrari e depois é história. E tem gente que adora o Vodka, o Maldanado... Não viram o Vilanova. Até a morte dele foi espetacular !
Chega de morte. Quem irá acender a pira ? Pago dez...
PIQUET !
obs: quando as corridas de automóvel farão parte das Olimpíadas ? Ué, vai ter surfe, skate... Já tem BMX, Golfe... Pénabola ...
M.C.
Amon marcou época na F-1. Descanse em paz!
abs
Nem só os que venceram tem valor... Ronnie Peterson e Gilles Villeneuve e tantos outros...