1 de abr de 2015

A última (besteira) do Ecclestone (por enquanto)

Bernie e sua boca grande mandaram mais uma piada para a imprensa repercutir.
Agora disse que seria legal ter uma F1 só de mulheres para fazer as preliminares das corridas ou para andar nos sábados após as classificações.
Suzie Wolf já disse que é besteira, que não correria numa categoria só de mulheres e que não sabe onde o velhinho da fuzarca encontraria tantas mulheres piloto (pilota é o cacete!) para compor o grid.
Se procurar até deve ter, não duvido...
Mas tenho de concordar com a Suzie que é uma ideia besta.
A categoria seria vista como uma coisa bizarra tipo, sei lá... Futebol feminino ou ginástica artística masculina...

Mas fico na dúvida sobre a possibilidade de realmente haver uma mescla de sexos nas pistas de F1 disputando diretamente entre si.
Pode até ser apenas uma questão de preparação física, mas é de se pensar: quantas modalidades esportivas de alto rendimento tem esta configuração de disputa entre homens e mulheres diretamente?
E mais: disputando algo que envolve uma carga pesadíssima de esforço físico.

Certamente argumentarão que mulheres já correram na Indy (e até venceram... Daquele jeito, mas venceram.), em outras categorias do automobilismo e até na própria F1.
Não andaram em carros de ponta e a grande maioria nem mesmo em carros minimamente competitivos. Logo, não houve como avaliar e comparar resultados - quando existiram resultados para ser avaliados e comparados de forma justa – então a dúvida persistirá até que as condições de disputa entre os sexos nas pistas sejam iguais e finalmente aconteçam.
Nada de sexismo, mas esbarra na possibilidade muito factível de que o organismo e a musculatura feminina não reajam como nos homens ao desgaste de uma prova de duas horas.
Um bom exemplo são as provas de atletismo em que há a divisão entre os sexos por conta da disparidade das performances de cada sexo.
Só para lembrar, alguns marmanjos chegam a perder de dois a três quilos ao fim de uma prova.

Esta última informação até poderia servir para ajudar a resolver a questão levantada por Suzie Wolf sobre onde encontrar tantas mulheres para as vagas nas equipes.
Bastaria anunciar naquelas revistas femininas de dois reais e cinquenta centavos nas bancas que sempre trazem as últimas novidades em dietas emagrecedoras.
 “Perca quatro quilos em duas horas pilotando um F1!”
Pela quantidade de exemplares vendidos normalmente, ia chover candidatas.

4 comentários:

Por Dentro dos Boxes disse...

Groo,

eu queria saber o que o Piquet (pai) diria a respeito dele atualmente... hehehe


abs...

Rafael Schelb disse...

Rapaz, você apanhar da mulherada hein! kkkkkkkkkkkk

Rubs disse...

A pois, então. Força muscular? Rá rá rá. Compadinho, a direção de uma viatura de 600 kgs é mais pesada do que a de um ônibus? Nem se fosse de rosca sem fim. A cada dez motoristas de ônibus lá em Nuestra Señora de Los Angeles, oito são negonas. Se Ron Dennis fizesse uma seleção de meninas de 4 anos na favela, aposto que ia aparecer uma neguinha melhor do que o Amiltinho.
Mulheres pensam com os dois lados do cérebro e nós pensamos com um, ou meio. A questão é mais neurológica. Fazer uma curva é como atirar uma flecha: requer muita concentração. Para isso, a testosterona e níveis mais altos de dopamina ajudam, mas tudo é questão de condicionamento.
E mais, eu queria ver uma amiga do wrestling lhe aplicar um chinlock só para ouvir o som: grrrrroooo...
Abs

Marcelonso disse...

Groo,

Essas ideias Bernie tem pela manhã quando está no banheiro, só pode.


abs