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Mostrando postagens de Agosto, 2011

Schumacher: 20 anos de F1

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E lá se vão vinte anos desde que um jovem alemão queixudo assumia de forma alugada o cockpit de um F1 pela primeira vez.

Algumas fontes trazem a cifra de US$300 mil pagos pela montadora alemã para colocar Michael Schumacher, então piloto de Sport protótipos, na vaga de Bertrand Gachot que havia sido detido na Inglaterra por conta de um acidente de trânsito.

Naquele fim de semana, Michael Schumacher impressionou nos treinos livres e na classificação ao conseguir alinhar a elegante Jordan verde na sétima posição, a melhor posição de largada da equipe no ano, mas sua estréia em corrida não foi tão brilhante.
Acabou a corrida ainda na primeira volta por conta de uma falha na embreagem do carro.

Mas foi o que bastou para chamar a atenção das pessoas do meio para seu promissor talento.
Um deles, a raposa – naquele tempo ainda jovem – Flavio Briatore agiu de forma rápida e o contratou para já na prova seguinte ser companheiro de equipe do tri-campeão mundial Nelson Piquet na Benneton, substi…

Ava(ca)liações belgas, apesar da ótima corrida

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Schumacher pensando: "-De ultimo para quinto... Vinte anos de F1.... Chupa Rubinha...


Webber: -O gosto tá esquisito...
Vettel: -Está mesmo.
Button: -É que vocês tomam muito Red Bull...


Adrian Newey: -Obrigado a minha equipe por esta saladeira... Em casa não tinha.

É Hamilton.... Foi praga do Pastor... Bem feit!

Loira: -Amiga, o que você faz para o Jenson correr tanto?
Michibata: -I put my finger on his button...

Bruno Senna pensando que era Ayrton, que na Toro estava o Prost e que Spa é Suzuka.

Schumacher: -Pô Bernie! Sete títulos, vários recordes, vinte anos de F1 e só ganho uma bike?
Ecclestone: -Deveria ficar contente... O Rubinho não ganhou nem metade da metade disto.

GP da Bélgica: Blue Sky

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Corridas na Bélgica, mais particularmente em Spa-Francorchamps é igual a seu clima: imprevisível.
Tão imprevisível que pode até – pasme! – não chover... E ainda assim a corrida será sempre boa. E foi o que aconteceu neste domingo.
Mas elogiar a corrida é fácil, elogiar Spa é fácil... Peguemos a parte não tão boa da corrida deste ano: as artificialidades que, ao menos em Spa, não deveriam ter peso.
A pista por sua tradição, não merece...

A chuva, que permeou os treinos livres e de classificação resolveu não dar as caras, ou as gotas... Pista seca em todos os sete quilômetros durante o tempo todo.
Porém, ainda que de forma um tantinho artificial, teve a mesma quantidade de troca de pneus que teríamos se a chuva fosse intermitente.
Graças aos pneus de farinha e a “esperteza” da FIA em não permitir, mesmo com a reclamação da Red Bull e Mclata, a troca dos compostos que ao fim da classificação apresentaram bolhas.
Afinal algo era preciso ser feito para barrar a provável vitória de Vettel.

Spa-Francorchamps

Logo após vencer mais uma vez a temida Eau Rouge, Ricardo Zonta acelera sua BAR já sabendo que atrás vem o líder da corrida: o alemão Michael Schumacher seguido de perto por Mika Hakkinen.

Zonta sabe o que deve fazer quando chegarem: puxar para o lado e deixar o caminho aberto para que os dois passem pelo lado correto sem perder a tangencia da próxima curva e assim não atrapalhar ninguém.

Vê o carro vermelho se aproximando e crescendo em seu retrovisor esquerdo e reduz a velocidade, fica pronto abrir passagem puxando o carro para o lado direito quando neste surge o carro prateado da Mclata.

Na impossibilidade de desaparecer, ser abduzido ou cavar um buraco bem profundo, o brasileiro segura o volante firme para que não penda para lado algum e vê passar por si, numa fração de segundos os dois malucos.
Um de cada lado...


Isto é Spa-Francorchamps e é o que a pista pode proporcionar quando pilotos de coragem – ou loucos – guiam competitivamente por suas retas e curvas.
Não que espere ver ne…

Race on Sunday, sale on Monday

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Quando começaram as corridas de automóveis era mais que esperado e natural o interesse das montadoras em participar.
Era a grande chance de divulgar seus produtos para um grande público e também a chance de mostrar que: “-Sim, nossos carros são melhores que os da concorrente!”.
Para isto, bastava vencer as corridas ou apenas se mostrar confiável.
Era a criação e uso do bordão: Race on Sunday, sale on Monday.

Em caso de vitória: “-Nossos carros são mais rápidos!”.
Se não: “-Chegamos ao fim da corrida sem quebrar, somos os mais confiáveis”.

Com a disputa de velocidade também veio a disputa tecnológica.
Componentes eram desenvolvidos para aumentar a velocidade e o conforto dos pilotos, e logo eram incorporados aos modelos de rua das marcas.
Ferrari, Porsche, BMW, Renault, Citroen, Peugeot e tantas outras fizeram das pistas ao redor do mundo seus campos de testes.

Logo outras empresas começaram a enxergar nas competições a grande vitrine que as montadoras já haviam descoberto.
E não só emp…

Entrevista com Stefano Domenicalli

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Ron Groo: -Senhor Stefano, soubemos que a Ferrari vai trabalhar menos no carro deste ano e vai centrar foco no carro do ano que vem. É verdade?
Domenicalli: -Sim, é verdade.
Ron Groo: -Então Alonso e Massa deixam de brigar pelo título?
Domenicalli: -Sim... O Alonso sim.
Ron Groo: -Sim o que? Vai deixar de brigar pelo título?
Domenicalli: -Não... Vai continuar no páreo.
Ron Groo: -Não entendi... Você disse sim e depois disse não.
Domenicalli: -Sim, Alonso continuará na briga pelo título.
Ron Groo: -E o Massa?
Domenicalli: -Nunca esteve...
Ron Groo: -No seu comunicado, senhor Stefano, disse que o carro para o ano que vem será revolucionário. Confere?
Domenicalli: -Sim... Nós vamos fazer um carro altamente competitivo e com inovações sensacionais.
Ron Groo: -E pode adiantar algo?
Domenicalli: -Não... Ainda não.
Ron Groo: -Nada?
Domenicalli: -Bem... Vamos esperar o fim do ano.
Ron Groo: -Vai divulgar no fim do ano?
Domenicalli: -Não, não... Vamos esperar o fim do ano para saber se além da…

Comédias da vida real na F1 - #2

Não que a crise dos pneus a aquela altura fosse uma comédia, longe disto.
O perigo de haver muitos acidentes por conta da falha nos Michelin realmente existia e não tinha nada de engraçado.
O protesto – inusitado, inédito e muito válido – na largada do GP dos EUA de 2005 trouxe outras nuances, estas sim cômicas (quase trágicas) da F1.

A elas:
# Ralf Schumacher, o irmão esquisitão foi um dos pivôs da crise ao bater na curva 13 - única curva original do circuito oval do templo de Indianápolis – onde curiosamente no ano anterior, sem problema nenhum nos pneus, ele bateu no mesmo lugar e tão forte quanto.

# Era a primeira pole position da equipe Toyota, e nem sequer largaram.

# Foi a única corrida como titular de Ricardo Zonta naquela temporada.

# Mesmo largando apenas na quinta posição Michael Schumacher ainda estava a frente do seu companheiro de equipe.

# Mesmo com apenas seis carros na corrida, o piloto indiano Narain Kartiqualquercoisa não escapou de ser um dos últimos.

# Esta corrid…

Glauber e o repolho do capeta

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João Ubaldo Ribeiro, um dos maiores escritores de nosso idioma, conheceu Glauber Rocha nas locações para filmagem do clássico “Terra em Transe”.
Tornou-se amigo do cineasta de imediato, afinal duas cabeças tão brilhantes tinham mesmo que se afinar.
Em várias entrevistas Ubaldo tece grandes elogios ao amigo, tanto na parte profissional quanto na pessoal.
-Apenas uma mania sua me era muito desagradável... – dizia o escritor – -É a maldita mania dele de coçar os quibas (saco) e limpar a mão batendo em nossas costas...

Outra história curiosa e engraçada sobre Glauber dá conta do dia em que foi apresentado à maconha. Vale lembrar que nos anos sessenta as descobertas da juventude em relação às drogas eram vista de forma diferente.
Acreditava-se que alguns tipos de entorpecentes ajudavam no processo criativo e a maconha em especial alterava a percepção fazendo com que as cabeças mais iluminadas, se expostas a seus efeitos, criassem coisas fantásticas.
Assim, segundo a lenda, Dylan teria apre…

Ponta pé nas nadegas

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Carlitos, o genial personagem criado por Charles Chaplin, quando queria arreliar ou mesmo vingar-se de alguém aplicava-lhe um grande chute na poupança.
Uma vez, perguntado por que existiam tantas cenas com este ato em seus filmes ele respondeu:
“-Porque é no traseiro que reside a dignidade de um homem.”
E assim parecia ser.
Policiais implicantes, rivais no bem querer das mocinhas, patrões exploradores...
Era sempre o momento de redenção do vagabundo.
Sua glória.
O momento em que nos fazia rir de quem o oprimia.
Um bom chute nas nádegas de cada um deles e lá estava o outrora humilhado agora investido de uma aura vingadora e superior.
Vencedora...

O que me faz pensar...
Temos muito de Carlitos em nós, ao menos no que tange a sempre ter alguém nos sacaneando, seja enquanto cidadãos eleitores ou consumidores.
E estamos sempre dando um jeito de sobreviver a eles e nos manter de cabeça erguida.
Proponho que nos transformemos todos em Carlitos e escolhamos em quem daríamos um belo chute no t…

Comédias da vida real na F1 - #1

O carro vem acelerado, é hora da parada para troca de pneus e reabastecimento.
Irvine está confiante, está em uma das maiores equipes de corrida da história seja em qual categoria for.
A desaceleração é gradual.
A atenção é total...

“Freios” – diz a placa mostrada ao piloto irlandês.
Os mecânicos tiram os pneus velhos, mangueira de reabastecimento é acoplada.
-Pronto! - grita o responsável pelo reabastecimento erguendo os braços.
-Pneumatici sostistuiti. – diz o outro também erguendo os seus.
-Tutti? – pergunta calmamente o chefe de equipe.
-Non... Tutti non... Il posteriori destro non é... – sorri um dos mecânicos.
-Falhou o mecânico ai? Faltou a ferramenta? – gesticula Irvine.
-Non... Porca miséria! Questo stronzo só non trouxe il pneumatici! – diz o chefe de equipe.
-Mas... Mas... – atônito Irvine não acredita.
-Ma che! Vá solo com tre... Hã? Per pilota del suo talento... – parece zombar o italiano.
-Se fosse o Schumacher isto não aconteceria.
-Ma tu non é il Schumacher! É solo Irv…

A face do destruidor - 25 anos do Cabeça Dinossauro

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O segundo semestre de 1986 iniciava o que se pode chamar de sua fase de ouro do rock no Brasil. No ano anterior Paralamas do Sucesso e Barão Vermelho arrebentaram em seus shows no primeiro Rock in Rio, enfrentando na cara dura as hordas de fãs do metal ganhando seu respeito e de quebra o do resto do país mostrando a força de seus trabalhos que estavam anos luz da ingenuidade do RPM e das palhaçadas pueris da Blitz.

O Barão lançou Declare Guerra, disco injustamente considerado menor em sua discografia, mas que soa como uma declaração de independência justamente por não contar mais com Cazuza. Agora era uma banda de verdade e não apenas o apoio luxuoso do vocalista de língua presa.
Os Paralamas estavam a bordo da turnê de divulgação de Selvagem?, talvez seu álbum mais contundente e politizado, iniciando o aprofundamento na mistura de ritmos e culturas que pode-se dizer foi o protótipo do rock brasileiro de verdade e não apenas rock cantado em português.
A Legião Urbana começava a ganhar…

Salve Nelson!

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-Nelson?
-Fala...
-Parabéns pelo segundo lugar, brilhante trabalho.
-Não é um resultado que eu goste, ser segundo não é o melhor dos cenários, mas na atualidade, tá realmente bom... Ainda que com um monte de gente tendo problema na minha frente...
-Ora, vamos lá, festeje, na sua frente só está um dos melhores carros do ano.
-É, mas pilotado pelo Mansell que até agora nem ganhar com este avião ganhou...
-Mas está ganhando, Agora é fazer a última volta com cuidado e subir no pódio pra tomar champanhe... Parabéns de novo.
-Brigado!
Era o GP do Canadá de 1991, ultima volta.
Mansell pilotava um Williams FW14, que Ayrton Senna viria a chamar um de “carro de outro mundo”.
Nelson, já no ocaso da carreira, pilotava um modesto porém honesto Benneton Ford, que em pouco tempo –nas mãos de Michael Schumacher - também seria um carro de outro mundo... E até de outro regulamento dizem.

Após abrir a ultima volta, Mansell, já extremamente confiante na vitória diminui a velocidade e passa a acenar para …

Prioridades?

E a juíza no STF – não vou por o nome aqui, me recuso – disse a respeito da execução de sua colega de magistrado que: “É hora de calar...”.
Entendo a da dor da família da morta, mas eu queria perguntar: “E quando será hora de falar?”.

Alguns dirão: “-Será hora de falar quando passar o choque.”.
De que? Qual choque? Em quem?
O crime, por mais bárbaro que tenha sido, era esperado.
Até onde sabemos, e hoje se pode dizer que se sabe muito, as ameaças foram várias. Muitas!
Interessante também saber que existe - e os órgãos competentes possuem – uma lista de pessoas marcadas para morrer.
Se existe tal lista, também se deve saber quem é ou são seus autores...

E o que se fez? O que ser fará? Quantos mais morrerão?

Mas tudo bem... Tudo certo.
A copa do mundo vai ser aqui e o dinheiro dos impostos que deveriam ser direcionados (também) para a segurança pública – tanto faz se para classe A, B, C, D ou Z – será dado como isenção para construção de patrimônio para entidades particulares.

Como diz …

Sly

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Em 1970 um beatle (ex beatle não existe) pediu que todos imaginassem um mundo sem fronteiras, sem divisão por cor, raça, credo e arrematava: “-It´s easy if you try.”.
Não diminuindo a importância ou a beleza poética desta iniciativa convenhamos que a utopia sonhada por Lennon pudesse estar um tanto defasada...
Enquanto sugeria que tentássemos imaginar, um outro cidadão, de nome Sly, já havia posto em prática tudo isto.
Ao menos no que dizia respeito a sua banda, servindo como mensagem para o mundo todo: “-A butcher, a banker, a drummer and then. Makes no difference what a group I´m in”.
Silvester “Sly Stone” Stewart foi um prodígio musical. Aos sete anos de idade já era tecladista e ao chegar ao colegial já tocava vários outros instrumentos, entre eles a guitarra na qual viria a se destacar em bandas de garotos.
A mais importante delas talvez tenha sido a Vyscaines, onde tocou junto com um garoto filipino chamado Frank Arelano. Eram os dois únicos membros não brancos do grupo e a reaç…

Galo

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No carro, pela manhã
-Pô cara, eu tô criando um galo...
-Galo? Em apartamento?
-É... Que é que tem? O bicho é legal.
-Legal?
-É... Nem late... – e sorri.
-Cê tá brincando, né? – preocupado.
O dono do galo não responde...

Mais tarde.
-Cara, o Julio disse que você cria um galo no apê... É verdade?
-É sim... Um carijó.
-É daqueles grandes?
-Não, não... Carijó é pequeno.
-Canta?
-Não sei... Ele fica lá andando pela sala, olhando a estante.
-Olhando para a estante?
-É... Acho que quando eu não tô olhando ele até dá uma folheada em algum livro... Sabe como é, pode ser que não cante, mas provavelmente compõe...

Durante o almoço.
-Ô Jurandir! Que história é esta de galo?
-O azeite?
-Não Jurandir... O que você tá criando no seu apartamento.
-Ah... O Aristeu.
-Aristeu?
-É... O nome do carijó é Aristeu.
-Ah... E ele vem quando você chama?
-Não, não vem... Mas acho que isto é influência do gato do vizinho.
-Os dois andam juntos?
-Nunca vi, mas o gato também não vem quando o dono chama... Daí...

N…

Nem tudo são flores quando se é heptacampeão

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Não ser um multi campeão de fórmula 1 tem lá suas vantagens.
Rubens Barrichello, por exemplo, nunca passará por uma situação destas.

E se dependesse de mim, nunca mais passaria nem pela porta dos boxes da Williams F1.

Corrida do Milhão...

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Terça feira, 2 de Agosto de 2011...
-Cara, não sei não... A gente vai se dar mal...
-Que isto? Confia! A gente compra um Civic, envenena o motor, mexe na suspensão, arranca os bancos do carro e tamo dentro... Vamos pra corrida do Milhão!
-Sei não...

Quarta Feira, 3 de Agosto.
-Comprou o Civic?
-Não... Não achei um a bom preço... Pensei num Hyundai, mas também não consegui um...
-Poxa...
-Mas não se preocupa, comprei um J5...
-J5? Que porra é esta?
-Um carro da JAC motors...
-Caraca! Mas dizem que aquilo é um lixo!
-Mas é carro, não é bolha...
-Faz sentido...

Quinta Feira, 4 de Agosto.
-Pronto, já mexi na suspensão, no motor, arranquei os bancos, que, aliás, saíram com uma facilidade medonha e quase desmancharam...
-Hum... E o peso do carro, tirou tudo que podia atrapalhar?
-Tirei os bancos...
-Ué? Só? E os revestimentos?
-Não precisou tirar. Tudo plástico vagabundo, bem leve... Mas vai fazer um barulho!

Sexta Feira, 5 de Agosto.
-Nós queríamos inscrever um carro na Corrida do Milhão..…

Charles, o reporter do trânsito de uma cidade pequena

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Boletim da manhã.
Hoje é feriado em nossa cidade - dia da padroeira - mas nem por isto o trânsito melhora. Há pontos de lentidão em duas das principais avenidas da cidade – marginal esquerda e direita do Ribeirão Tibúrcio - por conta de enormes procissões que seguem rumo à igreja matriz.
Um dos três carroceiros da cidade reclamou à esta reportagem que ficar com o cavalo parado para a passagem dos fiéis traz enormes prejuízos.
“-A gente fica parado aqui e o cavalo vai comendo tudo que tem no embornal, o capim é difícil de achar e a aveia tá muito cara. Sem contar que quando fermenta dentro do embornal e o cavalo come, fica doidão...”
O prefeito não foi encontrado para explicar porque não há planos de trânsito alternativos...

Boletim do meio diaAgora há um congestionamento monstro na avenida principal, bem como nas marginais - esquerda e direita - do Ribeirão Tibúrcio.
No momento há uma carroça na curva do bar do Pinduca com um eixo avariado e os três ônibus da cidade estão impedidos de p…

Mensagem para Jenson

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Ao chegar a sua casa na terça feira após o GP da Hungria, Jenson Button - ainda radiante - liga seu computador para ler o que escreveram sobre sua vitória. Feliz, nota que os adjetivos elogiando são fartos e até onde pode perceber nos textos, muito sinceros.
Sabe que fez uma corrida muito boa e que tomou as decisões certas na hora certa e isto foi entendido prontamente pelos analistas de F1.
Havia até um site que o chamava de Rainmaster relacionando suas vitórias sob condições adversas de meteorologia.
Era maravilhoso ler tudo aquilo.

Resolveu então olhar suas paginas nas redes sociais e todas estavam coalhadas de elogios e parabenizações de pessoas de todo o mundo.
Hora de checar os e-mails e como esperava, sua caixa está lotada.

Mas uma em especial lhe chamou a atenção, nem tanto pelo remetente, Indycar Séries, mas mais pelo título: Obrigado e boa sorte.
Suspeitou, mas curioso, deixou para abrir por último.
Leu as vindas das outras equipes da F1 lhe dando os parabéns. Jenson é muito querido…

Ava(ca)liações húngaras (lá não tem nada)

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Procurei algo bom sobre a Hungria para por aqui, mas só achei paisagem...

É impressão minha ou o troféu do Button é feito de palito de dentes? E o do Alonso era ainda pior, era de palitos de dentes usados, já que eram pretos... Viu?

Mecânico: -Vai lá, só tem um pouquinho mais da metade da prova pra você liderar. Aguenta?
Schumacher: -Eu ou o carro?

Fiscal: -Que dia heim Hamilton?
Lewis: -Dificil é aguentar a gritaria de que Button é cerebral...

Moderno processo de fritura de pilotos que não correspondem a fama...

Olha ai o motivo de ter pego fogo no carro: Lada.

Igualzinho o Leonardo di Caprio em Titanic, com um monte de agua embairo e gritando: "-I´m the king of the world!"

Fiscal de pista: -Schumy, o que aconteceu com o carro?
Schumacher: -Não aguentou a emoção de liderar uma corrida...

Olha quem está lá atrás...

O guarda chuva só fechou por que as meninas eram muito novas, se a Hebe ou a Ana Maria Braga estivesse ali ele estva bem aberto...

Precisa mesmo de legenda?