26 de jun de 2015

Promessas perdidas do automobilismo brasileiro

Reginaldo Troiano: 
Nascido em Goiânia-GO, começou no automobilismo aos cinco anos pilotando um triciclo velotrol. Ousado, foi o primeiro a fazer curvas apenas em duas rodas.
As outras crianças de sua idade choravam ao vê-lo ganhando todas as corridas.
Pilotou bicicletas e fazia o menor tempo no circuito de entregas de jornal de seu bairro.
Aos quinze debutou no kart; fez carreira rapidamente sendo campeão já em seu primeiro ano.
Passou aos Fuscas e depois para os carros de formula.
Seu sonho? Claro... Um dia chegar a F1.
Em 1987, dias antes de embarcar para a Europa morreu em um acidente quando o Ford Belina que dirigia bateu na traseira de um caminhão com placas de João Pessoa - PB.

Luca Dabreu Cunha. 
Este nasceu em Minas Gerais e não se sabe o que fazia em termos de pilotagem na infância.
Os primeiros registros datam de sua adolescência.
Campeão de “rachas” em torno da Lagoa da Pampulha e de tanto tomar multas com os carros do pai foi matriculado em uma escolinha de pilotagem em São Paulo.
Foi notado pelos pilotos professores que enxergaram nele um grande talento.
Levado a competir por todo o país logo foi contratado por uma equipe de carros de turismo européia.
Resolveu então voltar a Minas dirigindo seu VW Passat para dar aos parentes a boa noticia do contrato para correr no velho continente.
Infelizmente em 1987 colidiu seu carro com a traseira de um caminhão registrado com placas de João Pessoa – PB em plena rodovia Fernão Dias.

Leonardo Bulca Jr. 
Vulgo “Bulcão”, oriundo do Rio de Janeiro.
Campeão em todas as categorias em que esteve inscrito despontou para o cenário nacional após vencer uma etapa do rali da Independência.
Levado para fazer testes em equipes da antiga categoria de Opalas Stock Car.
Tinha um estilo selvagem que muita gente chegou a comparar com Gilles Villeneuve. Com um tanto de exagero, obvio.
Convidado a participar de uma das etapas do campeonato de endurance  por uma equipe satélite da Peugeot, comemorou fazendo o trajeto entre São Paulo e Rio de Janeiro em apenas quatro horas pela Via Dutra batendo assim dois recordes: de velocidade e de quantidade de multas por excesso de velocidade em rodovia.
Na volta foi impedido de dirigir – estava com a carteira apreendida – viajou o tempo todo dormindo no banco do carona de uma Mercedes 280 SL que infelizmente se acidentou com a traseira de um caminhão com placas de João Pessoa - PB.
Tinha vinte e oito anos em 1987...

João Jose Olivensa:
Conhecido como Jãosé.
Nunca aspirou ser piloto de competição e nem teve sua vida ligada aos carros.
Quando criança ajudava seu pai em uma oficina de marcenaria em Goiânia.
Com a crise mudou-se para Minas Gerais onde trabalhou como ofice boy por dois anos.
Em 1987, depois de casar-se foi tentar a sorte no Rio de Janeiro, desempregado aceitou a única oportunidade que lhe foi oferecida.
Tornou-se então motorista de caminhão de uma empresa sediada na Paraíba - mais precisamente em João Pessoa - e com escritório e representação carioca.

2 comentários:

Marcelonso disse...

Groo,


Guri bom hein?


abs

Anônimo disse...

Faltou o Seth Rogen Coq de Laroche, exímio piloto de carrinhos de rolimã !

O Marcelonso Katari Nense, El destruidor de karts !

A Namu 'Belles Jambes', nossa penélope charmosa eeee

M.C. Karió K., piloto de Matchbox mas contratado secretamente pela Hot Wheels.