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Mostrando postagens de Novembro, 2014

Paul está vivo, e esteve aqui

Disseram que ele estava morto e criaram uma das maiores teorias da conspiração para comprovar a história.
Desde as citações cifradas em letras como A Day In The Life (He blew his mind out in a car), até a clássica foto da capa de Abbey Road onde está com o passo fora da sintonia dos outros e descalço, um monte de “sinais” de sua morte foram detectados.
No próprio Abbey Road, Paul tratou de desmentir classudamente os boatos compondo uma obra sólida e sensacionalmente desconcertante sobre os problemas financeiros que a banda passava no momento com seu empresário Allen Klein, a quem Paul acusou literalmente de haver roubado mais de cinco milhões de dólares.
A brilhante sequencia que vai de “You Never Give Me Your Money” até “The End” eternizou em disco o processo contra o empresário costurando com algumas composições de Lennon para dar molho.

Também tratou de desmentir novamente a história mais tarde quando respondeu a John Lennon que o havia criticado dizendo que após o fim dos Beatles …

F1 2014 - Pequeno balanço da temporada

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Foi um ano ruim, sem duvidas.
Mas não pelo tão propalado e verificado domínio da Mercedes durante todo o ano.
Longe disto.
Domínio sempre tem desde que a F1 se tornou algo moderno: McLaren, depois Williams, Ferrari, Red Bull... Houve pequenas interrupções como a Benetton, a Brawn e foi só.
O grande problema foi quem dominou.
A Mercedes nem é um time de F1 de verdade.
Está mais para velozes peças de marketing para a venda de seus (incríveis) carros de rua.
“-Ah, mas a Ferrari também é!” – pode dizer alguém.
Sim, é... Mas a possibilidade de ser ter uma Mercedes para os simples mortais é muito mais plausível do que a de ter uma Ferrari.
Ouso dizer que não existem torcedores da Mercedes.
Os pilotos também.
Dois tipos insossos que só são relevantes quando seus carros são dominantes.
Com carros medianos feitos pela McLaren, Hamilton sequer foi figurante.
Rosberg ainda mais, só existiu após entrar no time prateado.
Antes... Deixa pra lá.

Mas houve coisas boas dentro da ruindade do ano.
A sur…

Crônica do GP: Definindo Abundabe

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Abundabe é um circuito que parece, mas não é.
Parece legal, mas não é.
Parece emocionante, mas não é.
Parece desafiador, mas não é.
É travesti: parece mulher, mas não é.

O circuito é tão sonolento que deveria se chamar Autódromo Internacional Jenson Button.

Abundabe é como olhar um aquário: é bonito no começo, mas depois fica chato para caramba.

Abundabe é asséptico.
Nada se cria por ali...
Nem disputa, nem emoção.

Abundabe só não é comparado ao vácuo porque algo se propaga lá: a chatice.
E com a falta do barulho dos motores, também o sono.

Abundabe começa com a luz do sol e termina com a noite.
Isto explica porque dá sono.

Aqui no Brasil, Abundabe começa com os restos do café da manhã e termina com o começo do almoço.
Ainda bem...
Para aguentar aquilo só a lembrança da pizza do sábado à noite e a expectativa do almoço do domingo.

Mas  para este ano a escolha da pista final para o campeonato não poderia ser mais acertada.
O campeonato foi extremamente chato.
Mas não pelo domínio, que …

Lado B do GP: Uma prova sem lado A

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Os lados B da prova não poderiam ser outros: A despedida de Alonso da Ferrari, a provável aposentadoria de Jenson Button e a despedida de Sebastian Vettel da Red Bull.

Alonso vai embora de mãos vazias e provavelmente um gosto amargo.
Vettel sai com as mãos cheias. Totalmente vitorioso.
Button sai bem mais velho, mas... Quem liga?
Alonso vai provavelmente para a McLata, apostando em um projeto que envolve a Honda como handicap.
É uma aposta arriscada, mas com viés de alta.
Vettel vai para a Ferrari apostando em um projeto que só envolve ele mesmo como handicap.
É uma aposta arriscada e com viés de baixa.
Button pode ficar na MacLata ou ir embora.
Ai tanto faz.

Por sorte a Lotus do Pastor Maldonado pegou fogo.
Só assim para ter alguma emoção.
Alguém reclamou sobre a demora da chegada dos bombeiros.
Para que? Como diz o Zéo Brito: Quero ver Soraia queimada.

A corrida proporcionou a maior briga do ano na F1.
A briga do telespectador contra o sono.
A saída de Nico Rosberg da prova com prob…

F1 2014 - Abundabe: A corrida nunca foi tão travesti como este ano

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Sempre se diz que há dois tipos de corrida emocionantes: as cheias de brigas e disputas em pista e as tensas.
O circuito de Yas Marina, pelo seu traçado e configuração só pode render o segundo tipo.
Porém, e sempre há um, só pode render uma corrida tensa nos termos no qual é apresentada nesta edição: decidindo o campeonato.
Se fosse uma corrida do meio da temporada ou mesmo se já se chegasse a ela com o título decidido, nem tensão geraria.
Só sono.

Menos na largada, porque seja em Spa ou em Abumdabe, largada é sempre o momento mais bacana, emocionante e tenso de qualquer prova.
Porém, em uma largada horrível, Nico ficou para trás em relação a Hamilton e deixou mais da metade do título no colo do inglês...
Digam o que disserem, e entendam como quiserem, mas para este que escreve, este título foi decidido após a prova de Spa, quando Lewis jogou para a torcida fritando Nico Rosberg a quem acusou de haver reconhecido lhe ter furado o pneu de propósito, deixando constrangidos não só o pilo…

Combustível para o fogo

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O ambiente pesado – como convém a um velório – só foi quebrado devido à chegada de amigos mais íntimos do morto.
-Cirrose? – perguntou um à viúva.
-Falência múltipla dos órgãos. – respondeu ela entre prantos.
-Cirrose... – vaticinaram os outros amigos.

Silveira era a alegria das festas. Com ele o riso era garantido não importando o que fizesse para extraí-lo das pessoas.
Cheio de surpresas e histórias costumava agregar os amigos a elas sem nenhum aviso.
Turbinava-se com litros e litros de destilados e fermentados.
-Era um cu de cana. – disse outro à viúva que corou.
-Bebia só um pouco.  – tentou consertar um parente não muito próximo.
-A cada dez minutos sim: ai bebia um pouco... – todos tentaram em vão segurar o riso.

-E naquela festa da firma? – alguém lembrou.
-Quando se fantasiou de Papai Noel, mas esqueceu de por as calças?
-Sim... – e os risos foram abafados, mas espontâneos.
-Quando foi alertado que estava sem as calças ele se saiu muito bem...
-Foi, foi... Disse: “-Acho então …

Alma não tem cor

Ninguém é louco ou imbecil a ponto de dizer que a luta acabou.
Longe disto.
Há de se continuar firme, forte e atuante contra os preconceitos.
Sejam eles de que tipo forem, mas principalmente o de cor...
É odioso.
Fui ensinado que por baixo da pele, somos todos vermelhos: literalmente.
E como diz aquela frase atribuída ao ator Morgan Freeman, que é negro, diga-se: é necessário parar de preocupar com a consciência negra, branca, vermelha ou amarela e começar a se preocupar com a consciência humana.
Porque é a única condição que une todos os homo sapiens por sobre a terra.
As restantes – todas elas – têm suas diferenças.
Mas a quem queremos enganar?
Celebrar consciências pontuais dá mais ibope, vende camisa e publicação segmentada...

Curtas metragem

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Entrou sorrateiramente, pé ante pé... Quase imperceptível.
Parou.
E colocando as costas em uma coluna, com o revolver em punho encenou a mais clichê das posições dos filmes de mocinhos e bandidos.
Queria aproveitar um momento de descuido, mas não teve paciência.
Ao saltar no meio dos mal feitores não matou apenas o personagem, assassinou também a bilheteria.

Ela viveu até os oitenta anos com saúde invejável. Comia alga.
Ele morreu aos trinta e cinco. Comia Olga
É que ela, que se chamava Helga descobriu.
E Olga?
Nunca mais foi vista.

No ultra-som era menino.
Nasceu e era menina.
Cresceu na duvida.
Hoje sabe que é mulher, foi sua namorada quem a convenceu.

A música sempre fez parte de sua vida.
Toda ela tocara trombone.
Até casou com uma musicista.
É verdade que depois de alguns anos de casados começaram a não se dar muito bem.
Ao morrer deixou em testamento que tocassem em seu velório “When the saints go marching in”, mas com ressalvas:
“-Oboé não, oboé não é instrumento musical e si…

Saco de maldades para Abumdabe 2014

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A Caterham, primeira equipe pedinte da F1 moderna confirmou que Kobadingo, o primeiro piloto pedinte correrá em Abumdabe.
Não sabíamos que teria maratona lá antes da corrida...
Como assim? Oras! O Koba vai correr a pé né? Porque o time mandou todo mundo para o olho da rua.
Quem vai montar o carro?
E de boa? Se correr a pé, mesmo no GP da F1, ainda é arriscado que o Koba chegue à frente das Sauber no fim da corrida.
E um conselho: Koba, a São Silvestre tá chegando... Pede para a Caterham inscrever você nesta também...
Ah sim... André Lotterer recusou o convite da Caterham pra correm lá em Abumdabe.
Motivo: "-Não quero ser um cara guiando lá no fundão." - disse.
Ainda há gente de bom senso no automobilismo.

Force Índia, Lotus e Sauber enviam carta a FOM e ameaçam veladamente de não correr em Abumdabe.
Eles querem mais grana na divisão do bolo.
Até é justo, desde que façam mais do que andam fazendo...
Mas esta de não correr em Abundabe não cola.
Já não correram o ano todo mesmo.

Língua afiada, mas não sem razão

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Vamos falar sério?
Ficar imputando a Bernie Ecclestone a culpa de todas as mazelas da F1 é uma atitude infantil, para não dizer hipócrita.
O fato de o homem ter feito grana (e grana para caraleo) com a categoria parece irritar profundamente as pessoas.
Como se alguma delas trabalhasse em suas áreas por esporte ou caridade e não pelo dinheiro que a ocupação rende.

Há culpa em Bernie?
Óbvio, mas não todas.
Há culpa pela escolha dos locais, das pistas, sim... Culpa pelo Tilke eu penso que principalmente.
Mas a busca desenfreada por segurança na categoria – que por vezes é apontada como culpada pela monotonia – não é dele.
Aliás, não é nem culpa.
Ninguém quer ligar a TV nos domingos pela manhã para ver quem é que vai morrer na pista. Liga-se para ver quem vai ganhar a corrida ou o campeonato.

Agora, após mais uma das entrevistas afiadas do manda chuva a opinião pública e até dos profissionais da opinião recaem sobre ele agressivamente, como se houvesse mentido em alguma das declarações.
B…

Bobo na chuva (ou fora dela para não se molhar)

Circula por ai a notícia de que Robert Plant, aquele, recusou uma bolada para uma última turnê com sua ex-banda, aquela...
Não vi nada relativo ao outro cara, o tal do Page, se pronunciando sobre o assunto.
Mas não sei se a coisa é para ficar triste ou feliz...
É certo que a última apresentação dos caras (contando ainda com o John Paul Jones e as baquetas do filho do Bonhan, Jason) foi algo bem legal.
Até passou nos cinemas - lá fora, aqui só em DVD e CD - serviu para apagara péssima impressão que havia ficado daquela apresentação dos caras com Phil Collins na bateria (Live Aid, 1985, aquele mesmo que o Queen destruiu tudo).
Por outro lado, seria bem interessante ver os caras juntos novamente, com mais ensaio e – quem sabe? – tocando no Brasil.

Isto faz lembrar uma entrevista dada à Rolling Stone em que Plant disse que se um dia não tivesse mais o Led Zeppelin para voltar e tivesse de fazer uma entrevista de emprego, levaria consigo em uma pasta a letra de Stairway to Heaven e diria a…

Silly week em três toques

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O blog do Humberto Corradi ( o ótimo Corradi F1) publicou que entidades europeias se levantaram contra o patrocínio de bebidas alcoólicas na F1.
Obviamente dizem que bebidas e direção não combinam e que os pilotos deveriam dar exemplo disto não propagando a mensagem.
Balela e besteira.
Se a campanha surtir efeito, os já combalidos times vão ter que se virar para encontrar novas fontes de renda estampáveis em suas carrocerias.
Por vezes a impressão é de que estas entidades querem mesmo acabar é com a F1 e vai estrangulando-a aos poucos.
Primeiro foram os cigarros (com razão, já que o treco é estúpido), agora as bebidas e num futuro próximo provavelmente os energéticos (que são carregados de cafeína, que em alguns lugares é considerado droga).
 Curiosamente não se pregam contra a aparição das bebidas (ou dos cigarros) em filmes, novelas, seriados, páginas, sites... Cinema, TV e Internet enfim.
E ai? Vão proibir de estourar champanhe no pódio também?

A licitação para reforma do autódromo…

Crônica do GP - Nasr: Ao rés do chão

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Assim como em Austin, o que mais chamou a atenção no fim de semana de GP do Brasil não foi a briga entre as Mercedes.
Ali já há um vencedor: o carro.
Os dois pilotos são médios, medianos e medíocres.
Também não foi o destino de Fernando Alonso que pode ir para qualquer lugar e até para lugar nenhum.
Mas a ida de Felipe Nasr para o cockpit da Sauber F1.

Até um tempo atrás a noticia seria magnífica, mas agora, na atual conjuntura é algo no mínimo preocupante.
Tanto pela crise técnica que faz com que seus carros se arrastem no campeonato sem marcar um misero ponto sequer (até a penúltima corrida do campeonato), quanto pela crise financeira que fez com que o time ficasse quase que totalmente apoiado apenas em seus dois pilotos.
A escolha de Ericsson e Nars não se deu pelo talento propriamente dito.
Ele até existe (em Nasr), mas de forma limitada.
Ericsson tem experiência na F1 e pode-se afirmar que não é lá grande coisa.
Nem a experiência e nem o próprio Ericsson.

Nars, apesar do vice-cam…

Lado B do GP - Brasil: poucos, mas tem

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Lado B de GP no Brasil tem que ter e sempre tem... Embora não muitos.
Começa com a forçada de barra da imprensa local para fazer com que os pilotos citem Senna como seu ídolo durante as entrevistas.
Nesta hora não há como não se lembrar de Raikkonen dizendo que correr aqui é igual correr em qualquer outro lugar.
Alguns dizem sentir saudades do piloto brasileiro em Interlagos...
Sinceramente? Sinto mais saudades das chuvas que caiam antes, durante e depois das corridas...
Faz falta.

E na Williams...
As expectativas com Felipe Massa eram boas.
Até ele exceder limite de velocidade nos pits...
Falta alguém para orientar o rapaz: corre-se na pista, para-se nos boxes.
Ah, mas para-se no box certo, não no da Mclata, por favor...
Bottas teve problema com uma sobre viseira presa na asa do carro.
Antes já tinha tido problemas com o cinto de segurança...
Aparentemente o Rubinho saiu da equipe, mas o azar que ele carregava não.

E no fim um ensaio de briga entre as Mercedes.
A torcida por um enros…

F1 2014 - Brasil: Interlagos é mágico

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GP do Brasil não é só a corrida em si, mas sim todo o evento que a envolve.
Desde a chegada dos carros em Viracopos até a chegada tudo ganha outras cores, outros ares... Afinal: é no quintal de casa.
Literalmente.

A largada chocha mostrou que Nico gosta mesmo é de dar mole.
Hamilton largou melhor e ficou meia volta na frente, depois voltaram à programação normal da largada.

Quem não voltou foi Massa que excedeu velocidade nos boxes e tomou um pênalti de cinco segundos.
Para completar a hecatombe da Williams, Bottas teve problemas com seu cinto de segurança.

E os pneus deram o ar da graça.
O desgaste começou a ser muito grande e em todos os carros.
A transmissão evidenciava em closes em slow dos pneus dianteiros direitos
Ainda assim era pouco para aumentar a emoção da corrida.
Hamilton até tentou rodando quando fazia uma volta matadora na esperança de ganhar a posição do companheiro de equipe.

E não houve sorriso em Interlagos.
A suspensão do Red Bull de Daniel Ricciardo o deixou na vo…

Richard Wright: uma justa homenagem

Originalmente era para falar sobre abandono, isolamento...
A ideia começou a tomar corpo durante a turnê In The Flash do ano de 1977 (a primeira da banda em estádios) e veio da frustração do baixista Roger Waters com seus fãs.
Waters havia ficado tão irritado com um grupo barulhento – e devia ser muito mesmo para ser notado dentro de um estádio lotado – que acabou por cuspir neles.
Em uma conversa com um amigo psiquiatra e com o produtor Bob Erzin comentou da vontade de erigir um muro que o separasse da plateia.
-Eu odiava tocar em estádio e dizia isto para as pessoas. Aquilo estava errado. – disse.
O resultado foi a criação do conceito que acabou dando origem ao álbum The Wall, um dos maiores sucessos de venda da banda e blá blá blá...

Mas também houve efeitos colaterais.
O mais grave foi a demissão de Richard Wrigth por Waters que se tornava cada vez mais dominante e centralizador dentro da banda. Processo este que quase levou o grupo a desintegração total após o lançamento de The Fi…

Crônica do GP: EUA - Ausências sentidas (?)

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A grande coisa do GP dos EUA não foi a vitória de Lewis Hamilton e o encaminhamento tranquilo para seu segundo título.
Muito menos o erro de uso do ERS que custou a vitória e provavelmente o campeonato para Nico Rosberg.
Há quem aposte que a proibição do uso do rádio para ajudar na condução é que fez com que o alemãozinho delicado tenha errado. Tanto faz...
O grande lance do GP dos EUA foi – acredite ou não – a ausência de Marussia e Caterham no grid.

Ainda que tenha sido permitida por Ecclestone e pela FIA, o forfait das duas nanicas colocou todo mundo pensando sobre o futuro da categoria.
O medo de que o mesmo colapso financeiro acometesse as equipes médias.
A saber: Sauber, Force Índia e até a Lotus.
Até um boicote chegou a ser ventilado para que a categoria e seus gestores admitissem a pindaíba e se debruçassem sobre o problema com mais afinco.
Nada aconteceu, é verdade, mas uma reedição do ocorrido em 2005 (ainda que por motivos bem diferentes) sepultaria de vez as chances da cat…

Lado B do GP: EUA... ou - euaááááááá que sono...

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Lado B americano é B side...
E começa que ainda estamos esperando o tal GP de New Jersey.
Até a Rússia já teve o seu e nada deste.
E ainda prometem uma equipe americana para breve.
Será?

E quem disse que não haveria o tal boicote?
Se aquilo da Sauber e da Force Índia não foi boicote, não sei o que foi...
Se bem que era o Perez... Normal

E a zueira começa quando o Button é investigado por excesso de velocidade sob safety car.
Mas não foi punido.
Button e velocidade são coisas que não combinam.

Alonso brigou diretamente com o Button... E perdeu.
Que fim de feira horrível para o Alonso que deve estar louco para 2014 acabar.

E Kimi em antepenúltimo lugar.
Não sei se dou risada, se lamento...
Vou dar risada.

E a diferença entre Lewis e Nico ficou em 24 pontos.
Nada que não possa ser tirado.
Mas deixo a pergunta: Nico tem força para tirar?
Acho que a vaca já deitou, na boa...

F1 2014 - EUA: Um tilkodromo é sempre um tilkodromo...

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Um horário alternativo demais para uma corrida de F1 aliado a falta de transmissão em TV aberta (não, não tenho assinatura) dificultam demais acompanhar um GP.
Obviamente que como fã, não ia perder e então: dá-lhe streaming da Sky Sports e web rádio...
Mas vale a pena para poder ver Alonso, guitarrista do ZZ Top e Daniel Ricciardo fazendo cosplay do Lemy do Motorhead.
Mas e a briga entre os dois motoristas da Mercedes?
Também... Mas menos, bem menos... Em carros mais “normais” nenhum dos dois brigaria por terceira fila no grid de largada.

Com a largada limpa na frente, sobrou para o povo do meio do grid fazer caquinha ainda na primeira volta.
Se já estava ruim para a Sauber, piorou com um carro fora logo no começo.
Era melhor ter insuflado o boicote.
E como cachorro mordido por cobra tem medo até de linguiça, eis que vem o Safety Car para a pista.
E aproveitando, Vettel foi para os boxes, trocou pneus pros macios, deu uma volta e trocou de novo pros médios.•.
E houve um lapso de vidên…