9 de jul de 2015

Pinga fogo

Nelson Ângelo Piquet, vulgo Nelsinho em entrevista recente soltou a pérola: “-Tentar carreira na Indy é “meio burrice”“.
Note o verbo: “tentar”.
O pai dele não deve ter gostado muito não... Já tentou andar por lá e... Sabe como é.
E era o pai dele, somente Nelson Piquet...
Ah! Mas o moleque é campeão da FE, pode falar...
Pode... Verdade.
Quem tem bom senso e discernimento é que não deve dar pelota.
Bizzzzzzzzziiiiizziiiizziiiiizziii (som daquilo que move os iphone com roda que ele dirige)

 Valteri Bottas pediu que a Williams pense melhor sobre as ordens da equipe quanto à troca de posições na pista.
-Quanto eu estiver atrás, seja claro: dê lugar para o finlandês. Ai não importa se depois eu vou rodar e cair lá para trás ou ser ultrapassado... Ah! E nem se eu vou sair da equipe no fim da temporada.

Max Mosley, aquele, disse que é muito difícil que as equipes grandes aceitem o teto orçamentário, caso ele seja criado...
Porra Max! Ai é fácil! Só fazer um teto com um bom fundamento para que elas possam construir em cima...
Teto orçamentário... piff... Vai acontecer nunca. E se acontecer, não vai ser respeitado jamais.

Já a Mercedes, por meio de Toto Wolf, disse que o teto orçamentário é um grande desafio.
Um grande desafio fazer com que ele aceite e não burle a regra... E mais desafio ainda forçar ele a ficar na categoria se seu time começar a perder corridas.

Olha ai o que ficar atrás da McLaren não faz...
E o Stevens apontou erros na estratégia da Manor no GP da Inglaterra.
Primeiro erro: a equipe existir.
Segundo erro: estar no campeonato.
Terceiro erro: ter o Stevens como piloto
Quarto erro: pensar que tem uma estratégia.
Quinto erro: dizer isto para um repórter.
Sexto erro: o repórter dar importância e publicar um treco destes.

4 comentários:

Manu disse...

E o Nelsinho disse isso mesmo? É cria do pai mesmo :D

Quanto ao Bottas, concordo com ele. E ele já chegou cedo à estação. Está lá antes do Massa, fala bem menos que o brasileiro e até então tem produtividade muito maior que o tal, salvo alguns pequenos momentos. Sou time pró Bichinho de Goiaba! :D

Abs!

Marcelonso em viagem disse...

Groo,


Na boa, vencer um campeonato naquela trapizonga que nem barulho não significa absolutamente nada. Logo, o que esse bunda suja fala não tem a menor relevância.


abs

Rafael Schelb disse...

iPhone com roda: sem mais!

Rubs disse...

Os carros elétricos foram inventados como plataforma de marketing para justificar a indústria mais suja do mundo: a extração de gás do xisto, o chamado "Cracking" (há excelentes documentários sobre isso: http://bit.ly/1O6u4Sd).
Carros elétricos são muito mais sujos do que pode supor a nossa vã otariedade. Ao menos é isso o que pretende provar a reportagem do "The Economist". http://econ.st/1Au2yXH
Além disso, somente para ficar em um único exemplo, cada unidade do Fiat 500 elétrico dá 15 mil dólares de prejuízo, mas as montadoras estrangeiras são obrigadas, por lei, a oferecer um modelo elétrico nos EUA. A Tesla sobrevive somente por causa de incentivos fiscais cuja magnitude inspiraria muitas pedaladas por aqui. A verdade é que a Tesla nunca deu lucro, conforme sugere a Bloomberg: http://bloom.bg/1DbPTJH
Bem se vê que Nelsinho, aconselhado por excelentes consultores financeiros, resolveu ser sapo grande em lagoa pequena, já que nem na represa redneck da Nascar sua voz apareceu.
Se algo der errado, existem outras alternativas: cogita-se em criar a Fórmula E-Ólica, movida a hélice. O problema é que em dia sem vento, os carros ficariam parados. Outro plano é a Fórmula Bio, movida a óleo de mamona. Cogita-se que a Monsanto já tenha patenteado uma mamona transgênica e que a McLaren adicionará óleo de rícino desenvolvido pela multinacional aos seus F1 atuais para testar o produto.
De qualquer forma, o Nelsinho se deu bem e se dará bem no futuro. No mundo de hoje, a boa decisão consiste em saber passar de uma posição comprada para uma vendida antes que todo o mundo o faça.
Nelsinho sempre esteve vendido.
Abraços.